Carta Mensal Neo Investimentos - Dezembro 2025 (cartas-do-gestor-novembro-2025)
Novembro 2025 · Neo Investimentos
Coletada em 31 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 3
- Publicada em
- 19 de dez de 2025
- Trechos únicos
- 3
Carta sobre novembro/25 publicada 2 meses depois em dezembro/25.
Resumo
Na carta de novembro de 2025, a Neo avalia um cenário global com poucas novidades, destacando a quase total precificação de um novo corte de juros pelo Fed em dezembro e a continuidade do otimismo nos ativos de risco. No Brasil, dados de inflação reforçaram a perspectiva de IPCA abaixo de 4% até o fim de 2026, enquanto o mercado passou a descontar a Selic ao redor de 12% no final do ciclo — trajetória mais agressiva do que o cenário-base da gestora, que projeta 13,25%, em função de preocupações com a taxa de câmbio e possível depreciação em dezembro.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“O cenário-base para os juros reais nos Estados Unidos ao longo de 2026 continua encaminhando-se para a adoção de taxas estimulativas, ao redor de 0% em termos reais.”
Projeta juros reais estimulativos nos Estados Unidos ao longo de 2026, em torno de 0% em termos reais, como cenário-base.
“No Brasil, os dados de preços publicados ao longo do mês confirmaram a perspectiva de inflação anual abaixo de 4% até o final de 2026. O mercado de juros futuros aprofundou a precificação de cortes na Selic, com a curva agora descontando a taxa básica ao redor de 12% no final do ciclo.”
Projeta Selic a 13,25% no final de 2026, acima do precificado pela curva (12%), por cautela com a taxa de câmbio.
“Nosso cenário de cortes de juros mais graduais (Selic a 13,25% no final de 2026) reflete uma preocupação com a taxa de câmbio que, por enquanto, ainda não se materializou. Ainda assim, mantemos a expectativa de alguma depreciação em dezembro, por conta das saídas habituais para pagamentos de lucros e dividendos, agravada, neste ano, pela mudança na legislação tributária.”
Espera alguma depreciação do real em dezembro devido a remessas sazonais de lucros e dividendos, agravadas por mudança na legislação tributária.
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