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Legacy Capital - Comentario mensal (01/2026)

Janeiro 2026 · Legacy Capital

Carta de Janeiro 2026· publicada em 04 de fev de 2026

Coletada em 26 de jun. de 2026 ·

Ativos extraídos
8
Publicada em
04 de fev de 2026
Trechos únicos
6

Carta sobre janeiro/26 publicada 34 dias depois em fevereiro/26.

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Resumo

A carta da Legacy Capital de janeiro de 2026 tem como tema central o fluxo global de alocação para ativos não denominados em dólar, que beneficiou bolsas, metais preciosos e moedas de economias maduras — incluindo os ativos brasileiros. No cenário internacional, a gestora destaca a indicação de Kevin Warsh para a liderança do Fed como fator de redução do risco de captura política da autoridade monetária, e analisa as pressões estruturais sobre o USD decorrentes de maior expansão fiscal fora dos EUA. No Brasil, a Legacy projeta desaceleração do PIB para 1,5% em 2026 e um ciclo de corte de juros da ordem de 400 bps, mantendo posições aplicadas em juros reais e nominais, vendidas em USD e compradas em ações do setor de tecnologia.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

8
  1. Voltamos a aumentar a alocação em juros reais e nominais no Brasil, pois, em nossa visão, o ciclo tende a ser mais extenso do que o apreçado na curva de juros.

    Renda Fixa Brasil ·Aumentou alocação em juros reais e nominais no Brasil, pois vê ciclo de corte mais extenso do que o precificado pela curva.

    Renda Fixa Brasil Real (NTN-B) ·Aumentou alocação em juros reais e nominais no Brasil, por entender que o ciclo de corte tende a ser mais extenso do que o precificado na curva.

  2. Os bons resultados das empresas de tecnologia e a demanda crescente por investimento em IA ajudam a compor um horizonte favorável para bolsas, especialmente no setor de tecnologia. Prosseguimos com posições compradas em ações deste setor.

    Vê horizonte favorável para o setor de tecnologia nos EUA, sustentado por bons resultados e demanda crescente por IA, e mantém posições compradas.

  3. Maiores gastos com defesa significam maior impulso fiscal e juros mais elevados fora dos EUA, contribuindo para a depreciação do USD. E, também, menor necessidade, por parte dos EUA, em aumentar (ainda mais) seus gastos com defesa.

    Projeta depreciação do USD, sustentada por maior impulso fiscal e juros mais altos fora dos EUA decorrentes do aumento de gastos com defesa.

    • +2.0Metais preciososATIVOcl38
    As condições iniciais de elevado endividamento das maiores economias ocidentais exacerba, então, o efeito dessa pressão no preço dos metais preciosos.

    Vê pressão altista nos metais preciosos, amplificada pelo elevado endividamento das economias ocidentais e pela maior demanda por defesa e infraestrutura.

  4. eles refletem, em nossa visão, a intenção de Trump em procurar reduzir os preços do petróleo (através da expansão da oferta do Irã e da Venezuela)

    Interpreta as intervenções de Trump na Venezuela e Irã como tentativa de reduzir preços do petróleo via expansão da oferta desses países.

  5. A perspectiva de mais expansão fiscal na economia japonesa – cuja razão dívida / PIB é de 240% - provocou forte depreciação do JPY, abertura dos juros longos, e aumento da compra de ativos alternativos por parte de investidores japoneses.

    Iene japonês ·Vê o iene pressionado pela perspectiva de mais expansão fiscal no Japão, com dívida/PIB de 240%, provocando depreciação e abertura dos juros longos.

    Renda Fixa Japão ·Vê expansão fiscal no Japão, com dívida/PIB de 240%, pressionando abertura dos juros longos, depreciação do JPY e busca por ativos alternativos.

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