Itaú Artax - Carta mensal (07/2026)
Julho 2026 · Itaú Artax
Coletada em 11 de ago. de 2026 · ⓘ
- Ativos extraídos
- 10
- Publicada em
- 10 de ago de 2026
- Trechos únicos
- 10
Carta sobre julho/26 publicada 40 dias depois em agosto/26.
Resumo
A carta do Itaú Artax de julho de 2026 aborda o cenário macroeconômico global marcado pela instabilidade no Estreito de Hormuz — com a retomada do conflito após breve trégua elevando o petróleo e os juros globais — e pela postura cautelosa do Fed diante de dados mais fracos de emprego e inflação nos EUA. No Brasil, surpresas positivas na inflação e sinais de arrefecimento da atividade aumentaram a probabilidade de novos cortes na Selic, enquanto o principal risco apontado é uma forte depreciação cambial que poderia interromper o ciclo. Em renda variável, o fundo manteve viés defensivo nos ativos locais e ampliou seletivamente a exposição à cadeia de semicondutores no exterior.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“Aproveitamos os movimentos de preços para ampliar, de forma seletiva, nossa exposição a empresas da cadeia de inteligência artificial.”
Ampliou seletivamente exposição a empresas da cadeia de inteligência artificial, aproveitando a forte volatilidade recente no setor de semicondutores no exterior.
“No exterior, o mês foi marcado por forte volatilidade no setor de semicondutores. Aproveitamos os movimentos de preços para ampliar, de forma seletiva, nossa exposição a empresas da cadeia de inteligência artificial.”
Aproveitou a forte volatilidade no setor de semicondutores para ampliar seletivamente a exposição a empresas da cadeia de inteligência artificial no exterior.
“Com a melhora do cenário doméstico descrita acima e o real apreciado, o mercado agora precifica, com altíssima probabilidade, que o BC fará ao menos um corte adicional de 0,25 ponto percentual. Por sua vez, a comunicação dos diretores do Copom segue compatível com a continuidade do ciclo de cortes.”
Espera ao menos mais um corte de 0,25 p.p. na Selic, com espaço limitado às próximas reuniões e risco em depreciação cambial.
“No México, as surpresas para baixo na inflação e um ciclo econômico menos exposto aos setores de forte crescimento nos EUA têm permitido que se conviva com diferenciais de juros historicamente baixos em relação às taxas americanas. Por outro lado, caso se consolide a percepção de que o Fed não elevará os juros, poderia haver espaço para até mais dois cortes de juros.”
Mantém posição aplicada em juros no México, vendo espaço para até mais dois cortes caso se confirme que o Fed não elevará juros.
“Com a melhora do cenário doméstico descrita acima e o real apreciado, o mercado agora precifica, com altíssima probabilidade, que o BC fará ao menos um corte adicional de 0,25 ponto percentual.”
Vê o real apreciado como fator que, junto à melhora doméstica, sustenta expectativa de novo corte da Selic, mas aponta depreciação cambial como principal risco.
“O cenário tornou-se, sem dúvida, mais incerto, justificando a redução das posições. Contudo, ainda somos céticos quanto a uma aceleração mais persistente da atividade.”
Reduziu a posição aplicada em juros no Chile diante do cenário mais incerto, mas segue cético quanto a uma aceleração persistente da atividade.
“A retomada do conflito provocou nova alta nos preços do petróleo e nas taxas de juros globais. Embora ainda não se tenha chegado a um novo acordo, a mera sinalização de proximidade de um novo entendimento fez o preço do petróleo recuar para níveis próximos aos observados após o memorando. A situação segue bastante instável, mas os mercados parecem confiar na normalização do fluxo de petróleo.”
Vê o petróleo em situação instável após retomada do conflito no Estreito de Hormuz, mas nota que os mercados confiam na normalização do fluxo.
“O gráfico de Risco Vs. Retorno apresenta a relação entre a volatilidade anualizada e o retorno acumulado desde o início do fundo, em comparação com índices de mercado como CDI, Ibovespa, IHFA, IMA-B e IRF-M.”
Menciona o Ibovespa apenas como um dos índices de mercado utilizados na comparação de risco versus retorno do fundo, sem emitir visão direcional.
“Em outras palavras, o peso mexicano (MXN) segue sem depreciar e com baixíssima volatilidade, mesmo com risco de alta de juros nos EUA. Embora se possa justificar esse prêmio mais baixo, o quadro implica riscos mais elevados, o que tem levado o Banco do México a adotar uma postura mais cautelosa.”
Vê o peso mexicano estável e pouco volátil apesar do risco de alta de juros nos EUA, quadro que impõe cautela ao Banco do México.
“Seguimos operando aplicado de forma tática na curva de juros brasileira.”
Mantém posição aplicada tática na curva de juros brasileira.
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