Carta Mensal Santander - Janeiro 2026
Janeiro 2026 · Santander Asset Management
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
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Resumo
A carta de janeiro de 2026 da Santander Asset Management aborda o cenário de política monetária no Brasil e no exterior, destacando a manutenção da Selic em 15% ao ano pelo Copom e o terceiro corte consecutivo de 0,25 p.p. pelo Fed, que levou os juros americanos a 3,75%. A gestora projeta o início do ciclo de afrouxamento monetário no Brasil para março de 2026, com a Selic encerrando o ano em 12,5%, e registra que o Ibovespa acumulou alta de 34% em 2025, melhor desempenho anual desde 2016. No posicionamento, foram mantidas posições aplicadas em juros locais e visão favorável à renda variável brasileira, enquanto o câmbio foi encerrado em posição neutra.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
Trecho compartilhado · 2 conceitos
“Diante da reprecificação das curvas de juros ocorrida ao final de 2025 e da continuidade da evolução favorável da inflação doméstica, entendemos que faz sentido manter posições aplicadas em juros locais.”
Renda Fixa Brasil ·Mantém posições aplicadas em juros locais, apoiado pela reprecificação recente da curva e pela evolução favorável da inflação doméstica, projetando início de cortes em março.
Juro real Brasil ·Mantém posições aplicadas em juros reais locais, sustentadas pela reprecificação recente da curva e pela evolução favorável da inflação doméstica.
Trecho compartilhado · 2 conceitos
“Em termos setoriais, ampliamos a alocação no segmento de mineração e reduzimos a exposição aos setores de educação e saúde.”
Saúde ·Reduziu a exposição ao setor de saúde na carteira de renda variável local, realocando para mineração.
Educação ·Reduziu a exposição ao setor de educação na carteira de renda variável local, realocando para mineração.
“Localmente, o Ibovespa encerrou o ano com alta de 34%, o melhor desempenho desde 2016. O fluxo de investimentos para economias emergentes, o início do corte de juros nos EUA e o valuation dos ativos locais contribuíram para o desempenho no ano. Nos próximos meses, o início do afrouxamento monetário no Brasil e a continuidade da procura dos investidores globais por ativos brasileiros podem continuar contribuindo para o desempenho do Ibovespa.”
Espera continuidade do bom desempenho do Ibovespa nos próximos meses, sustentado pelo início do afrouxamento monetário no Brasil e pela demanda de investidores globais.
“Setorialmente, o segmento de mineração apresentou a maior contribuição positiva para o desempenho do Ibovespa, enquanto o setor de consumo foi o principal detrator.”
Destaca a mineração como a maior contribuição positiva setorial ao Ibovespa no mês, tendo ampliado a alocação no segmento.
“O elevado diferencial de juros entre Brasil e EUA e a entrada de recursos estrangeiros no país deram suporte ao desempenho do Real no ano. Embora o comportamento das remessas de lucros ao exterior de final de ano deixe de ser um fator de pressão para a moeda local neste momento, será importante acompanhar a evolução dos temas fiscais em 2026.”
Adota postura neutra no Real, vendo suporte do diferencial de juros e fluxo estrangeiro, mas alerta para riscos fiscais em 2026.
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