Santander Asset Management - Carta do gestor (08/2026)
Agosto 2026 · Santander Asset Management
Coletada em 07 de ago. de 2026 · ⓘ
- Ativos extraídos
- 11
- Publicada em
- 06 de ago de 2026
- Trechos únicos
- 10
Resumo
A carta da Santander Asset Management de agosto de 2026 discute o cenário macroeconômico de julho, destacando a manutenção dos juros pelo Fed (3,50%–3,75%) e pelo BCE (2,25%) em meio a incertezas geopolíticas, enquanto no Brasil o Copom reduziu a Selic em 0,25 p.p., para 14%, com projeção de IPCA em 5,0% ao final do ano. Na seção "Minutos do Gestor", o Head de Renda Variável Roberto Chagas analisa o comportamento histórico do IDIV frente ao Ibovespa após eleições presidenciais de 2010 a 2022, argumentando que empresas com geração recorrente de caixa e histórico de dividendos apresentaram retornos superiores aos principais índices em diferentes ciclos políticos e econômicos.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Mantivemos posições compradas em Real e peso mexicano contra o dólar, além de uma alocação comprada em moedas de países desenvolvidos, agora contra o euro, e não mais contra o dólar.”
Euro ·Mantém posição vendida em euro, via alocação comprada em moedas de países desenvolvidos contra a moeda europeia, substituindo o short em dólar.
Peso mexicano ·Mantém posição comprada em peso mexicano contra o dólar, refletindo viés positivo para o mercado de câmbio.
“Ainda assim, o patamar elevado dos juros e as incertezas locais seguem recomendando cautela na exposição à renda variável.”
Mantém visão neutra para o Ibovespa, recomendando cautela na exposição à renda variável local diante dos juros elevados e das incertezas domésticas.
“Estamos mantendo visão neutra para a renda variável local e um viés favorável para as Bolsas globais. Em julho, os setores mais defensivos tiveram desempenho superior ao das empresas ligadas ao segmento de tecnologia/IA. Esse movimento refletiu, principalmente, a expectativa de que os juros permaneçam elevados por mais tempo nas principais economias globais, cenário que tende a pressionar as empresas de crescimento, cujos resultados esperados estão mais concentrados no longo prazo.”
Mantém viés favorável às Bolsas globais, ainda que juros elevados por mais tempo pressionem empresas de crescimento ligadas a tecnologia e IA.
“o setor de mineração teve sua exposição reduzida.”
Reduziu a exposição ao setor de mineração nas carteiras ao longo do mês.
“Em julho, o Real foi favorecido pela manutenção do elevado diferencial de juros em relação às economias desenvolvidas, pelo enfraquecimento global do dólar e pela alta do petróleo. Esses fatores seguem oferecendo suporte à moeda brasileira e ajudaram a explicar seu desempenho positivo no mês. Ainda assim, entendemos que o espaço para uma valorização mais expressiva permanece limitado diante das incertezas domésticas.”
Mantém visão neutra com viés positivo para o Real, sustentado pelo diferencial de juros, dólar fraco e petróleo, mas vê valorização adicional limitada por incertezas domésticas.
“as posições no setor de consumo tiveram contribuição positiva no mês.”
Relata que as posições no setor de consumo geraram contribuição positiva para o resultado no mês.
“A manutenção da volatilidade no quadro geopolítico global em julho provocou alta dos preços do petróleo ao longo do mês, reforçando as preocupações com os possíveis impactos dos preços de energia sobre a inflação global.”
Observa que a volatilidade geopolítica elevou os preços do petróleo em julho, reforçando preocupações com impactos dos preços de energia sobre a inflação global.
“No Brasil, o Copom deu continuidade ao ciclo de flexibilização monetária em sua última reunião, promovendo uma redução de 0,25% da taxa Selic, para 14%.”
Observa que o Copom seguiu o ciclo de flexibilização monetária, reduzindo a Selic em 0,25 p.p. para 14%, com comunicação cautelosa.
“Em termos setoriais, o segmento de petróleo foi o principal contribuinte para o desempenho do Ibovespa, enquanto utilities foi o maior detrator.”
Aponta o setor de petróleo como principal contribuinte para o desempenho do Ibovespa no mês, enquanto utilities foi o maior detrator.
“a curva de juros recuou nos vencimentos mais curtos”
Observa recuo da curva de juros nos vencimentos mais curtos em julho, refletindo melhora qualitativa da inflação e sinais de desaceleração da atividade.
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