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Carta Mensal Persevera Asset Management - Setembro 2025 (Entre ciclos)

Setembro 2025 · Persevera Asset Management

Carta de Setembro 2025· coletada em 04 de set de 2025 · publicação até 1 dia antes

Coletada em 04 de set. de 2025 ·

Ativos extraídos
9
Publicada em
04 de set de 2025
Trechos únicos
8
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Resumo

A carta da Persevera, intitulada "Entre ciclos", analisa a virada de política monetária sinalizada por Powell em Jackson Hole como ponto de partida para um novo ciclo de flexibilização nos Estados Unidos, com reflexos construtivos para ativos emergentes, em especial o Brasil. No cenário doméstico, a gestora destaca a deflação do IPCA-15 de agosto e as 14 semanas consecutivas de revisões baixistas nas expectativas de inflação como evidências de desinflação consistente, contrastando com o que classifica como postura excessivamente hawkish do Banco Central. Com base nesse diagnóstico, a Persevera mantém preferência por prefixados longos na renda fixa, posição vendida em dólar contra o real e postura seletiva e defensiva em renda variável, reduzindo exposição a ativos domésticos e crédito privado de maior prazo.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

9
  1. Mesmo durante os momentos de maior turbulência institucional, o real mostrou firmeza e não sofreu desvalorização desproporcional. Em nossa visão, a sua tendência permanece inabalável e sem sinais de reversão.

    Vê o real resiliente, com tendência de apreciação estrutural inabalável apesar de turbulências institucionais, mantendo posição vendida em dólar contra a moeda brasileira.

  2. Ainda assim, parte do prêmio de um Fed mais dovish segue não precificado, o que reforça o viés estrutural negativo para o dólar nos próximos meses e sustenta a atratividade relativa do real.

    Mantém viés estrutural negativo para o dólar nos próximos meses, com prêmio de um Fed mais dovish ainda não totalmente precificado.

  3. permanecemos cautelosos com ativos atrelados ao IPCA e com vencimentos mais curtos.

    Mantém cautela com NTN-Bs atreladas ao IPCA e de vencimentos mais curtos, preferindo prefixados longos diante do cenário de desinflação e Banco Central hawkish.

  4. A Lei Magnitsky tem sido o principal catalisador de estresse no setor bancário, com impacto particular sobre os títulos do Banco do Brasil. As letras financeiras do banco perderam liquidez e passaram a performar pior do que o mercado em geral.

    Vê os títulos do Banco do Brasil pressionados pela Lei Magnitsky, com letras financeiras perdendo liquidez e performance inferior ao mercado.

  5. a bolsa americana também manteve viés construtivo, sustentada pela expectativa de cortes do Fed e pela resiliência dos lucros corporativos.

    Mantém viés construtivo na bolsa americana, sustentado por expectativa de cortes do Fed e resiliência dos lucros, com posição comprada porém reduzida.

    • -1.5BitcoinATIVOcl72
    Notamos uma deterioração significativa nos indicadores técnicos do Bitcoin — uma correção natural após o rali recente. Houve uma forte rotação para outros ativos, como o Ethereum, mas que não afeta nossa convicção estrutural de longo prazo em Bitcoin.

    Vê deterioração técnica no Bitcoin após rali recente e reduziu alocação, mas mantém convicção estrutural de longo prazo apesar da rotação para Ethereum.

  6. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Identificamos ainda outras oportunidades — por exemplo, a troca de debêntures da Itaúsa por perpétuas do Itaú —, estratégia que pode ser expandida para outros bancos, não necessariamente com emissores idênticos, mas sim com qualidades de créditos idênticas.

    Itaú ·Identifica oportunidade na troca de debêntures da Itaúsa por perpétuas do Itaú, estratégia replicável a bancos com qualidade de crédito equivalente.

    Itaúsa ·Identifica oportunidade na troca de debêntures da Itaúsa por perpétuas do Itaú, estratégia replicável a emissores com qualidade de crédito equivalente.

  7. A forte recuperação da bolsa brasileira — sustentada pela forte temporada de resultados e pelo posicionamento técnico favorável, e apesar de ruídos episódicos, como declarações do STF e pesquisas eleitorais que geraram volatilidade desproporcional — acabou pesando marginalmente sobre nossa estratégia tática mais defensiva em ativos de risco domésticos.

    Reconhece forte recuperação do Ibovespa, sustentada por resultados sólidos e técnicos favoráveis, mas mantém postura tática defensiva em ativos domésticos.

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