Galapagos Capital
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- Cartas processadas
- 59
- Ativos únicos
- 28
- Clareza média
- 51%
- AUM total
- R$ 2,69 bi
Galapagos Capital é uma gestora multi-asset fundada em 2019 por Carlos Fonseca (ex-head de Private Equity do BTG Pactual). Opera asset management, wealth e investment banking; cresceu via aquisições, incluindo Frontier Capital, Taler e Cypress.
Composição declarada à CVM (dado público) — auto-gerado, sem curadoria editorial.
Posições declaradas (CVM)
Do que esta casa é feita
Posições consolidadas de todos os fundos da casa, mês a mês. Em Alocação, o peso de cada categoria/ticker no PL (soma ~100% com “Outros”). Em Exposição, soma os derivativos assinados (comprado acima do zero, vendido abaixo).
Última carteira ≥90% divulgada: mar/2026. Gestores de ações podem divulgar a composição à CVM com defasagem (confidencialidade), em geral de 3 a 6 meses.
Trecho pontilhado = última carteira conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.
Última carteira divulgada: mar/2026
Valores no gráfico ao passar o mouse (última carteira ≥90% divulgada à CVM). “Outros” é o residual do PL.
Derivativos
Posicionamento via futuros
Exposição comprada e vendida via contratos futuros, por subjacente. O comprado fica acima do zero, o vendido abaixo, e a linha mostra o líquido.
Exposição assinada: comprado acima do zero, vendido abaixo. Valores em notional de mercado.
Trecho pontilhado = última posição conhecida, carregada adiante. A CDA da CVM não tem preço ao vivo — pode não refletir a posição atual.
Renda fixa
Alocação macro em renda fixa
Composição declarada à CVM (dado público)
Total em renda fixa: R$ 89,43 mi em ago/2026 (última carteira ≥90% divulgada à CVM). Trechos sem nova divulgação repetem a última composição conhecida.
Estrutura
Fundos da casa (12)▾
| Galapagos Capital Investimentos E Participações – Galapagos MultimercadoMultimercado | R$ 159,99 mi | R$ 169,4 mil | 3 |
| Galapagos Capital Investimentos E Participações – Galapagos Macro MultimercadoMultimercado | R$ 136,31 mi | R$ 63,52 mi | 3 |
| Galapagos Capital Investimentos E Participações – Galápagos FrontierAções | R$ 56,95 mi | R$ 47,36 mi | 16 |
| Galapagos Multi Family Office – Juno Icatu Previdenciário Classe de Investimento Mult Resp Limitada | R$ 49,91 mi | R$ 27,41 mi | 2 |
| Galapagos Multi Family Office – Pgmpe Multimercado Crédito Privado | R$ 49,91 mi | R$ 8,59 mi | 2 |
| Galapagos Capital Investimentos E Participações – Galapagos Quantitativo MultimercadoMultimercado | R$ 46,35 mi | R$ 20,42 mi | 25 |
| Galapagos Capital Investimentos E Participações – Galápagos Frontier | R$ 44,5 mi | R$ 34,63 mi | 15 |
| Galapagos Capital Investimentos E Participações – Galapagos WM US Real EstateMultimercado | R$ 33,34 mi | R$ 637 | 1 |
| Galapagos Capital Investimentos E Participações – Galapagos Global Macro Q MultimercadoMultimercado | R$ 22,72 mi | R$ 5,55 mi | 1 |
| Galapagos Capital Investimentos E Participações – Galapagos Lizard IAções | R$ 10,77 mi | R$ 10,43 mi | 1 |
| Galapagos Capital Investimentos E Participações – Galapagos Evo Strategy MultimercadoMultimercado | R$ 8,77 mi | R$ 2,78 mi | 6 |
| Galapagos Capital Investimentos E Participações – Galápagos Frontier Long Bias | R$ 3,43 mi | R$ 3,11 mi | 15 |
Repertório
Ativos recentes
Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.
