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Santander Asset Management - Carta do gestor (09/2026)

Setembro 2026 · Santander Asset Management

Carta de Setembro 2026· publicada em 04 de set de 2026

Coletada em 05 de set. de 2026 ·

Ativos extraídos
10
Publicada em
04 de set de 2026
Trechos únicos
9
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Resumo

A carta da Santander Asset Management referente a agosto de 2026 discute o ambiente de incerteza geopolítica e seus reflexos sobre energia e inflação global, destacando o tom mais cauteloso do Fed diante da desinflação lenta nos EUA e o risco crescente de alta de juros americanos. No Brasil, o Copom reduziu a Selic para 14,0% em meio a dados de inflação mais benignos — com o IPCA-15 registrando deflação de 0,4% em agosto — e sinais de desaceleração gradual da atividade, com projeção de IPCA em 5,0% para o ano. Nas carteiras, a gestora manteve postura neutra em renda fixa e renda variável local, com viés favorável para bolsas globais, atuando taticamente no câmbio e com maior seletividade no crédito privado; a seção "Minutos do Gestor" aborda a integração de fatores ASG como componente estratégico complementar à análise financeira tradicional.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

10
  1. Ao longo do mês, aumentamos a participação do setor de utilities em nossas carteiras, enquanto o setor financeiro teve sua exposição reduzida.

    Elevou a exposição ao setor de utilities nas carteiras ao longo do mês, em contrapartida à redução da participação no setor financeiro.

  2. Acreditamos que a dinâmica dos últimos meses tende a se prolongar, com as Bolsas globais suportadas pelo bom desempenho do setor de tecnologia e por resultados corporativos robustos, mesmo com os riscos em relação ao quadro geopolítico a à política monetária.

    Mantém viés favorável às Bolsas globais, esperando continuidade da alta sustentada por tecnologia e resultados corporativos robustos, apesar de riscos geopolíticos e monetários.

  3. Seguimos com visão neutra para a renda variável local e viés favorável para as Bolsas globais. Acreditamos que a dinâmica dos últimos meses tende a se prolongar, com as Bolsas globais suportadas pelo bom desempenho do setor de tecnologia e por resultados corporativos robustos, mesmo com os riscos em relação ao quadro geopolítico a à política monetária.

    Vê o setor de tecnologia nos EUA como sustentáculo do bom desempenho das Bolsas globais, apoiado por resultados corporativos robustos, apesar de riscos geopolíticos e monetários.

  4. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Permanecemos posicionados de forma tática em Real contra o dólar e em iene contra o franco suíço.

    Franco suíço ·Mantém posição tática vendida em franco suíço contra o iene, dentro de postura neutra para o mercado de câmbio.

    Iene ·Mantém posição tática comprada em iene contra o franco suíço, dentro de postura neutra para o mercado de câmbio.

  5. o setor financeiro teve sua exposição reduzida.

    Reduziu a exposição ao setor financeiro nas carteiras, em movimento contrário ao aumento em utilities, dentro de postura neutra para renda variável local.

  6. Em agosto, o Real foi pressionado principalmente pela saída de investidores estrangeiros dos mercados locais e pelo ambiente externo mais cauteloso. O tom mais duro do Fed em relação à evolução da inflação americana fortaleceu globalmente o dólar e pressionou as moedas de países emergentes. No entanto, a manutenção do elevado diferencial de juros e a alta das commodities em parte do mês ajudaram a limitar uma desvalorização mais acentuada da moeda brasileira.

    Mantém visão neutra e atuação tática no Real, vendo pressão do Fed mais duro mitigada pelo diferencial de juros elevado e alta das commodities.

  7. Seguimos com visão neutra para a renda variável local e um viés favorável para as Bolsas globais. Em agosto, o Ibovespa apresentou forte queda na primeira metade do mês, pressionado pela saída de investidores estrangeiros, e recuperou parte das perdas na segunda metade, encerrando o mês com ligeira queda, diante da recomposição de posições em ações mais descontadas e do avanço das empresas ligadas ao setor de commodities.

    Mantém visão neutra para o Ibovespa, com perspectivas menos favoráveis diante dos juros elevados e incertezas políticas, preferindo Bolsas globais.

  8. Nos EUA, a parte curta da curva de juros apresentou alta em agosto, refletindo o tom mais duro do Fed (banco central norte-americano) e o aumento da probabilidade de elevação da taxa básica de juros nos próximos meses.

    Observa alta dos juros curtos nos EUA em agosto, refletindo tom mais duro do Fed e maior probabilidade de elevação da taxa básica nos próximos meses.

  9. os juros nominais recuaram nos vencimentos mais curtos e subiram nos mais longos

    Observa que os juros nominais recuaram nos vencimentos mais curtos e subiram nos mais longos, indicando steepening da curva de DI futuro.

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