Carta Mensal Santander - Junho 2026
Junho 2026 · Santander Asset Management
Coletada em 28 de jun. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 11
- Publicada em
- 09 de jun de 2026
- Trechos únicos
- 10
Resumo
A carta da Santander Asset Management de junho de 2026 aborda o cenário de incertezas geopolíticas no Oriente Médio como vetor central de pressão inflacionária global e doméstica, com o IPCA projetado em 5,1% para o ano e a Selic esperada em 13,25% ao final de 2026. No campo dos portfólios, a gestora reduziu o risco das carteiras ao longo de maio, adotando postura neutra com viés positivo em renda fixa — com preferência por ativos prefixados — e neutra com viés favorável em renda variável, após resultados negativos tanto na bolsa local quanto no câmbio. Em destaque, o "Minutos do Gestor" defende a diversificação geográfica internacional como estratégia de equilíbrio de risco diante de uma possível reconfiguração da ordem econômica global.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“Seguimos com viés positivo para o mercado de câmbio. O Real segue resiliente em 2026, mesmo com a perda de força observada no último mês, sustentado pelo patamar elevado dos juros no Brasil e pelo elevado diferencial de juros em relação aos EUA.”
Mantém viés positivo para o Real, visto como resiliente em 2026 graças aos juros elevados e ao diferencial de juros frente aos EUA, apesar da volatilidade de curto prazo.
“Ao longo do mês, aumentamos nossa alocação em caixa e reduzimos a posição acima do neutro no setor de utilities.”
Reduziu a posição acima do neutro em utilities ao longo do mês, realocando para caixa em meio à menor convicção com o mercado local.
“Nos EUA, a resiliência da atividade e o otimismo com o setor de tecnologia segue dando suporte aos mercados.”
Mantém viés favorável para as Bolsas americanas, sustentadas pela resiliência da atividade e pelo otimismo com o setor de tecnologia.
“No mercado local, o Ibovespa foi pressionado pela perda de força do fluxo estrangeiro, pela menor exposição da Bolsa brasileira aos setores que impulsionaram os mercados globais e pela queda do preço do petróleo. Além disso, o patamar ainda elevado dos juros e a expectativa de um ciclo de flexibilização monetária mais gradual limitaram o desempenho dos setores mais ligados à economia doméstico. Diante desse ambiente de maiores incertezas, reduzimos nossa convicção com a renda variável local.”
Reduziu convicção no Ibovespa diante de fluxo estrangeiro mais fraco, juros altos e queda do petróleo, mas mantém viés favorável por valuations atrativos.
“Recentemente, o dólar se desvalorizou, refletindo essa busca por maior diversificação global. Ainda assim, a moeda americana segue com um dos ativos mais seguros e deve fazer parte de um portfólio diversificado.”
Reconhece desvalorização recente do dólar diante da maior diversificação global, mas vê a moeda americana como um dos ativos mais seguros e componente de portfólio diversificado.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“a redução do risco das carteiras, com alocação em caixa e posições nos setores de saúde e educação, contribuíram de forma positiva para o resultado.”
Saúde ·Mantém posições compradas no setor de saúde, que contribuíram positivamente para o resultado em meio à redução de risco das carteiras.
Educação ·Mantém posições no setor de educação, que contribuíram positivamente para o resultado no contexto de redução de risco das carteiras.
“Embora as curvas de juros apresentem prêmios atrativos, esse quadro nos levou a reduzir o risco das carteiras. Ainda assim, mantemos viés positivo para a classe de renda fixa, com preferência por ativos prefixados.”
Mantém viés positivo para renda fixa local, incluindo NTN-Bs, mas reduziu risco das carteiras diante das incertezas, com preferência por prefixados.
“Os índices de ações globais encerraram o mês com desempenho positivo, diante da expectativa de redução das tensões no Oriente Médio e do otimismo em torno das teses de inteligência artificial.”
Vê otimismo em torno das teses de inteligência artificial como suporte ao desempenho positivo das Bolsas globais, especialmente nos EUA.
“o desempenho do setor de mineração também gerou efeito negativo no mês.”
Relata que a exposição ao setor de mineração contribuiu negativamente para o resultado do mês, em meio à queda da Bolsa local.
“No mercado local, o Ibovespa foi pressionado pela perda de força do fluxo estrangeiro, pela menor exposição da Bolsa brasileira aos setores que impulsionaram os mercados globais e pela queda do preço do petróleo.”
Observa que a queda do preço do petróleo pressionou o Ibovespa e cita oscilações na commodity como fator de volatilidade para o Real.
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