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Adam Capital - Carta Mensal Abr/2026

Abril 2026 · Adam Capital

Carta de Abril 2026· publicada em 05 de mai de 2026

Coletada em 18 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
4
Publicada em
05 de mai de 2026
Trechos únicos
3

Carta sobre abril/26 publicada 34 dias depois em maio/26.

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Resumo

A Adam Capital discute, em sua carta de abril de 2026, a ascensão da inteligência artificial como a maior revolução industrial da história, contrapondo-a ao foco excessivo do mercado nos conflitos geopolíticos, e argumenta que os investimentos massivos em IA pressionam a inflação de bens e os juros longos globais. No cenário doméstico, a gestora aponta fragilidade estrutural do real e deterioração das contas externas, apesar da melhora conjuntural na balança comercial. O destaque analítico recai sobre a função de reação do Banco Central do Brasil, que, segundo estimativas via Filtro de Kalman com parâmetros variantes no tempo, apresenta sensibilidade decrescente aos desvios da inflação em relação à meta — padrão descrito pela gestora como "acomodação por esperança".

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

4
  1. Em nossa estratégia de investimentos, a alocação em ações americanas do setor de tecnologia segue sendo o destaque. Esta posição tende a continuar maximizando o retorno da carteira diante da inevitável aceleração do uso da IA como ferramenta de ganho de produtividade. Vale repetir que entendemos que o mercado continua subestimando o caráter exponencial dos investimentos neste setor.

    Mantém ações de tecnologia americanas como principal alocação, vendo o mercado subestimar o caráter exponencial dos investimentos em IA e seus ganhos de produtividade.

  2. diante de um câmbio que já valorizou mais de 25% em termos nominais em relação às máximas observadas desde 2024, seguimos com uma visão estruturalmente ruim para a nossa moeda a longo prazo, ainda mais se levarmos em conta que o dólar globalmente pode ter passado pela sua fase de desvalorização, conforme explicado na parte internacional desta carta.

    Mantém visão estruturalmente negativa para o real no longo prazo, após valorização nominal superior a 25%, agravada pela possível reversão da fraqueza global do dólar.

  3. Posições tomadas em juros nominais e em inflação implícita.

    Renda Fixa Brasil ·Mantém posições tomadas em juros nominais locais, refletindo visão de que o Banco Central reage pouco à inflação persistentemente acima da meta.

    Inflação Implícita Brasil ·Mantém posição tomada em inflação implícita, refletindo expectativa de alta diante da menor reatividade do BCB à inflação persistentemente acima da meta.

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