Carta Mensal Santander - Fevereiro 2026
Fevereiro 2026 · Santander Asset Management
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
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Resumo
A carta de fevereiro de 2026 da Santander Asset Management aborda o cenário macroeconômico global e doméstico, com destaque para a manutenção dos juros pelo Fed em 3,75% e a sinalização do Banco Central brasileiro de início do ciclo de cortes da Selic — então em 15% — a partir de março. No campo doméstico, a gestora aponta melhora na composição da inflação, com o IPCA-15 em 4,5% em 12 meses e desaceleração dos núcleos de serviços, enquanto projeta a Selic encerrando 2026 em 12,5%. Em renda variável, o Ibovespa registrou forte alta em janeiro, impulsionado por fluxo estrangeiro e pela perspectiva de afrouxamento monetário, com a gestora mantendo visão favorável para a bolsa local e ampliando alocação no setor financeiro.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Estamos mantendo visão favorável para a renda variável local e viés positivo para as Bolsas globais. No cenário internacional, a combinação de incertezas geopolíticas e preços menos atrativos nos EUA tem impulsionado a diversificação dos fluxos globais, beneficiando os mercados emergentes. No Brasil, esse movimento, aliado à expectativa de redução dos juros nos próximos meses, sustenta uma perspectiva positiva para a Bolsa local.”
Mantém visão positiva para o Ibovespa, sustentada pelo fluxo global para emergentes e pela expectativa de redução dos juros domésticos nos próximos meses.
Trecho compartilhado · 2 conceitos
“Em termos setoriais, ampliamos a alocação no segmento financeiro e reduzimos a exposição ao setor de bens de capital e transportes.”
Bens de capital e transportes ·Reduziu a exposição ao setor de bens de capital e transportes na alocação setorial da carteira de renda variável local.
Bancos ·Ampliou alocação no setor financeiro dentro da bolsa brasileira, em movimento setorial favorável acompanhado de redução em bens de capital e transportes.
“Diante da precificação atual, enxergamos prêmios atrativos nas curvas de juros.”
Mantém visão positiva para juros locais, enxergando prêmios atrativos nas curvas diante da precificação atual, da inflação construtiva e do início da flexibilização em março.
“O Real iniciou o ano com desempenho positivo frente ao dólar, impulsionado pelo elevado diferencial de juros entre Brasil e EUA, pelo forte fluxo de investimentos para os mercados locais e por um cenário global de dólar mais enfraquecido. Apesar dos fatores que dão suporte à moeda brasileira, as incertezas relacionadas ao quadro fiscal ao longo de 2026 podem exercer alguma pressão sobre o Real.”
Ve o Real apoiado pelo diferencial de juros, fluxo de investimentos e dolar global fraco, mas com risco fiscal pressionando a moeda em 2026.
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