Novus Capital - Carta Mensal Novembro/2025
Novembro 2025 · Novus Capital
Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 8
- Publicada em
- 08 de dez de 2025
- Trechos únicos
- 8
Carta sobre novembro/25 publicada 37 dias depois em dezembro/25.
Resumo
A carta da Novus Capital de novembro de 2025 aborda o cenário de incerteza monetária nos EUA, com o Federal Reserve sinalizando cautela quanto ao ritmo de cortes de juros, e o ambiente doméstico marcado por inflação em trajetória benigna e Copom mantendo postura hawkish com Selic em 15%. No Brasil, a gestora mantém alocação comprada em bolsa e aplicada em juros, destacando a deterioração gradual da qualidade de crédito corporativo pelo terceiro trimestre consecutivo, com spreads ainda estreitos em relação aos fundamentos. Nos portfólios de crédito, a postura segue conservadora, com caixa elevado e duration curta, enquanto no book de commodities foram iniciadas posições compradas em ouro e urânio.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Alongamos nossa posição aplicada, buscando capturar um ciclo mais amplo de cortes e extrair maior prêmio nas partes intermediária e longa da curva. Adicionalmente, iniciamos uma posição aplicada em juro real intermediário. Nossa leitura base segue apontando maior probabilidade para o início do ciclo de cortes em março.”
Alongou posição aplicada em juros nominais e iniciou aplicada em juro real intermediário, esperando ciclo amplo de cortes a partir de março.
“Aproveitamos a forte realização do ouro para iniciar uma posição comprada com horizonte de médio prazo. Acreditamos que os bancos centrais devem seguir diversificando suas reservas, ao mesmo tempo em que os riscos fiscais nos EUA tendem a se intensificar com novos estímulos voltados a melhorar a imagem do governo para as eleições no Congresso.”
Iniciou posição comprada em ouro com horizonte de médio prazo, apoiada na diversificação de reservas por bancos centrais e na intensificação dos riscos fiscais nos EUA.
“Mantemos a alocação com visão construtiva para o Brasil, composição comprada em bolsa e aplicada em juros.”
Mantém visão construtiva para o Brasil, com posição comprada em bolsa e aplicada em juros.
“ZeramosanossaposiçãoaplicadanojurocurtonosEUAe mantemosapenasumapequenaposição tomadanapartelongadacurva.”
Zerou a posição aplicada no juro curto americano e mantém apenas pequena posição tomada na parte longa da curva.
“Esse conjunto de fatores ainda aponta para juros de curto prazo enviesados para baixo, mas com riscos inflacionários relevantes à frente, o que favorece a continuidade do enfraquecimento estrutural do dólar em um cenário de leniência do banco central.”
Vê continuidade do enfraquecimento estrutural do dólar, sustentado por juros curtos enviesados para baixo e leniência do banco central frente a riscos inflacionários.
“No mercado internacional, vendemos as bolsas americanas com maior exposição a tecnologia, o que atuou como proteção para nossas posições compradas no Brasil. Encerramos o mês mais balanceados, mantendo a exposição comprada no Brasil e adicionando compra de S&P500.”
Mantém posição comprada em S&P500, após ter vendido bolsas americanas de maior exposição a tecnologia como proteção às posições compradas no Brasil.
“Adicionalmente, iniciamos uma pequena alocação em urânio.”
O gestor iniciou uma pequena alocação comprada em urânio, complementando a posição em ouro nos mercados internacionais.
“Do ponto de vista de spreads, o índice de debêntures high grade core apresentou compressão, recuando da faixa de CDI+ 2,30% para CDI+ 2,20%, um fechamento de 6,7 bps no mês e 9 bps no acumulado do ano.”
Observa compressão dos spreads de debêntures high grade core, que recuaram de CDI+2,30% para CDI+2,20%, fechamento de 6,7 bps no mês.
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