Verde Scena XP - 2026-05
Maio 2026 · Verde Asset
Coletada em 29 de mai. de 2026 · ⓘ
- Ativos extraídos
- 11
- Publicada em
- 10 de jun de 2026
- Trechos únicos
- 8
Carta sobre maio/26 publicada 40 dias depois em junho/26.
Resumo
Em maio de 2026, o Scena registrou ganhos em bolsa global e no livro de crédito, com perdas em bolsa brasileira, na posição comprada em Real e nas posições aplicadas em pré. A gestora destaca a retomada do tema "Excepcionalismo Americano", impulsionado pelo avanço da Inteligência Artificial e pela resiliência da economia americana, o que contribuiu para a reversão de fluxos no mercado local e para a queda de 7,22% do Ibovespa no mês. No cenário externo, a Verde analisa os fatores que têm contido os preços do petróleo apesar da persistência do conflito no Oriente Médio, apontando queda das importações chinesas, trânsito de óleo pelas "sombras" e consumo de estoques estratégicos como principais explicações.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
Trecho compartilhado · 2 ativos
- +2.5TIPSATIVOcl82
- -2.0Inflação implícita americanaMACROcl85
“Em juros globais aumentamos posição comprada nas TIPs e saímos da inflação implícita americana.”
TIPS ·Em juros globais, aumentou posição comprada em TIPs e zerou a inflação implícita americana.
Inflação implícita americana ·Zerou a posição comprada em inflação implícita americana, migrando a exposição inflacionária para TIPs no livro de juros globais.
“Mantivemos a posição comprada no Real, e continuamos a carregar posições em ouro e prata, além de pequena posição em cripto.”
Mantém posição comprada no Real, combinada com alocações em ouro, prata e pequena exposição em cripto.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“continuamos a carregar posições em ouro e prata, além de pequena posição em cripto.”
Ouro ·Mantém posições compradas em ouro, ao lado de prata e pequena alocação em cripto, dentro do livro de metais e ativos alternativos.
Prata ·Mantém posições compradas em prata, ao lado de ouro e pequena alocação em cripto, dentro da estratégia de diversificação do portfólio.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“A resiliência da economia americana, a precificação – mesmo que tímida – de possíveis altas de juro pelo Federal Reserve, e a pujança do ecossistema de IA parecem reforçar esse tema, e temos visto algum fortalecimento do dólar como principal consequência macro dessa lógica.”
Inteligência Artificial ·Vê a pujança do ecossistema de IA como reforço ao tema do excepcionalismo americano, contribuindo para o fortalecimento do dólar.
Dólar (DXY) ·Vê fortalecimento do dólar como consequência macro do retorno do excepcionalismo americano, sustentado por economia resiliente, possível alta de juros do Fed e pujança da IA.
“proeminência, impulsionando novamente todos os ativos ligados à cadeia de semicondutores e capacidade computacional.”
Vê ativos ligados à cadeia de semicondutores e capacidade computacional novamente impulsionados pela proeminência da Inteligência Artificial.
“A continuidade desse movimento trouxe de volta "Excepcionalismo Americano" como tema macro, uma dinâmica que os mercados viveram fortemente em 2023 e 2024, mas que tinha sido substituído por uma busca por diversificação para fora do Dólar em 2025 e início desse ano.”
Vê retomada do Excepcionalismo Americano como tema macro, sustentado pela resiliência da economia, possíveis altas de juros pelo Fed e pujança do ecossistema de IA.
“Isso ficou claramente marcado no Ibovespa esse mês, com uma queda de 7.22%, e embaixo da superfície da bolsa tivemos correções mais profundas ainda.”
Atribui a queda de 7,22% do Ibovespa no mês à reversão de fluxos com a volta do excepcionalismo americano, vendo oportunidades de comprar mais convexidade.
“Dada esta realidade – que ao contrário das previsões mudou pouco no último mês – por que não temos preços de petróleo e derivados substancialmente mais altos? A resposta para esta pergunta passa por três pontos com razoável grau de incerteza: (i) queda forte das importações chinesas de petróleo, explicada por estoques mais altos e um grau surpreendente de destruição de demanda; (ii) trânsito "nas sombras" de parte importante do óleo que ficou retido no estreito de Hormuz; (iii) consumo de estoques estratégicos mais amplos pelo mundo.”
Atribui a ausência de preços de petróleo mais altos à queda das importações chinesas, ao trânsito sombra no Hormuz e ao consumo de estoques estratégicos.
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