Histórico
Cartas processadas
Carta
Agosto 2026Carta de Agosto 2026 · publicada em 11 de set de 2026
0 ativos
Carta Sea LionA carta do Sea Lion FIC FIDC High Grade referente a agosto de 2026 reporta rentabilidade de 1,20% no mês, equivalente a 109,85% do CDI, com a carteira encerrada com 77,48% alocada em FIDCs, spread médio de DI+3,64% e duration de 1,31. O portfólio é composto exclusivamente por cotas seniores, distribuídas entre os segmentos de crédito consignado (25,05% do PL), multicedente/multisacado (47,40% do PL) e consórcios, com destaque para a atualização sobre a situação dos repasses do Estado do Mato Grosso, cujo fluxo de desconto de recebíveis foi parcialmente retomado, mas permanece sob depósito judicial após reversão em segunda instância.
Carta
Agosto 2026Carta de Agosto 2026 · publicada em 11 de set de 2026
0 ativos
Carta DragonO Galapagos Dragon FIDC registrou rentabilidade de 1,21% em agosto de 2026 (110,59% do CDI), com 79,69% do patrimônio alocado em crédito — majoritariamente em FIDCs estruturados (69,43% do PL) — e carrego bruto de CDI+5,22% excluindo caixa. A carteira de crédito estruturado, que respondeu por +1,05% da performance do mês, concentra-se em segmentos como multicedente/multisacado, crédito consignado e benefícios, com destaque para o acompanhamento da situação do Mato Grosso, cujos repasses de consignado seguem parcialmente depositados em conta judicial após reversão parcial de decisão de segunda instância.
Carta
Agosto 2026Carta de Agosto 2026 · publicada em 08 de set de 2026
7 ativos
Agosto 2026A Galapagos Capital avalia que a transição dos principais bancos centrais para um regime de "hold-or-hike" — com Fed inclinado a novo aperto, BCE retomando o ciclo e BOJ em alta provável — torna o quadro doméstico mais desafiador, especialmente com o risco eleitoral brasileiro entrando no radar dos ativos. No Brasil, a deflação do IPCA-15 de agosto é lida como pontual e apoiada em fatores temporários, com a gestora mantendo projeção de IPCA em 5,2% para 2026 e revisando 2027 para 4,5%, enquanto o mercado de trabalho permanece apertado e as expectativas de médio prazo seguem em deterioração. Nesse contexto, a carta defende corte de 25 pontos-base da Selic em setembro seguido de pausa, argumentando que a assimetria de riscos — entre o baixo custo de esperar com juros ainda contracionistas e o alto custo de reverter um ciclo com expectativas desancoradas — justifica cautela adicional.
“Esperamos alta de 25 pontos-base em setembro, para 2,50%, mantendo a expectativa de um ciclo total limitado a 50-75 pontos-base, com risco altista caso o choque energético se torne mais persistente ou os gargalos logísticos do Reno se prolonguem.”
- +2.5Juros europeusmacro· cl 82
“Nesse contexto, interromper o ciclo já a partir da próxima reunião seria uma decisão bem-vinda a nosso ver. A política fiscal do próximo governo deve ser um determinante do juro neutro à frente e da própria função de reação em 2027. Esperar algumas reuniões custa pouco, dado que a Selic permanece em território contracionista, enquanto eventualmente reverter um ciclo com expectativas em deterioração custaria muito mais.”
“caso a inflação não mostre progresso suficientemente rápido em direção à meta, um ciclo moderado de alta tornou-se ligeiramente mais provável do que a manutenção dos juros em 3,50-3,75% por um período prolongado. Diferentes especificações de regras de política monetária, considerando a inflação ainda acima da meta e uma economia operando próxima do pleno emprego, são compatíveis com um ajuste da ordem de 50 a 75 pontos-base, magnitude que consideramos razoável caso o Fed conclua pela necessidade de apertar a política monetária.”
