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Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Set/2025

Setembro 2025 · Opportunity

Carta de Setembro 2025· publicada em 02 de out de 2025

Coletada em 24 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
11
Publicada em
02 de out de 2025
Trechos únicos
8

Carta sobre setembro/25 publicada 31 dias depois em outubro/25.

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Resumo

A carta da Opportunity referente a setembro de 2025 descreve um ambiente global favorável a ativos de risco, marcado pela continuidade do ciclo de cortes de juros em diversas geografias e por uma atividade econômica resiliente. O corte do Fed de 25 bps, interpretado como uma dose de "seguro", e a postura cautelosa do BCB — mantendo juros em 15% com comunicação austera — figuram entre os principais destaques macroeconômicos. Nos portfólios, a gestora manteve posições compradas em NTN-Bs longas no Brasil e em S&P nos EUA, além de ampliar exposição aplicada no México e introduzir posições em CLP e EUR na carteira de renda fixa ativa.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

11
  1. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Diante de fatores como recuperação cíclica, final de ciclo de corte de juros, ambiente de investimentos e nível histórico depreciado, introduzimos posições compradas em CLP (contra o USD) e no EUR (contra o GBP).

    Peso Chileno ·Introduziu posição comprada em peso chileno contra o dólar, apoiada em recuperação cíclica, fim do ciclo de cortes de juros e nível historicamente depreciado.

    Euro ·Introduziu posição comprada em euro contra a libra, apoiada em recuperação cíclica, fim do ciclo de cortes de juros e nível historicamente depreciado.

  2. No Brasil, mantemos posição comprada em NTN-Bs, principalmente em vencimentos longos da curva, além de pequena exposição em ações domésticas que se beneficiam do fechamento de juros e de carrego favorável.

    Mantém posição comprada em NTN-Bs, sobretudo em vencimentos longos, apostando no fechamento da curva de juros e em carrego favorável.

  3. introduzimos posições compradas em CLP (contra o USD) e no EUR (contra o GBP).

    Introduziu posição comprada em euro contra a libra esterlina, refletindo visão negativa sobre a moeda britânica diante de fim de ciclo de cortes e nível depreciado.

  4. Nos Estados Unidos, seguimos com a estratégia de risk parity, mantendo posição comprada em S&P e aplicada em juros.

    Nos EUA, mantém estratégia de risk parity, com posição comprada em S&P e aplicada em juros.

  5. Trecho compartilhado · 3 ativos

    Mantivemos as posições aplicadas em juros no Brasil – em NTN-B longa e na parte intermediária da curva de juros nominal –, na África do Sul e no México, assim como a posição tomada em juros na República Tcheca.

    Renda Fixa República Tcheca ·Mantém posição tomada em juros na República Tcheca, refletindo visão de que o ciclo de cortes está próximo do fim diante de riscos inflacionários.

    Renda Fixa México ·Mantém posição aplicada em juros no México, apostando em queda das taxas em meio a ambiente de fim de ciclo de cortes globais.

    Renda Fixa África do Sul ·Mantém posição aplicada em juros na África do Sul, alinhada à visão de fim de ciclo de cortes nos bancos centrais emergentes.

  6. além de pequena exposição em ações domésticas que se beneficiam do fechamento de juros e de carrego favorável.

    Mantém pequena exposição comprada em ações domésticas brasileiras que se beneficiam do fechamento de juros e apresentam carrego favorável.

  7. aumentamos a posição aplicada no México e zeramos a posição no Canadá.

    Zerou a posição aplicada em juros no Canadá, em movimento tático cíclico, redirecionando exposição para o México.

  8. Encerramos a posição tática aplicada nos EUA.

    Encerrou a posição tática aplicada em juros nos EUA no fundo de renda fixa ativa.

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