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AZ Quest Carta Mensal - Abril 2026

Abril 2026 · AZ Quest

Carta de Abril 2026· publicada em 12 de mai de 2026

Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
14
Publicada em
12 de mai de 2026
Trechos únicos
11

Carta sobre abril/26 publicada 41 dias depois em maio/26.

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Resumo

A carta da AZ Quest referente a abril de 2026 descreve um cenário global marcado por inflação elevada, tensões geopolíticas no Oriente Médio e resiliência da atividade econômica americana, fatores que pressionaram as curvas de juros e limitaram o desempenho das estratégias macro e de crédito no período. No Brasil, a deterioração das expectativas inflacionárias e o ambiente de juros restritivos pesaram sobre os ativos domésticos, embora a gestora mantenha posições aplicadas na parte curta da curva de juros, com a visão de que o Banco Central possui espaço para estender o ciclo de cortes por ao menos mais duas reuniões do Copom. Em renda variável, os fundos de ações encerraram o mês com desempenho negativo ou próximo da estabilidade, enquanto a estratégia sistemática Long Short se destacou positivamente, beneficiada pela maior dispersão entre ativos no mercado doméstico.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

14
  1. Trecho compartilhado · 3 ativos

    A carteira segue com maior exposição líquida comprada nos setores de Elétricas, Siderurgia e Mineração e Bancos, enquanto a ponta vendida permanece concentrada em Varejo, Educação e Serviços Financeiros, refletindo uma alocação disciplinada entre controle de risco e captura de oportunidades.

    Serviços Financeiros ·Mantém posição vendida em Serviços Financeiros, setor que figura entre os concentradores da ponta short da carteira long & short.

    Varejo ·Mantém posição vendida concentrada em Varejo, integrando alocação disciplinada entre controle de risco e captura de oportunidades nas estratégias long & short.

    Siderurgia e Mineração ·Mantém exposição líquida comprada em Siderurgia e Mineração, entre os setores de maior alocação na ponta comprada da carteira long & short.

  2. a ponta vendida permanece concentrada em Varejo, Educação e Serviços Financeiros, refletindo uma alocação disciplinada entre controle de risco e captura de oportunidades.

    Mantém posição vendida em Educação, incluindo o setor entre as principais apostas de baixa do long & short por controle de risco.

  3. Trecho compartilhado · 2 ativos

    A carteira mantém maior alocação comprada nos setores de Elétricas, Bancos e Utilidade Pública, enquanto a ponta vendida está concentrada em papéis dos setores de Varejo, Educação e Serviços Financeiros, buscando equilíbrio entre risco e retorno de forma disciplinada.

    Setor Elétrico ·Mantém maior alocação comprada no setor de Elétricas, ao lado de Bancos e Utilidade Pública, buscando equilíbrio disciplinado entre risco e retorno.

    Utilidade Pública ·Mantém alocação comprada em Utilidade Pública, integrando o setor às principais apostas long da carteira, em abordagem disciplinada de equilíbrio entre risco e retorno.

  4. Seguimos com exposição relevante a Bancos, Elétricas e Varejo, refletindo a preferência por companhias com fundamentos sólidos, alta previsibilidade de resultados e potencial de valorização no médio e longo prazo.

    Mantém exposição relevante a Bancos, com preferência por companhias de fundamentos sólidos, alta previsibilidade de resultados e potencial de valorização no médio e longo prazo.

  5. Seguimos com exposição relevante a setores que julgamos bem posicionados para captura de valor no ambiente atual, com destaque para Elétricas, Construção Civil e Bancos.

    Mantém exposição relevante a Construção Civil, vendo o setor como bem posicionado para captura de valor no ambiente atual.

  6. Parte dessas perdas foi compensada por posições compradas em inflação implícita, que se beneficiaram da deterioração das expectativas inflacionárias no período.

    Manteve posições compradas em inflação implícita, que se beneficiaram da deterioração das expectativas inflacionárias e compensaram parte das perdas em juros locais.

  7. Atualmente, mantemos posições aplicadas na parte curta da curva combinadas com estruturas de opções, com a visão de que o Banco Central possui espaço para dar sequência ao ciclo de cortes iniciado em março. Acreditamos que o afrouxamento continuará por pelo menos mais duas reuniões do Copom – ainda que de forma marginal, esse movimento efetivará taxas inferiores às precificadas hoje pela curva de juros futuros.

    Mantém posições aplicadas na parte curta da curva com opções, esperando que o Banco Central estenda o ciclo de cortes por pelo menos mais duas reuniões.

  8. Os setores de maior alocação incluem Bancos, Elétricas e Saneamento Básico.

    Mantém Saneamento Básico entre os setores de maior alocação no fundo de crédito Luce, ao lado de Bancos e Elétricas.

    • +2.0TelecomunicaçõesSETORcl15
    A carteira do fundo está 85% alocada em ativos, sendo 51% em debêntures, cujas maiores alocações estão em Elétricas, Bancos e Telecomunicações.

    Mantém Telecomunicações entre as maiores alocações setoriais da carteira de debêntures do fundo Altro.

    • +1.5RodoviasSETORcl15
    O fundo está com 102% do patrimônio alocado, tendo maior exposição nos setores de Elétricas, Rodovias e Telecomunicações.

    Mantém Rodovias entre as maiores exposições setoriais do fundo de debêntures incentivadas, ao lado de Elétricas e Telecomunicações.

    • +1.5Locadoras de VeículosSETORcl12
    A carteira do fundo possui uma alocação de 86% do patrimônio, sendo 50% em debêntures, com maiores alocações nos setores de Elétricas, Bancos e Locadoras de Veículos.

    Mantém Locadoras de Veículos entre as maiores alocações em debêntures do fundo Supra, ao lado de Elétricas e Bancos.

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