Carta Mensal Versa Asset - Maio 2026 (Resultado Mensal (Abril/26) - Versa)
Abril 2026 · Versa Asset
Coletada em 30 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 31
- Publicada em
- 30 de mai de 2026
- Trechos únicos
- 29
Carta sobre abril/26 publicada 2 meses depois em maio/26.
Resumo
A carta da Versa Asset referente a abril de 2026 aborda o desempenho heterogêneo dos fundos em um mês marcado pela recuperação das bolsas globais, enquanto o Ibovespa ficou estagnado e o Real se apreciou 4,4% frente ao dólar. O principal destaque negativo foi a posição em YDUQs, que recuou 18% pressionada pelo ambiente de juros elevados e pela expectativa de impacto da nova regulação do ensino a distância, pesando especialmente no Versa LB FIM (-37,6%) e no Institucional FIA (-5,1%). Em contrapartida, o Genesis FIA avançou 4,4%, impulsionado pelo setor de utilities — com contribuições de CPFL, Equatorial e Copel —, além do início de posição no FIP BRZP11, lastreado no Porto de Itapoá.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“BPAC11 17,1% +2,0 p.p.”
Mantém BTG Pactual (BPAC11) como maior posição do Institucional, com 17,1% da carteira após elevação de 2,0 p.p. no mês.
“A nossa tese de investimento baseia-se em uma Taxa Interna de Retorno (TIR) altamente atrativa do ativo, mesmo após o desconto das taxas de administração pagas à gestão do FIP. Atualmente, projetamos um dividend yield de cerca de 7% para os próximos 12 meses, aliado a excelentes perspectivas de crescimento para a operação.”
Vê BRZP11 com TIR atrativa mesmo após taxas do FIP, projetando dividend yield de cerca de 7% em 12 meses e boas perspectivas de crescimento.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Nossas principais posições continuam sendo no setor de distribuição via CPFL, Equatorial e Energisa.”
Equatorial ·Mantém Equatorial entre as principais posições do fundo, dentro da preferência pelo setor de distribuição de energia.
Energisa ·Mantém Energisa entre as principais posições do fundo, ao lado de CPFL e Equatorial, com preferência pelo setor de distribuição elétrica.
“Investimos em YDUQs pela massiva e recorrente geração de caixa de 2025, que deve aumentar em 2026 apesar dos resultados estáveis.”
Mantém investimento em YDUQS com tese ancorada na geração de caixa massiva e recorrente de 2025, que projeta crescer em 2026 apesar de resultados estáveis.
“Mantemos o investimento em Suzano pois enxergamos expansão de receita e rentabilidade nos próximos trimestres, apesar do Real mais apreciado. Suzano também é uma importante proteção cambial para a carteira.”
Mantém posição em Suzano, esperando expansão de receita e rentabilidade nos próximos trimestres apesar do Real apreciado, e a vê como proteção cambial.
“O dividend yield da ação, considerando este provento, situa-se na casa dos 7%. Em nossas projeções, esse patamar de distribuição é sustentável em termos reais para os próximos anos, assumindo que a empresa não realize novas aquisições e esteja confortável em elevar gradualmente sua alavancagem até 2030, momento em que o ciclo de investimentos mais intensos na rede de distribuição e transmissão devem começar a arrefecer.”
Projeta dividend yield de cerca de 7% da CPFL como sustentável em termos reais nos próximos anos, condicionado à ausência de novas aquisições e elevação gradual da alavancagem até 2030.
“O fundo Versa Genesis registrou uma rentabilidade de 4,3% no mês de abril, impulsionado pelo bom desempenho do setor de utilities no período.”
Mantém preferência por utilities, com posições principais em distribuidoras como CPFL, Equatorial e Energisa, destacando bom desempenho do setor no mês.
“HYPE -0,3 p.p.”
Mantém Hypera como segunda maior posição do Institucional, com aumento marginal de peso, apesar da contribuição negativa de 0,3 p.p. no mês.
“ITUB -25,8% (-4,1 p.p.)”
Mantém posição vendida em Itaú Unibanco, com short de 25,8% no Versa LB, ampliado em 4,1 p.p. no mês.
“ODPV +0,6 p.p.”
