Carta Mensal Neo Investimentos - Dezembro 2025 (cartas-do-gestor-outubro-2025)
Outubro 2025 · Neo Investimentos
Coletada em 31 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 4
- Publicada em
- 19 de dez de 2025
- Trechos únicos
- 4
Carta sobre outubro/25 publicada 3 meses depois em dezembro/25.
Resumo
A carta da Neo de outubro de 2025 aborda o arrefecimento das tensões comerciais globais após acordos entre os EUA e países asiáticos, com destaque para a China, em um ambiente de inflação americana abaixo do esperado e continuidade dos cortes de juros pelo Fed, ainda que com sinalização cautelosa. No Brasil, o mercado de trabalho apresentou sinais mistos de desaquecimento, levando a gestora a manter a expectativa de início dos cortes pelo Copom apenas em março de 2026. O real registrou desempenho ligeiramente inferior à média das moedas emergentes, com o período sazonal de remessas ao exterior apontado como fator de atenção para as expectativas de inflação.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“Caso a deterioração do mercado de trabalho se estabilize, devemos ver uma pausa ao redor de 3,5% antes da eventual convergência para uma taxa próxima à neutra (3%).”
Projeta pausa do Fed ao redor de 3,5% caso a deterioração do mercado de trabalho se estabilize, com convergência posterior à taxa neutra de 3%.
“o real teve desempenho ligeiramente pior que a média das outras moedas emergentes que acompanhamos. Estamos entrando no período do ano que concentra o volume de saída de dólares para pagamentos a matrizes de multinacionais, e uma eventual alta do dólar pode dificultar a continuidade da queda nas expectativas de inflação mencionada acima – mais um motivo para que o Banco Central siga demonstrando cautela.”
Vê o real com desempenho pior que pares emergentes e alerta para risco de alta do dólar na sazonalidade de remessas a matrizes.
“Esse ambiente seguiu contendo a tendência global de desvalorização do dólar que dominou a primeira metade do ano. Em outubro, o DXY teve alta de 2%, ajudado, em parte, pela forte desvalorização do iene no mês, em meio à turbulência na formação de um novo governo. Também no caso do dólar, os dados a serem conhecidos depois da retomada dos trabalhos das agências governamentais devem ser decisivos no curto prazo.”
Vê interrupção da tendência de desvalorização do dólar, com DXY subindo 2% em outubro, e considera dados americanos decisivos no curto prazo.
“Em outubro, o DXY teve alta de 2%, ajudado, em parte, pela forte desvalorização do iene no mês, em meio à turbulência na formação de um novo governo.”
Observa forte desvalorização do iene em outubro, em meio à turbulência na formação de um novo governo, contribuindo para a alta do DXY.
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