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Adam Capital - Carta do gestor (08/2026)

Agosto 2026 · Adam Capital

Carta de Agosto 2026· publicada em 01 de set de 2026

Coletada em 11 de out. de 2026 · ⓘ

Ativos extraídos
5
Publicada em
01 de set de 2026
Trechos únicos
5

Carta sobre agosto/26 publicada 31 dias depois em setembro/26.

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Resumo

A Adam Capital discute, na carta de agosto de 2026, a tese central de que a Inteligência Artificial tende a ser desinflacionária no longo prazo, mas pode elevar o juro real de equilíbrio ao competir com o setor público por uma poupança global escassa, resultando em juros nominais estruturalmente mais altos. No cenário doméstico, a gestora aponta que o Brasil enfrenta esse possível novo regime externo com fragilidade fiscal persistente e inflação parcialmente contida por intervenções temporárias — traçando paralelo com o ciclo de controle de preços de 2014. Em termos de posicionamento, a carteira mantém posições compradas em ações americanas de tecnologia, dólar contra cesta de moedas e NTN-Bs com inflação implícita travada, com resultado consolidado positivo no mês.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

5
  1. “Os principais motores de retorno foram as posições compradas em ações de tecnologia americana - impulsionadas pela contínua solidez de resultados e pela demanda exponencial no setor - e a valorização do dólar global contra uma cesta de moedas.”

    Mantém posição comprada em ações de tecnologia americana, sustentada pela solidez contínua de resultados e pela demanda exponencial no setor.

  2. “Por outro lado, seguimos vendidos em ouro.”

    Mantém posição vendida em ouro, apesar de ter sido o detrator pontual do mês em meio a ajustes nos juros e câmbio global.

  3. “a valorização do dólar global contra uma cesta de moedas.”

    Mantém posição comprada em dólar contra uma cesta de moedas, que contribuiu positivamente para a performance do mês via valorização global da moeda.

  4. “Se a inflação implícita cair 100 pontos-base, mas o juro real subir 200, o resultado não será uma queda dos juros nominais. Será uma abertura de 100 pontos-base.”

    Argumenta que eventual queda da inflação implícita pode ser mais do que compensada por alta do juro real, resultando em abertura dos juros nominais.

  5. “No mercado local, a alocação em NTN-Bs e a captura da inflação implícita também adicionaram retorno à carteira.”

    Mantém posição comprada em NTN-B parcialmente travada em juros reais, capturando inflação implícita como fonte de retorno no mercado local.

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