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Carta Mensal Neo Investimentos - Agosto 2025 (cartas-do-gestor-junho-2025)

Junho 2025 · Neo Investimentos

Carta de Junho 2025· publicada em 18 de ago de 2025

Coletada em 31 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
4
Publicada em
18 de ago de 2025
Trechos únicos
3

Carta sobre junho/25 publicada 3 meses depois em agosto/25.

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Resumo

A carta de junho de 2025 da Neo, assinada pelo economista-chefe Luciano Sobral, tem como tema central a desvalorização do dólar, cujo índice DXY registrou o pior primeiro semestre em 50 anos (-11%), atribuída ao ajuste nas perspectivas de crescimento dos EUA e à expectativa de cortes de juros pelo Fed. No Brasil, a valorização de 14% do real frente ao dólar aliviou pressões inflacionárias e contribuiu para a convergência em torno do fim do ciclo de alta da Selic, embora o gestor aponte deterioração fiscal crescente com a aproximação das eleições de 2026. A carta ressalta que, caso o movimento global do dólar perca força, os fatores domésticos negativos podem interromper o otimismo observado na primeira metade do ano.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

4
  1. o mercado passou a esperar que esse ajuste também seja refletido nas taxas de juros, o que deve reduzir a atratividade de investimentos de curto prazo denominados em dólar.

    Espera que o ajuste de perspectiva de crescimento dos EUA se reflita em queda de juros, reduzindo a atratividade de aplicações curtas em dólar.

  2. O índice DXY terminou o primeiro semestre com o pior desempenho (-11%) para períodos similares nos últimos 50 anos. Não é preciso lançar mão de teorias de perda de hegemonia do dólar como reserva de valor global para explicar esse movimento: ao posicionamento e valorização exagerados do início do ano seguiu-se um importante ajuste de perspectiva de crescimento dos EUA com relação ao resto do mundo.

    Atribui a queda de 11% do DXY no semestre ao ajuste de posicionamento exagerado e à revisão das perspectivas de crescimento dos EUA.

  3. A valorização de 14% do real contra o dólar no período (similar ao movimento do euro/dólar) tem aliviado as pressões na inflação e fez com que Banco Central e o mercado convergissem em julgar adequado um fim, ao menos temporário, no ciclo de altas da Selic.

    Renda Fixa Brasil ·Vê fim, ao menos temporário, do ciclo de altas da Selic, com Banco Central e mercado convergindo após valorização do real aliviar pressões inflacionárias.

    Real brasileiro ·Vê valorização de 14% do real ante o dólar aliviando pressões inflacionárias e justificando pausa, ao menos temporária, no ciclo de altas da Selic.

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