Armor Capital - Carta do Gestor (Abr/2026)
Abril 2026 · Armor Capital
Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 8
- Publicada em
- 08 de mai de 2026
- Trechos únicos
- 6
Carta sobre abril/26 publicada 37 dias depois em maio/26.
Resumo
A Armor Capital dedica a carta de abril de 2026 ao impacto do conflito no Oriente Médio sobre os mercados globais e domésticos, com destaque para a volatilidade nos preços do petróleo e a reprecificação das curvas de juros. No cenário local, a gestora revisou sua projeção de Selic para 13,50% ao fim do ano e a inflação para 4,9%, avaliando que ainda há espaço para cortes graduais sem desancoragem adicional das expectativas. As principais contribuições de desempenho no mês vieram de posições vendidas em bolsa doméstica, compradas em bolsa americana e aplicadas em juros reais e nominais de médio prazo.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“mantemos cautela com o mercado acionário doméstico, que é afetado negativamente em um cenário de taxas de juros mais altas por um período prolongado, o que é mais provável diante de uma inflação alta e persistente nesse cenário de choque global na cadeia de energia e fertilizantes.”
Mantém cautela com o Ibovespa, pressionado por juros altos prolongados diante de inflação persistente e choque global em energia e fertilizantes.
Trecho compartilhado · 3 conceitos
“Mantemos um viés construtivo para a bolsa americana, ancorado na resiliência do setor de tecnologia e na forte temporada de balanços, além da manutenção de posições compradas em iene japonês contra o euro.”
Iene japonês ·Mantém posições compradas em iene japonês contra o euro como parte da alocação tática diante da elevada volatilidade macro global.
Bolsa americana ·Mantém viés construtivo para a bolsa americana, ancorado na resiliência do setor de tecnologia e na forte temporada de balanços.
Tecnologia EUA ·Mantém viés construtivo com a bolsa americana, ancorado na resiliência do setor de tecnologia e na forte temporada de balanços.
“No brasil, a moeda continua estruturalmente suportada pela melhora nos termos de troca derivada do choque de petróleo.”
Vê o real estruturalmente suportado pela melhora dos termos de troca decorrente do choque do petróleo, mantendo posição comprada na moeda.
“além da manutenção de posições compradas em iene japonês contra o euro.”
Mantém posição vendida em euro contra o iene japonês, refletindo preferência relativa pela moeda japonesa frente à europeia.
“Diante disso, revisamos nossa projeção de Selic para o fim deste ano de 13,00% para 13,50%, com o Banco Central devendo cortar a taxa em passos lentos, de 0,25 p.p., até novembro. Portanto, ainda vemos algum espaço para recalibragem da política monetária, embora a taxa de juros deva encerrar o ano em patamar bastante restritivo.”
Revisou projeção da Selic de 13,00% para 13,50% no fim do ano, esperando cortes lentos de 0,25 p.p. até novembro em patamar restritivo.
“O petróleo continua sendo o principal ativo a refletir a temperatura da guerra para o mercado. A commodity avançou quase 10% no mês nos vencimentos mais curtos, após ter caído 13% em seu melhor momento, evidenciando a intensa volatilidade do período.”
Vê o petróleo como principal termômetro da guerra no Oriente Médio, com intensa volatilidade e efeitos considerados não tão transitórios sobre preços.
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