Juros brasileiros
-0.2Visões de 5 gestoras em 5 cartas, entre junho de 2026 e agosto de 2026.
Série de consenso
Escala −3 a +3Posições das gestoras
Alocação macro em renda fixa por indexador (Pré / IPCA+ / Selic / Outros), agregada entre os fundos do universo e declarada à CVM.
Total em renda fixa: R$ 15,77 bi em ago/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.
O que dizem as cartas
5 cartasMantaro Capital +2.0clareza 0.35“a curva de juros, que precifica um cenário de juros altos por muito tempo, refletindo a preocupação do mercado com o risco fiscal. Esse efeito se transmite para a bolsa através de múltiplos extremamente baixos, sobretudo nas empresas mais ligadas ao mercado doméstico.”
Vê curva de juros precificando juros altos por período prolongado, refletindo preocupação com risco fiscal e comprimindo múltiplos de empresas domésticas.
Itaú Janeiro +2.5clareza 0.72“O portfólio segue majoritariamente aplicado em juros (ou vendido em taxa), globalmente, com destaque para Brasil, Reino Unido, África do Sul e Colômbia.”
Mantém posição aplicada em juros brasileiros, entre os destaques globais do portfólio, apostando na queda das taxas em meio ao processo desinflacionário.
Galapagos Capital -2.0clareza 0.85“Nosso cenário base segue sendo de pausa em agosto, em 14,25% a.a., e essa deveria ser a decisão do Comitê. Os fundamentos tornam pouco sustentável a continuidade dos cortes: atividade puxada por setores cíclicos, mercado de trabalho na mínima histórica com salários reais acima da produtividade, hiato em terreno positivo, inflação corrente acima do teto e expectativas em desancoragem adicional.”
Espera pausa do Copom em agosto com Selic em 14,25%, dado atividade resiliente, mercado de trabalho apertado, inflação acima do teto e expectativas desancoradas.
Neo Investimentos 0.0“Os próximos grandes movimentos da Selic no Brasil, na nossa visão, devem ocorrer após a definição da corrida eleitoral, quando tivermos mais visibilidade sobre a política econômica a ser adotada de 2027 em diante.”
Vê próximos grandes movimentos da Selic condicionados ao desfecho eleitoral e à maior visibilidade sobre a política econômica de 2027 em diante.
jun/2026Carta Mensal Neo Investimentos - Julho 2026 (cartas-do-gestor-junho-2026)Kinea Investimentos -2.0clareza 0.72“A Selic em 14%-15% deveria ser uma taxa emergencial. O que chama atenção é que, mesmo nesse nível, o Banco Central não consegue iniciar um ciclo consistente de cortes. A economia segue aquecida, a inflação de serviços permanece pressionada, o mercado de trabalho continua apertado e o fiscal voltou a adicionar risco.”
Vê a Selic em 14%-15% como taxa emergencial que o Banco Central não consegue cortar diante de economia aquecida, serviços pressionados e risco fiscal.
jun/2026Carta Mensal Kinea Investimentos - Junho 2026 (Apollo 13: A mudança de rumo nos…