Carta
Julho 2026Carta de Julho 2026 · publicada em 13 de ago de 2026
0 ativos
Carta DragonA carta do Galapagos Dragon FIDC referente a julho de 2026 reporta rentabilidade de 0,93% no mês (76,25% do CDI), com a carteira encerrada com 81,53% do PL alocado em crédito — predominantemente crédito estruturado (80,32% do PL), com spread médio de 5,43% e duration de 1,85 anos. O portfólio é concentrado em FIDCs de diversas estratégias, com destaque para crédito consignado (32,97% do PL) e multicedente/multisacado (26,96% do PL), além de atualização sobre o caso do Mato Grosso, em que repasses seguem sendo depositados judicialmente após reversão parcial em segunda instância. No segmento agro, a carta detalha mudanças estruturais relevantes, incluindo a migração do CRA Portal Agro para um FIAGRO no âmbito de plano aprovado em assembleia de credores.
Carta
Julho 2026Carta de Julho 2026 · publicada em 13 de ago de 2026
0 ativos
Carta Sea LionA carta do Galapagos Sea Lion FIC FIDC High Grade referente a julho de 2026 reporta rentabilidade de 1,33% no mês, equivalente a 109,50% do CDI, com a carteira encerrada com 74,68% alocada em FIDCs e spread médio de DI+3,65%. O fundo mantém alocação exclusiva em cotas seniores com foco em pulverização de emissores e riscos, distribuída entre crédito consignado (24,57% do PL), multicedente/multisacado (45,26% do PL, em 18 FIDCs de 15 consultores distintos) e consórcios. Destaque para o acompanhamento da situação do Estado do Mato Grosso, cujos repasses de crédito consignado seguem sendo depositados judicialmente após reversão parcial de decisão de segunda instância.
Carta
Julho 2026Carta de Julho 2026 · publicada em 10 de ago de 2026
7 ativos
Julho 2026A Carta Macro de julho de 2026 da Galapagos Capital tem como tema central a postura cautelosa dos principais bancos centrais diante de um quadro inflacionário ainda acima das metas, mesmo com sinais de alívio após a dissipação parcial do choque de energia ligado ao conflito no Oriente Médio. Nos Estados Unidos, o Fed manteve os juros em 3,50%–3,75% em meio a debate interno mais hawkish e sinalização ambígua, enquanto o BCE permaneceu vigilante após a alta de 25 pb entregue em junho. No Brasil, o Copom cortou a Selic para 14,00% a.a. e a gestora revisou o cenário para um corte adicional de 25 pb em setembro, sustentado por surpresas baixistas no IPCA e pela confirmação da moderação da atividade no segundo trimestre, embora o quadro fiscal frágil e as expectativas desancoradas limitem o espaço para afrouxamento adicional.
“Continuamos esperando mais 25-50 pontos-base de alta ao longo do ciclo – além dos 25 pb já entregues em junho –, mas a velocidade desse ajuste continuará dependendo da evolução dos preços de energia e, principalmente, da eventual disseminação do choque para salários, inflação de serviços e expectativas de inflação.”
“Em nosso cenário-base, as próximas leituras de inflação devem confirmar a retomada gradual da desinflação, permitindo ao Fed manter os juros estáveis ao longo de 2026. Embora a inflação acumulada em 12 meses permaneça acima da meta por mais tempo, acreditamos que a combinação entre mercado de trabalho estabilizado, moderação salarial e leituras mensais mais compatíveis com a continuidade da desinflação será suficiente para evitar um ciclo moderado de aperto da política monetária.”
“Assim, mantivemos a revisão que tínhamos feito do nosso cenário de Selic antes da reunião de agosto. A Selic terminal, anteriormente de 14,00% a.a., com pausa prolongada a partir de agosto, passou para 13,75% a.a., incorporando um corte adicional de 25 pb na reunião de setembro.”
Carta
Junho 2026Carta de Junho 2026 · publicada em 13 de jul de 2026
0 ativos
Carta Sea LionA carta do Galapagos Sea Lion FIC FIDC High Grade referente a junho de 2026 reporta rentabilidade de 1,20% no mês (106,81% do CDI), com carteira alocada em 84,10% em FIDCs e spread médio de DI+3,54%. O destaque vai para a atualização sobre a situação do crédito consignado do Estado do Mato Grosso, com a extinção da exigência de depósito judicial em 16/06/2026 e a retomada do repasse direto das retenções aos bancos, além da descrição dos segmentos Multicedente/Multisacado (50,65% do PL) e Consórcios como pilares de diversificação da carteira.
