Resumo
A JGP avalia que o ambiente externo segue favorável a ativos de risco, com o Fed pausando o ciclo de cortes após 75bps de redução e dados econômicos americanos na "temperatura certa", enquanto o enfraquecimento do dólar impulsionou fluxos para emergentes, metais e bolsas. No Brasil, a gestora projeta crescimento do PIB em torno de 2% a.a. em 2026, sustentado por estímulos parafiscais como a isenção de IR até R$ 5 mil/mês, e antecipa um ciclo moderado de cortes de juros pelo Banco Central da ordem de 250bps, com início em março e ritmo de 50bps por reunião até setembro. O cenário eleitoral, com provável polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro, é apontado como fator de incerteza para a continuidade do ciclo monetário a partir do resultado do pleito.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“O resultado da combinação destes fatos foi o enfraquecimento do Dólar frente a praticamente todas as moedas, com destaque para as moedas emergentes.”
Observa enfraquecimento do Dólar frente a praticamente todas as moedas, com destaque para as emergentes, após ações do governo americano e intervenção verbal no Iene.
“O Banco Central anunciou que vai começar a cortar a taxa de juros em março, mas com "serenidade". Esperamos um ritmo de 50 bps por reunião até setembro, véspera da eleição. Por ora, o que é possível enxergar, é um ciclo moderado de cortes de juros (250 bps) que, junto com o estímulo fiscal, deverá deixar a economia girando próxima do crescimento potencial (2,0% a.a.).”
Projeta ciclo moderado de cortes de juros no Brasil de 250 bps, a 50 bps por reunião de março até setembro, condicionado ao resultado eleitoral.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“O fluxo de capitais para ativos não americanos se intensificou, gerando fortes altas em metais como ouro e prata, e em ações de empresas de países emergentes.”
Ouro ·Observa fortes altas no ouro impulsionadas pelo enfraquecimento do dólar e pela intensificação do fluxo de capitais para ativos não americanos.
Prata ·Observa fortes altas na prata, impulsionadas pelo enfraquecimento do dólar e pela intensificação do fluxo de capitais para ativos não americanos.
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