Armor Capital - Carta do Gestor (Mar/2026)
Março 2026 · Armor Capital
Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 3
- Publicada em
- 08 de abr de 2026
- Trechos únicos
- 3
Carta sobre março/26 publicada 38 dias depois em abril/26.
Resumo
A carta da Armor Capital de março de 2026 tem como tema central os impactos do conflito entre Israel/EUA e Irã sobre os mercados globais e domésticos, com destaque para a disparada do petróleo — que avançou cerca de 60% no mês — e o consequente ambiente de aversão ao risco e pressão inflacionária. No Brasil, o Copom iniciou o ciclo de flexibilização com corte de 0,25 p.p., mas a gestora revisou sua projeção para a Selic de 12,0% para 12,50% e para o IPCA de 4,0% para 4,5%, refletindo o novo patamar das commodities energéticas e surpresas altistas na inflação corrente. Em termos de portfólio, a principal contribuição positiva veio da posição comprada em real e vendida em euro, enquanto as posições em renda variável e juros aplicados foram detratoras de performance.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“a principal contribuição positiva para o desempenho no mês veio da posição comprada em real e vendida em euro, ancorada na tese de divergência de termos de troca: enquanto o Brasil se beneficia do petróleo mais caro, a Europa figura entre as regiões mais penalizadas por esse choque.”
Mantém posição vendida em euro contra real, apostando em divergência de termos de troca, já que a Europa é penalizada pelo petróleo mais caro.
“No câmbio, o real se desvalorizou 1% no mês, ainda assim apresentando desempenho relativamente melhor que seus pares — movimento compatível com a condição do Brasil como exportador líquido de petróleo, o que tende a gerar termos de troca mais favoráveis em um cenário de preços elevados da commodity.”
Vê o real como ativo atrativo no curto prazo, beneficiado por termos de troca mais favoráveis com petróleo elevado, apesar da desvalorização de 1% no mês.
“as posições aplicadas em juros nos EUA e no Brasil foram detratoras de performance, assim como as posições aplicadas em juros nos EUA e no Brasil. Essas estratégias estavam baseadas na expectativa de desaceleração da atividade econômica e na possibilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve ainda em 2026, cenário cuja probabilidade foi significativamente reduzida ao longo do período.”
Manteve posições aplicadas em juros nos EUA apostando em desaceleração e cortes do Fed em 2026, mas reconhece que tal cenário perdeu probabilidade.
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