Carta
Junho 2026Carta de Junho 2026 · publicada em 07 de jul de 2026
6 ativos
Junho 2026A Galapagos Capital avalia que, com a distensão no Oriente Médio e o recuo do petróleo aos níveis pré-conflito, o foco dos mercados retornou à persistência inflacionária e à mudança nas funções de reação dos principais bancos centrais — o Fed migrou para um regime de "hold-or-hike", enquanto BCE e BOJ subiram juros. No Brasil, o Copom cortou a Selic em 25pb para 14,25% a.a. em junho com justificativa considerada desconfortável pela gestora, ancorada em horizonte estendido (1T28) diante de um quadro corrente adverso, com IPCA acima do teto da meta, núcleos em 5,1% e mercado de trabalho na mínima histórica. O cenário-base da casa aponta para pausa em agosto, com IPCA projetado em 5,4%-5,5% para 2026 e elevado para 4,5% em 2027, condicionando eventual retomada do ciclo de cortes à re-ancoragem das expectativas e a sinais inequívocos de desaceleração da atividade.
“Nosso cenário base segue sendo de pausa em agosto, em 14,25% a.a., e essa deveria ser a decisão do Comitê. Os fundamentos tornam pouco sustentável a continuidade dos cortes: atividade puxada por setores cíclicos, mercado de trabalho na mínima histórica com salários reais acima da produtividade, hiato em terreno positivo, inflação corrente acima do teto e expectativas em desancoragem adicional.”
“Os mercados passaram a precificar menos de 25 pontos-base de aperto adicional até meados de 2027, enquanto nossa avaliação é de que – à la Trichet – o movimento realizado em junho pode ter representado o único ajuste deste "ciclo".”
“A economia americana continua crescendo em ritmo moderado, sustentada pela combinação de consumo resiliente, ciclo de investimentos ligados à inteligência artificial (IA), impulso fiscal e condições financeiras acomodatícias.”
Carta
Junho 2026Carta de Junho 2026 · publicada em jul de 2026 (estimativa)
0 ativos
Carta DragonO Galapagos Dragon FIDC encerrou junho de 2026 com rentabilidade de 1,28% (114,54% do CDI), com 76,46% do patrimônio alocado em crédito — sendo 71,45% em crédito estruturado, com spread médio de 4,36% e duration de 1,86 anos. A carteira estruturada, principal motor de retorno com contribuição de +1,03% no mês, é diversificada entre FIDCs Multicedentes/Multisacados, crédito consignado, agro, NPL, imobiliário e outras estratégias. Destaque para a normalização dos repasses do crédito consignado do Mato Grosso, com a extinção da exigência de depósito judicial em junho e retomada do fluxo direto de retenções aos bancos.
Carta
Maio 2026Carta de Maio 2026 · publicada em 08 de jun de 2026
6 ativos
Galapagos Carta Mensal - Maio 2026A Galapagos Capital avalia que o choque de energia decorrente do conflito no Oriente Médio tornou o ambiente macroeconômico global mais complexo, reduzindo o espaço para flexibilização monetária nas principais economias e colocando em pauta cenários de alta de juros no Fed e no BCE. No Brasil, a combinação de atividade resiliente, mercado de trabalho na mínima histórica, IPCA-15 acima do teto da meta (4,64% em 12 meses) e núcleos em aceleração levou a gestora a revisar a projeção de IPCA 2026 para 5,4% e a Selic terminal para 14,25% a.a., antecipando um último corte de 25 pb em junho seguido de pausa prolongada.
“A combinação de atividade resiliente, mercado de trabalho robusto e inflação elevada reduziu a urgência para cortes de juros e reforçou a percepção de que a convergência da inflação para a meta poderá exigir juros restritivos por mais tempo.”
