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Itaú Artax - Carta mensal (08/2026)

Agosto 2026 · Itaú Artax

Carta de Agosto 2026· publicada em 09 de set de 2026

Coletada em 15 de set. de 2026 · ⓘ

Ativos extraídos
5
Publicada em
09 de set de 2026
Trechos únicos
5

Carta sobre agosto/26 publicada 39 dias depois em setembro/26.

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Resumo

A carta do Itaú Artax de agosto de 2026 tem como tema central a elevada incerteza macroeconômica global e doméstica, com destaque para o dilema do Fed diante de dados mistos nos EUA — mercado de trabalho fraco, mas núcleo do PCE ainda pressionado —, que elevou a probabilidade implícita de alta de juros em setembro. No Brasil, a gestora observa desaceleração da atividade e um novo corte de 0,25% pelo Banco Central, enquanto aponta trade-offs difíceis para a política monetária diante de riscos simultâneos de desaceleração mais intensa e inflação mais alta no próximo ano. Na carteira, o fundo manteve viés defensivo na renda variável local, utilizando opções para capturar cenários de risk-on no contexto eleitoral, zerou posições aplicadas no Chile e seguiu aplicado em juros no México e em empresas da cadeia de inteligência artificial no exterior.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

5
  1. “A composição da carteira sofreu poucas alterações, com o core ainda investido em empresas da cadeia de inteligência artificial.”

    Mantém o core da carteira internacional investido em empresas da cadeia de inteligência artificial, com poucas alterações no período.

  2. “Seguimos aplicados em juros no México e zeramos a posição aplicada no Chile.”

    Mantém posição aplicada em juros no México, apostando em eventual espaço para cortes adicionais do Banxico caso o Fed não aperte novamente.

  3. “Os cenários parecem depender primordialmente da velocidade de desaceleração da atividade e do comportamento da moeda. O câmbio deve responder ao resultado eleitoral e à expectativa quanto à futura política econômica. De um lado, vemos riscos de uma desaceleração mais forte da atividade, que poderia ser intensificada pelo grau de endividamento do setor privado, ao mesmo tempo em que o setor público parece ter pouco espaço para suavizar o ciclo econômico via política fiscal e para-fiscal.”

    Vê cenário incerto para juros no Brasil, com riscos de desaceleração mais forte da atividade e de inflação elevada, dificultando os trade-offs da política monetária.

  4. “Embora a inflação continue apresentando bons resultados e a moeda tenha voltado a se apreciar — cerca de 2% no mês —, com baixa volatilidade, as taxas de juros acompanharam a abertura da curva americana.”

    Observa apreciação de cerca de 2% do peso mexicano no mês, com baixa volatilidade, apoiada por inflação benigna, embora juros acompanhem abertura da curva americana.

  5. “Diante desse quadro, preferimos zerar nossas posições aplicadas.”

    Zerou as posições aplicadas em juros no Chile diante da incerteza sobre juros americanos, choques de oferta locais e composição desfavorável da inflação.

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