Quantitas - Carta mensal (04/2026)
Abril 2026 · Quantitas
Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 18
- Publicada em
- 06 de mai de 2026
- Trechos únicos
- 13
Carta sobre abril/26 publicada 35 dias depois em maio/26.
Resumo
A carta de abril de 2026 da Quantitas tem como tema central os impactos da extensão do conflito no Oriente Médio sobre a política monetária global e brasileira, com destaque para a piora das expectativas de inflação no Brasil — a projeção Focus para 2028 avançou de 3,5% para 3,64% — e o consequente enxugamento do espaço para cortes de juros, com a gestora projetando Selic terminal em 13% com viés altista. No posicionamento, os fundos multimercados mantiveram dinâmica tática, com estruturas vendidas no trecho curto de juros nominais e posições aplicadas em juros reais no médio/longo prazo, enquanto o fundo de crédito privado registrou reversão de spreads na segunda quinzena após abertura no início do mês, com Hapvida como destaque positivo e Tupi Energia, Cosan e Brasil Tecpar como contribuições negativas.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
Trecho compartilhado · 4 conceitos
“Continuamos vendidos em Ambev, SLC e Time comprados em bancos e construtoras de baixa renda.”
Ambev ·Mantém posição vendida em Ambev no fundo long-short, fiel ao fundamento intrínseco da tese.
Bancos ·Mantém posição comprada em bancos no fundo long-short, ao lado de construtoras de baixa renda, contra vendas em Ambev, SLC e Time.
SLC Agrícola ·Mantém posição vendida em SLC Agrícola, fiel ao fundamento intrínseco e em linha com a tese sobre papéis relacionados à guerra.
Construtoras de baixa renda ·No long-short, mantém posição comprada em construtoras de baixa renda, ao lado de bancos, contrabalançando vendas em Ambev, SLC e Time.
“Continuamos vendidos em Ambev, SLC e TIM e comprados em bancos e construtoras de baixa renda.”
Mantém posição vendida em TIM no fundo long-short, fiel ao fundamento intrínseco do papel.
“Hojenossaprojeçãoé13%nofinaldociclo,mascomviésaltistapara essenúmero.”
Projeta Selic terminal em 13% ao final do ciclo, com viés altista, diante do encurtamento do espaço para corte após piora inflacionária.
Trecho compartilhado · 3 conceitos
“Em abril, voltamos a consumir parte do caixa acumulado nos últimos meses, com aquisições principalmente de Equatorial, Hapvida, Rumo e Suzano.”
Suzano ·Aumentou a posição em Suzano em abril, utilizando parte do caixa acumulado nos meses anteriores.
Equatorial ·Aumentou a posição em Equatorial em abril, consumindo parte do caixa acumulado nos meses anteriores.
Rumo Logística ·Aumentou posição em Rumo em abril, consumindo parte do caixa acumulado nos meses anteriores no fundo long-only.
“Além disso, trocamos nossa exposição em Itaúsa por ações do Itaú.”
Trocou a exposição em Itaúsa por ações do Itaú, reduzindo a posição na holding em favor do banco diretamente.
“No período, reduzimos principalmente as posições em Banco do Brasil e Axia.”
Reduziu a posição em Banco do Brasil ao longo de abril, consumindo parte do caixa em outras aquisições no portfólio long-only.
“Além disso, trocamos nossa exposição em Itaú sa por ações do Itaú.”
Substituiu a exposição em Itaúsa por ações do Itaú, preferindo o banco diretamente em vez da holding.
“As contribuições positivas vieram de SLC e São Martinho, enquanto as contribuições negativas decorreram das posições compradas em Suzano e Stone.”
Aponta São Martinho como contribuição positiva para o resultado do fundo long-short em abril.
“Embora o emissor Hapvida tenha sido o destaque positivo e performado cerca de 600% do CDI no mês, isso foi mais do que compensado pelos papéis que apresentaram abertura de spread, os quais incluem Tupi Energia, Cosan, e Brasil Tecpar.”
Destaca Hapvida como principal contribuição positiva do mês em crédito privado, com performance de cerca de 600% do CDI após estabilização do caso.
“As contribuições negativas decorreram das posições compradas em Suzano e Stone.”
Mantém posição comprada em Stone no fundo long-short, embora o papel tenha contribuído negativamente para o resultado em abril.
“os papéis que apresentaram abertura de spread, os quais incluem Tupi Energia, Cosan, e Brasil Tecpar.”
Cita Cosan entre os papéis que sofreram abertura de spread em abril, contribuindo negativamente para a carteira de debêntures do fundo.
“A melhora começou com fechamento de spreads offshore, acompanhando a recuperação do sentimento em diversos mercados, e se consolidou à medida que estabilizaram casos micro, como Hapvida e Aegea.”
Vê a Aegea como caso micro que se estabilizou em abril, contribuindo para o fechamento dos spreads de crédito após início de mês ruim.
“Nos últimos 36 meses, o Montecristo acumula alta de 48,9%, ante alta de 79,4% do Ibovespa no mesmo período.”
Reporta que o fundo Montecristo acumulou alta de 48,9% nos últimos 36 meses, ante 79,4% do Ibovespa no mesmo período.
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