“Nossa avaliação continua sendo de um ciclo relativamente curto, limitado a aproximadamente 50-100 pontos-base no total, funcionando principalmente como um movimento de seguro para preservar a credibilidade da política monetária e manter as expectativas de inflação ancoradas.”
“Ponderando entre os fundamentos macroeconômicos e a comunicação recente, antevemos um corte de 25 pb na reunião de junho, levando a Selic para 14,25% a.a., acompanhado de linguagem sugerindo pausa do ciclo de calibragem. Em nossa opinião, os fundamentos tornam pouco sustentável a manutenção de cortes adicionais sem sinais claros de acomodação da economia e franca deterioração das expectativas de inflação, enquanto o tom parcialmente dovish da comunicação sugere um último movimento de ajuste antes da pausa.”
Carta
Março 2026Carta de Março 2026 · publicada em 09 de abr de 2026
2 ativos
Galapagos Carta Mensal - Março 2026A carta de março de 2026 da Galapagos Capital analisa o cenário de "choque global e incerteza local", destacando a reconfiguração da política comercial americana, a indicação de Kevin Warsh para o comando do Federal Reserve e os impactos das tensões geopolíticas no mercado de energia, com normalização de petróleo projetada entre US$ 65 e US$ 70 por barril. No Brasil, a gestora aponta a sinalização do Banco Central para o início do ciclo de cortes da Selic já em março de 2026, com expectativa de encerramento do ano em 12%. Entre os fundos, o Galapagos Dragon e o Sea Lion se destacaram positivamente no mês, enquanto o Frontier Ações recuou 6,6%, ainda acima do índice de Small Caps no período.
“Na última ata do Copom, a autoridade monetária indicou que, caso o cenário de desinflação e as expectativas de mercado (atualmente em torno de 3,9% para 2026) sigam evoluindo favoravelmente, o início do ciclo de cortes de juros deve ocorrer já à reunião de março de 2026.”
“A estrutura das curvas futuras de petróleo sinaliza que os agentes econômicos projetam uma normalização dos preços entre US$ 65 e US$ 70 por barril ao longo de 2026 e 2027.”
Carta
Março 2026Carta de Março 2026 · publicada em 09 de abr de 2026
0 ativos
Galapagos Carta Sea Lion - Março 2026A carta da Galapagos Capital referente ao Sea Lion FIC FIDC High Grade de março de 2026 reporta rentabilidade de 1,30% no mês, equivalente a 107,41% do CDI, com a carteira de FIDCs encerrando o período com spread médio de DI+3,66% e alocação de 84,52% em créditos estruturados. O principal destaque operacional é o acompanhamento da situação do Governo do Mato Grosso, com a retomada dos repasses de crédito consignado após decisões judiciais que suspenderam o decreto legislativo estadual, resultando em reversões de PDD nos fundos com exposição ao estado. A carteira permanece integralmente alocada em cotas seniores de FIDCs pulverizados, com concentração predominante nas faixas de rating A+ (25,8%) e AA- (18,4%), e os segmentos de Multicedentes Multisacados (35,65%) e Crédito Consignado e Benefícios (27,55%) como principais exposições setoriais.
Carta
Abril 2026Carta de Abril 2026 · publicada em 08 de abr de 2026
3 ativos
Galapagos Carta Mensal - Abril 2026A Galapagos Capital avalia, em sua carta de abril de 2026, que o cenário global se tornou mais complexo com a escalada do conflito no Oriente Médio, adicionando um choque energético de viés estagflacionário a um ambiente já marcado por inflação persistente nos Estados Unidos, crescimento frágil na Área do Euro e recuperação desequilibrada na China. No Brasil, a atividade surpreende positivamente no início do ano, sustentada por mercado de trabalho resiliente e crescimento real de salários, mas a inflação voltou a superar expectativas — com núcleos acelerando e expectativas do Focus subindo para 4,36% em 2026 —, levando a gestora a revisar sua projeção de IPCA para 4,50% ao final do ano. Nesse contexto, o cenário-base contempla um corte de 25 pontos-base na reunião do Copom de abril, com ciclo de calibragem gradual e assimétrico e Selic encerrando 2026 em 13% a.a., dado o espaço crescentemente limitado para flexibilização diante dos riscos inflacionários.
