Carta Mensal Persevera - Agosto 2025 (A estratégia do caos)
Agosto 2025 · Persevera Asset Management
- Conceitos extraídos
- 5
- Publicada em
- 06 de ago de 2025
- Trechos únicos
- 5
Resumo
A carta da Persevera, intitulada "A estratégia do caos", analisa a guerra tarifária de Trump como uma tática deliberada de pressão máxima seguida de concessões, que tem se mostrado eficaz para os Estados Unidos e contribuído para um ambiente goldilocks global. No Brasil, a gestora destaca a resiliência do real como âncora dos ativos domésticos, apesar das tarifas de 50% e da deterioração política marcada pela "fadiga de liderança" em relação a Lula e Bolsonaro. No posicionamento, a Persevera encerrou julho com posição líquida vendida em ações brasileiras, acelerou o flight to quality no crédito privado e realocou exposição em renda variável para bolsas internacionais e Bitcoin.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Ao longo do mês fizemos ajustes relevantes na estratégia de ações e encerramos julho com posição líquida vendida em ações brasileiras, preservando a convicção na tese de médio prazo e a flexibilidade para recompor risco de forma tática quando os sinais melhorarem.”
Encerrou julho com posição líquida vendida em ações brasileiras por cautela com o cenário político, mantendo convicção na tese estrutural de médio prazo.
“O Bitcoin manteve momentum técnico favorável, renovou máximas históricas e segue como bom diversificador de portfólios.”
Ve Bitcoin com momentum tecnico favoravel apos renovar maximas historicas e o considera bom diversificador de portfolios, ampliando exposicao tatica ao ativo.
“Apesar da pressão sobre os ativos domésticos, o real foi o principal destaque. Desde o início da turbulência tarifária, a moeda brasileira figurou entre as de melhor desempenho contra o dólar, atuando como âncora de estabilidade para os demais ativos.”
Vê o real como destaque resiliente diante da turbulência tarifária, mantendo tese estrutural de apreciação, embora tenha reduzido taticamente a posição vendida em dólar.
“No entanto, interpretamos o fortalecimento recente do dólar como soluço temporário. Conforme os acordos forem sendo fechados, Trump terá como objetivo claro enfraquecer a sua moeda e possui criatividade e determinação para fazer isso.”
Vê o fortalecimento recente do dólar como soluço temporário, esperando enfraquecimento estrutural conforme Trump avança nos acordos comerciais com determinação para depreciar a moeda.
“Discordamos veementemente dessa leitura do banco. A inflação surpreendeu positivamente em quase todos os componentes, levando economistas a revisarem projeções para baixo — de quase 6% para algo próximo de 4,5%. Essa melhora acelerada pode abrir espaço para cortes antes do timing hoje sinalizado, ainda que o Copom queira ver expectativas mais próximas de 3,5% antes de agir.”
Discorda da postura restritiva do Copom e vê espaço para cortes de juros antes do sinalizado, dada inflação surpreendendo positivamente e revisões para baixo.
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