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Carta Mensal Santander - Abril 2026

Abril 2026 · Santander Asset Management

Carta de Abril 2026· publicada em 06 de abr de 2026

Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
6
Publicada em
06 de abr de 2026
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6
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Resumo

A carta de abril de 2026 da Santander Asset Management aborda o início do ciclo de cortes da Selic no Brasil — com redução de 0,25%, para 14,75% — em um cenário marcado por tensões geopolíticas no Oriente Médio e alta do petróleo, que pressionam a inflação globalmente. A gestora revisou sua projeção de IPCA 2026 para 4,6% e mantém expectativa de Selic em 12,5% ao final do ano, avaliando que os vetores de médio prazo — moderação do mercado de trabalho, desaceleração da demanda e estabilidade cambial — sustentam a continuidade do ajuste monetário em passos conservadores. Nos portfólios, o posicionamento construtivo em renda fixa prefixada e em renda variável local gerou resultados negativos no mês, impactados pela alta dos juros na curva e pelo recuo do Ibovespa.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

6
  1. Ao longo do mês, carregamos posições aplicadas em títulos prefixados e comprada em ativos atrelados à inflação de vencimentos longos.

    Mantém posição comprada em títulos atrelados à inflação de vencimentos longos, refletindo visão construtiva para a renda fixa local.

  2. No Brasil, o ambiente internacional trouxe maior volatilidade e correção dos preços após o movimento de valorização dos últimos meses. Ainda assim, com a expectativa de retomada dos fluxos e queda dos juros, mantemos visão construtiva para a Bolsa local.

    Mantém visão construtiva para a Bolsa local, apoiada pela expectativa de retomada dos fluxos e queda dos juros, apesar da volatilidade recente.

  3. Considerando que o mercado de renda fixa reflete um espaço limitado para cortes ao longo do ano, há um potencial atrativo de retornos nas posições em renda fixa local, desde que o cenário de tensões geopolíticas se mostre limitado no tempo.

    Vê potencial atrativo de retornos na renda fixa local, já que o mercado precifica espaço limitado para cortes, condicionado a tensões geopolíticas curtas.

  4. No cenário internacional, com a pressão recente dos preços do petróleo, esperamos que a convergência da inflação americana para a meta seja mais lenta, mas a trajetória de desaceleração deve continuar, sustentando a expectativa de cortes de juros pelo Fed ao longo do ano.

    Vê pressão recente do petróleo tornando a convergência da inflação americana à meta mais lenta, sem impedir a continuidade da desaceleração e dos cortes do Fed.

  5. O elevado diferencial de juros entre Brasil e EUA e a potencial retomada da entrada de recursos estrangeiros nos mercados locais seguem como fatores de suporte ao Real. Ainda assim, a evolução dos temas relacionados ao quadro fiscal e ao cenário eleitoral doméstico permanece como ponto de atenção e pode exercer pressão sobre o câmbio ao longo de 2026.

    Vê o Real sustentado pelo elevado diferencial de juros e potencial retomada do fluxo estrangeiro, mas com riscos fiscais e eleitorais pressionando o câmbio em 2026.

  6. No Brasil, o Ibovespa acompanhou o movimento negativo das Bolsas globais, mas sofreu uma queda de menor magnitude, beneficiado pela participação relevante do setor de petróleo e gás, que teve comportamento positivo no mês. Em termos setoriais, praticamente todos os segmentos do Ibovespa recuaram, com exceção do setor de óleo e gás, que se beneficiou da alta dos preços do petróleo.

    Observa que o setor de petróleo e gás sustentou o Ibovespa no mês, sendo o único segmento em alta, beneficiado pela valorização do petróleo.

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