“Assim, nosso cenário base permanece de continuidade do ciclo de flexibilização iniciado recentemente, com um corte de 25 pontos-base na reunião de abril, condicionado à ausência de deterioração relevante do ambiente externo, do câmbio ou das expectativas. Ao mesmo tempo, o tom das comunicações recentes reforça que o ciclo deverá ser conduzido de forma cautelosa e assimétrica, com uma barra elevada para aceleração do ritmo de cortes e foco crescente na gestão dos riscos inflacionários.”
“A leitura probabilística aponta para um cenário intermediário, no qual a economia desacelera, mas não entra em recessão, enquanto a inflação se torna mais persistente. Isso tende a manter o Fed em pausa por mais tempo, com redução significativa da probabilidade de cortes em 2026.”
“Apesar disso, a ausência de pressão mais clara no núcleo sustenta uma postura cautelosa por parte do Banco Central Europeu (BCE), com viés de "wait-and-see" no curto prazo. A leitura predominante é de que choques de energia temporários podem ser "looked through", mas episódios mais persistentes exigiriam resposta mais ativa de política monetária.”
Carta
Março 2026Carta de Março 2026 · publicada em abr de 2026 (estimativa)
2 ativos
Carta DragonO Galapagos Dragon FIDC encerrou março de 2026 com rentabilidade de 1,37% (112,71% do CDI), impulsionada principalmente pela carteira de créditos estruturados, que contribuiu com +1,18% no mês e representava 85,26% do PL com spread médio de 5,43% e duration de 2,37 anos. A gestão destacou a continuidade da redução do caixa iniciada em 2025, encerrando o mês com 12,16% do PL em títulos públicos e compromissadas, enquanto comentou o ambiente de crédito mais adverso — marcado pela crise financeira da Raízen, dúvidas sobre o endividamento da CSN e tensões geopolíticas — e atualizou o acompanhamento de situações específicas como o consignado do Mato Grosso e a reestruturação do CRA Portal Agro.
“dúvidas sobre a capacidade de redução do endividamento da CSN”
“a crise financeira da Raízen e dúvidas sobre a capacidade de redução do endividamento da CSN”
- 0.0Raízenativo
Carta
Fevereiro 2026Carta de Fevereiro 2026 · publicada em 12 de mar de 2026
0 ativos
Galapagos Carta Dragon - Fevereiro 2026A carta do Galapagos Dragon FIDC referente a fevereiro de 2026 reporta rentabilidade de 1,45% no mês, equivalente a 145,20% do CDI, com a carteira de créditos estruturados — concentrada em consignado e multicedente/multisacado — respondendo pelo principal vetor de retorno, com contribuição de +1,59%. A gestora destacou a continuidade do processo de redução do caixa iniciado em 2025, encerrando o mês com 18,48% do patrimônio líquido em títulos públicos e compromissadas, enquanto a carteira de créditos líquidos apresentou contribuição negativa de -0,12%, pressionada pela abertura de spreads em papéis de menor rating, com destaque para os detratores ELFA12 e BRKMA8.
Carta
Fevereiro 2026Carta de Fevereiro 2026 · publicada em 12 de mar de 2026
0 ativos
Galapagos Carta Sea Lion - Fevereiro 2026A carta do Galapagos Sea Lion FIC FIDC High Grade referente a fevereiro de 2026 reporta rentabilidade de 1,10% no mês, equivalente a 110,1% do CDI, com a carteira de FIDCs encerrando o período com spread médio de DI+3,59% e duration de 1,32. O principal destaque de atribuição de performance foi o segmento de créditos estruturados (+0,93%), liderado pelas alocações em Multicrédente Multisacado (32,73% do PL) e Crédito Consignado e Benefícios (27,86% do PL). A gestora também detalha o acompanhamento da situação do Estado do Mato Grosso, cujos repasses de consignado seguem depositados em conta Escrow após decisão judicial, com impacto nas provisões (PDD) dos FIDCs expostos ao ente.
