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Itau Artax - Carta mensal (02/2026)

Fevereiro 2026 · Itaú Artax

Carta de Fevereiro 2026· publicada em 05 de fev de 2026

Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
9
Publicada em
05 de fev de 2026
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9
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Resumo

A carta da Itaú Artax de fevereiro de 2026 aborda o encerramento das captações da família de fundos após atingir R$ 10 bilhões de patrimônio ajustado ao risco, decisão apresentada como medida de alinhamento ao cliente e preservação da geração de alfa. No cenário macroeconômico, a gestora destaca a forte desvalorização do dólar e a valorização de commodities metálicas em janeiro, com impactos relevantes para mercados emergentes, enquanto no Brasil o Copom sinalizou início de cortes da Selic em março, contexto que levou o fundo a operar a curva de juros de forma mais tática e a manter o menor nível de risco em renda variável doméstica desde o início, com exposição concentrada em empresas de tecnologia no exterior.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

9
  1. No exterior, seguimos com exposição a empresas de tecnologia, que apresentaram bom desempenho no período e contribuíram significativamente para o resultado da carteira em renda variável.

    Mantém exposição a empresas de tecnologia no exterior como core da carteira de renda variável, após contribuição relevante para o resultado no período.

  2. A renda variável brasileira tem se destacado recentemente, impulsionada pela desvalorização do dólar e pelo forte ingresso de capital estrangeiro. Mantemos uma alocação reduzida no mercado local em meio ao cenário de incertezas.

    Reconhece desempenho recente da bolsa brasileira impulsionado pelo dólar fraco e fluxo estrangeiro, mas mantém alocação reduzida diante das incertezas, no menor risco histórico.

  3. Caso essa expectativa se confirme, tudo indica que o Banxico deve prosseguir com cortes de juros à frente. O mercado espera apenas mais um corte e, na sequência, a curva de juros embute quase 1% de alta. Acreditamos que esse prêmio é excessivo.

    Mantém posição aplicada na curva mexicana, vendo como excessivo o prêmio que embute quase 1% de alta após apenas mais um corte do Banxico.

  4. O cenário externo também contribuiu positivamente para o Brasil, e o real se apreciou frente ao dólar.

    Observa que o real se apreciou frente ao dólar, beneficiado pelo cenário externo favorável, mas alerta que eventual reapreciação do dólar pioraria rapidamente a inflação.

  5. No fim do dia, o mês de janeiro de 2026 foi caracterizado por uma forte desvalorização do dólar americano em relação a outras moedas e uma valorização expressiva de commodities metálicas, como ouro, prata e cobre.

    Observa valorização expressiva do cobre em janeiro de 2026, junto a outras commodities metálicas, sem confiança em apontar a causa do movimento.

  6. o mês de janeiro de 2026 foi caracterizado por uma forte desvalorização do dólar americano em relação a outras moedas e uma valorização expressiva de commodities metálicas, como ouro, prata e cobre.

    Observa que a prata teve valorização expressiva em janeiro de 2026, junto a outras commodities metálicas, em meio à forte desvalorização do dólar.

  7. Dessa forma, seguimos operando a curva de juros brasileira de maneira mais tática e menos direcional, mantendo-nos atentos às lições do último ciclo (malsucedido) de cortes.

    Opera a curva de juros brasileira de forma tática e não direcional, cauteloso com riscos de repetição do ciclo de cortes anterior malsucedido.

  8. No fim do dia, o mês de janeiro de 2026 foi caracterizado por uma forte desvalorização do dólar americano em relação a outras moedas e uma valorização expressiva de commodities metálicas, como ouro, prata e cobre. Embora se possa especular sobre as causas desse movimento, não temos confiança em apontar o que, de fato, foi o estopim para um movimento tão agudo.

    Observa valorização expressiva do ouro em janeiro de 2026, junto a outras commodities metálicas, sem confiança para apontar o estopim do movimento agudo.

  9. No fim do mês, tivemos a escolha (pendente de aprovação pelo Congresso) de Kevin Warsh para presidir o Fed nos próximos anos. Por ser o escolhido do presidente Donald Trump, imagina-se algum viés mais dovish para sua administração, embora seu histórico —Warsh atuou como diretor do Fed entre 2006 e 2011 —não autorize tal conclusão. Qualquer projeção sobre seu comportamento futuro parece excessivamente especulativa. Teremos que esperar para avaliar o comportamento do futuro presidente.

    Considera especulativo projetar viés dovish para Kevin Warsh no Fed, apesar da indicação por Trump, e prefere aguardar para avaliar seu comportamento.

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