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Verde Scena XP - 2026-05

Maio 2026 · Verde Asset

Carta de Maio 2026· publicada em 10 de jun de 2026

Coletada em 14 de jun. de 2026 · ⓘ

Ativos extraídos
11
Publicada em
10 de jun de 2026
Trechos únicos
8

Carta sobre maio/26 publicada 40 dias depois em junho/26.

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Resumo

Em maio de 2026, o Scena registrou ganhos em bolsa global e no livro de crédito, com perdas em bolsa brasileira, na posição comprada em Real e nas posições aplicadas em pré. A gestora destaca a retomada do tema "Excepcionalismo Americano", impulsionado pelo avanço da Inteligência Artificial e pela resiliência da economia americana, o que contribuiu para a reversão de fluxos no mercado local e para a queda de 7,22% do Ibovespa no mês. No cenário externo, a Verde analisa os fatores que têm contido os preços do petróleo apesar da persistência do conflito no Oriente Médio, apontando queda das importações chinesas, trânsito de óleo pelas "sombras" e consumo de estoques estratégicos como principais explicações.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

11
  1. Trecho compartilhado · 2 ativos

    “Em juros globais aumentamos posição comprada nas TIPs e saímos da inflação implícita americana.”

    Juro real EUA ·Em juros globais, aumentou posição comprada em TIPs e zerou a inflação implícita americana.

    Inflação implícita EUA ·Zerou a posição comprada em inflação implícita americana, migrando a exposição inflacionária para TIPs no livro de juros globais.

  2. “Mantivemos a posição comprada no Real, e continuamos a carregar posições em ouro e prata, além de pequena posição em cripto.”

    Mantém posição comprada no Real, combinada com alocações em ouro, prata e pequena exposição em cripto.

  3. Trecho compartilhado · 2 ativos

    “continuamos a carregar posições em ouro e prata, além de pequena posição em cripto.”

    Ouro ·Mantém posições compradas em ouro, ao lado de prata e pequena alocação em cripto, dentro do livro de metais e ativos alternativos.

    Prata ·Mantém posições compradas em prata, ao lado de ouro e pequena alocação em cripto, dentro da estratégia de diversificação do portfólio.

  4. “A resiliência da economia americana, a precificação – mesmo que tímida – de possíveis altas de juro pelo Federal Reserve, e a pujança do ecossistema de IA parecem reforçar esse tema, e temos visto algum fortalecimento do dólar como principal consequência macro dessa lógica.”

    Inteligência Artificial ·Vê a pujança do ecossistema de IA como reforço ao tema do excepcionalismo americano, contribuindo para o fortalecimento do dólar.

    Dólar (DXY) ·Vê fortalecimento do dólar como consequência macro do retorno do excepcionalismo americano, sustentado por economia resiliente, possível alta de juros do Fed e pujança da IA.

  5. “proeminência, impulsionando novamente todos os ativos ligados à cadeia de semicondutores e capacidade computacional.”

    Vê ativos ligados à cadeia de semicondutores e capacidade computacional novamente impulsionados pela proeminência da Inteligência Artificial.

  6. “A continuidade desse movimento trouxe de volta "Excepcionalismo Americano" como tema macro, uma dinâmica que os mercados viveram fortemente em 2023 e 2024, mas que tinha sido substituído por uma busca por diversificação para fora do Dólar em 2025 e início desse ano.”

    Vê retomada do Excepcionalismo Americano como tema macro, sustentado pela resiliência da economia, possíveis altas de juros pelo Fed e pujança do ecossistema de IA.

  7. “Dada esta realidade – que ao contrário das previsões mudou pouco no último mês – por que não temos preços de petróleo e derivados substancialmente mais altos? A resposta para esta pergunta passa por três pontos com razoável grau de incerteza: (i) queda forte das importações chinesas de petróleo, explicada por estoques mais altos e um grau surpreendente de destruição de demanda; (ii) trânsito "nas sombras" de parte importante do óleo que ficou retido no estreito de Hormuz; (iii) consumo de estoques estratégicos mais amplos pelo mundo.”

    Atribui a ausência de preços de petróleo mais altos à queda das importações chinesas, ao trânsito sombra no Hormuz e ao consumo de estoques estratégicos.

  8. “Isso ficou claramente marcado no Ibovespa esse mês, com uma queda de 7.22%, e embaixo da superfície da bolsa tivemos correções mais profundas ainda.”

    Atribui a queda de 7,22% do Ibovespa no mês à reversão de fluxos com a volta do excepcionalismo americano, vendo oportunidades de comprar mais convexidade.

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