Carta
Fevereiro 2026Carta de Fevereiro 2026 · publicada em 12 de mar de 2026
2 ativos
Galapagos Carta Mensal - Fevereiro 2026A carta de fevereiro de 2026 da Galapagos Capital aborda o cenário macroeconômico dos Estados Unidos e do Brasil, destacando a resiliência da economia americana diante de reorientações na política comercial, da transição na liderança do Federal Reserve com a indicação de Kevin Warsh, e da volatilidade no mercado de energia com expectativa de normalização do petróleo entre US$ 65 e US$ 70 por barril. No Brasil, a gestora ressalta a sinalização do Banco Central de início do ciclo de cortes da Selic já em março de 2026, com projeção de encerramento do ano em 12%, em um contexto de desinflação gradual e expectativas de inflação em torno de 3,9% para o ano.
“Na última ata do Copom, a autoridade monetária indicou que, caso o cenário de desinflação e as expectativas de mercado (atualmente em torno de 3,9% para 2026) sigam evoluindo favoravelmente, o início do ciclo de cortes de juros deve ocorrer já à reunião de março de 2026.”
“A estrutura das curvas futuras de petróleo sinaliza que os agentes econômicos projetam uma normalização dos preços entre US$ 65 e US$ 70 por barril ao longo de 2026 e 2027.”
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 09 de fev de 2026
0 ativos
Galapagos Carta Sea Lion - Janeiro 2026A carta do Galapagos Sea Lion FIC FIDC High Grade referente a janeiro de 2026 reporta rentabilidade de 1,27% no mês, equivalente a 109,28% do CDI, com a maior contribuição vinda dos créditos estruturados (+1,17%), segmento que encerrou o período com spread médio de DI+3,62% e duration de 1,33. A carteira manteve 78,73% alocada em FIDCs — concentrados em Multicedente/Multisacado (35,24%) e Crédito Consignado e Benefícios (29,07%) —, com alocação exclusiva em cotas seniores e perfil de risco pulverizado. A gestora também detalhou o acompanhamento da situação do Estado do Mato Grosso, cujos repasses de consignado passaram por decisões judiciais ao longo de 2025, resultando em reversões de PDD nos meses de novembro e dezembro.
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 09 de fev de 2026
0 ativos
Galapagos Carta Dragon - Janeiro 2026A carta do Galapagos Dragon FIDC referente a janeiro de 2026 reporta rentabilidade de 1,14% no mês (97,86% do CDI), com a carteira de créditos estruturados — que representa 80,59% do patrimônio líquido e carrego médio de CDI+4,84% — como principal contribuidora positiva (+1,20%). A gestora destaca a continuidade do processo de redução do caixa iniciado em 2025, além da contribuição negativa da carteira de créditos líquidos (-0,14%), pressionada pela abertura de spreads em papéis de rating mais baixo, com destaque para os detratores ELFA12 e AERI11. No segmento de crédito consignado, a carta acompanha o desdobramento da questão do Mato Grosso, cujos repasses seguem depositados em conta Escrow por determinação judicial, com os pagamentos de maio a dezembro de 2025 marcados a 100% de PDD pelos administradores dos fundos investidos.
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 09 de fev de 2026
0 ativos
Galapagos Carta Mensal - Janeiro 2026A Galapagos Capital descreve janeiro de 2026 como um mês em que a geopolítica se sobrepôs aos fundamentos econômicos, destacando tensões no Ártico e na Venezuela, a abertura de apuração criminal contra Jerome Powell e a escolha de Kevin Warsh como seu sucessor, além de intervenções do governo Trump em setores como energia e crédito. No Brasil, o Copom sinalizou abertura para cortes de juros a partir de março, enquanto as discussões eleitorais ganharam tração e o caso do Banco Master dominou o noticiário sem impacto relevante nos mercados. A gestora avalia que 2026 será marcado por maior volatilidade e dispersão de retornos, com o Galapagos Macro registrando a maior rentabilidade mensal entre os fundos líquidos, com 2,81% no período.