Odontoprev contribuiu positivamente com 0,6 p.p. para o retorno do fundo Institucional em abril, e o gestor ampliou a posição para 5,7% da carteira.
“PETR -1,5 p.p.”
Mantém posição vendida em Petrobras via short, que contribuiu negativamente para o desempenho do fundo no mês.
“VALE +1,3 p.p.”
Mantém posição vendida em Vale via short indireto, que contribuiu positivamente com 1,3 p.p. para o desempenho do fundo em abril.
“MDNE -0,8 p.p.”
Mantém posição relevante em Moura Dubeux, que contribuiu negativamente com 0,8 p.p. no mês, com leve aumento de peso na carteira Institucional.
“B3SA -11,1% (-1,8 p.p.)”
Mantém posição vendida em B3, com leve aumento do short via Ibovespa no mês.
“BBDC -14,8% (-2,4 p.p.)”
Mantém posição vendida em Bradesco, com exposição líquida de -14,8% no Versa LB, levemente ampliada no mês.
“observamos contribuições positivas expressivas em nossa carteira, com destaque para CPFL, Equatorial e Copel.”
Destaca Copel entre as contribuições positivas expressivas da carteira no mês, no contexto do bom desempenho do setor de utilities.
“SBSP -11,4% (-1,8 p.p.)”
Mantém posição comprada em Sabesp no Genesis e vendida via short indireto nos fundos LB e Fit, sem tese específica detalhada.
“RIAA3 5,6% +0,3 p.p.”
Mantém Rio Alto (RIAA3) como posição relevante no Institucional, com peso de 5,6% da carteira após leve aumento de 0,3 p.p. no mês.
“TIMS -1,0 p.p.”
Mantém posição comprada em TIM, que reduziu levemente para 17,3% da carteira e contribuiu negativamente com 1,0 p.p. no mês.
“VULC -0,8 p.p.”
Mantém posição relevante em Vulcabras, que contribuiu negativamente no mês, com leve redução de peso na carteira.
“LREN -0,8 p.p.”
Mantém posição em Lojas Renner, que contribuiu negativamente em 0,8 p.p. para o desempenho do Institucional em abril.
“AXIA -0,5 p.p.”
Mantém posição vendida em Axia, que contribuiu negativamente em 0,5 p.p. para o desempenho do fundo no mês.
“VIVA 0,0 p.p.”
Mantém posição em Vivara, que teve contribuição neutra para o retorno do Institucional em abril, com leve aumento de peso na carteira.
“WEGE +0,9 p.p.”
WEGE contribuiu positivamente com +0,9 p.p. para o desempenho do Versa Long Biased em abril, via posição short no Ibovespa.
“GGBR -0,5 p.p.”
Posição em Gerdau contribuiu negativamente em cerca de 0,5 p.p. para o desempenho dos fundos Long Biased e Fit no mês.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“No Brasil, o desempenho foi mais fraco: o Ibovespa ficou de lado, e quem se apreciou foi só o Real (4,4%).”
Real brasileiro ·Observa que o Real foi o único ativo brasileiro a se valorizar em abril, com alta de 4,4%, em meio a desempenho fraco da bolsa.
Ibovespa ·Observa desempenho fraco do Brasil em abril, com Ibovespa de lado e valorização restrita ao Real, influenciado por dúvidas sobre o ciclo de cortes de juros.
“Nesta toada, o S&P 500 avançou 10,4%, concentrado nas maiores empresas de tecnologia.”
Observa que o S&P 500 subiu 10,4% no mês, com ganhos concentrados nas maiores empresas de tecnologia, impulsionadas pelo tema de IA.
“O impacto esperado da alta do petróleo nos preços gerais ao consumidor tem sido revisado para cima, mesmo em horizontes mais longos.”
Vê revisão para cima do impacto esperado da alta do petróleo sobre os preços ao consumidor, inclusive em horizontes mais longos.
“Antes do início da guerra, a curva de juros precificava a Selic chegando em 12% no final deste ano. Atualmente, precifica em 14%.”
Observa que a curva de juros passou a precificar Selic de 14% no fim do ano, ante 12% antes da guerra, refletindo dúvidas sobre o ciclo de cortes.
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