Carta Mensal Neo Investimentos - Setembro 2025 (cartas-do-gestor-agosto-2025)
Agosto 2025 · Neo Investimentos
Coletada em 31 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 5
- Publicada em
- 10 de set de 2025
- Trechos únicos
- 5
Carta sobre agosto/25 publicada 40 dias depois em setembro/25.
Resumo
A carta da Neo de agosto de 2025 analisa o cenário macroeconômico global e doméstico à luz da sinalização do Fed para retomada do ciclo de cortes de juros em setembro, o que impulsionou a desvalorização do dólar e a valorização do real. No Brasil, a gestora revisou suas projeções de inflação para 4,7% em 2025 e 4,2% em 2026, refletindo o câmbio mais apreciado e dados de atividade mais fracos no segundo trimestre. Para a Selic, a Neo antecipa início do ciclo de queda em março de 2026, porém com ritmo mais gradual do que o precificado pelo mercado, encerrando 2026 em 13,25%, dado o ambiente de incerteza eleitoral.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“Essa configuração realimentou a desvalorização do dólar global, com a maioria das taxas de câmbio que acompanhamos devolvendo quase toda a correção do mês anterior.”
Vê desvalorização global do dólar realimentada pela expectativa de juros reais próximos de zero nos EUA, com câmbios devolvendo a correção anterior.
“acreditamos que a turbulência do ano eleitoral levará a um ciclo mais gradual do que o atualmente precificado pelo mercado, com a taxa básica terminando 2026 em 13,25% (contra 12,5% pela precificação da curva futura no fechamento de agosto).”
Projeta ciclo de queda da Selic mais gradual que o precificado, com taxa terminando 2026 em 13,25% devido à turbulência eleitoral.
“Com isso, o mercado antecipa os juros overnight americanos ao redor de 3% no final de 2026, o que, juntamente com a alta esperada na inflação, deve implicar em juros reais próximos de zero.”
Observa que o mercado precifica juros overnight americanos próximos de 3% no fim de 2026, implicando juros reais próximos de zero dada a inflação esperada.
“O real pouco se diferenciou nesse movimento, e sua cotação contra o dólar voltou a ficar próxima das mínimas deste ano.”
Observa que o real acompanhou a desvalorização global do dólar e voltou a operar próximo das mínimas do ano frente à moeda americana.
“A valorização do real e a sustentação do preço do petróleo em um patamar cerca de 10% abaixo do final de 2025 contribuíram para a consolidação de expectativas de inflação ligeiramente mais baixas no Brasil, mesmo com números correntes de serviços ainda bastante altos.”
Observa que a sustentação do preço do petróleo cerca de 10% abaixo do final de 2025 contribuiu para expectativas de inflação ligeiramente mais baixas no Brasil.
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