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Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Fev/2026

Fevereiro 2026 · Opportunity

Carta de Fevereiro 2026· publicada em 03 de mar de 2026

Coletada em 24 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
17
Publicada em
03 de mar de 2026
Trechos únicos
12

Carta sobre fevereiro/26 publicada 30 dias depois em março/26.

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Resumo

A Opportunity Macro descreve fevereiro de 2026 como um mês marcado por incertezas no cenário comercial global, com destaque para a decisão da Suprema Corte americana sobre tarifas de importação e a resposta de Trump com uma tarifa global temporária de 10%, além do avanço dos agentes de IA — especialmente após o lançamento do Claude 4.5 — que gerou forte correção em empresas de software e debate sobre impactos no mercado de trabalho e na inflação. No Brasil, o ambiente permaneceu favorável, com desempenho positivo em diversas classes de ativos impulsionado pelo cenário político mais competitivo e pela convergência da inflação, enquanto a gestora manteve posições compradas em NTN-Bs e exposição seletiva em ações domésticas, adicionando proteção via venda de índice após a alta expressiva do início do ano.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

17
  1. No Brasil, mantivemos posição comprada em NTN-Bs, bem como uma exposição seletiva em ações domésticas, priorizando companhias que combinam potencial de valorização em um cenário de fechamento da curva de juros com um nível de carrego atrativo.

    Mantém posição comprada em NTN-Bs, apostando em fechamento da curva de juros, com proteção via venda de índice após alta recente.

  2. No livro de moedas, iniciamos posição comprada em peso chileno contra o peso mexicano.

    Peso mexicano ·Iniciou posição comprada em peso chileno contra o peso mexicano no livro de moedas, refletindo preferência relativa pela moeda chilena.

    Peso Chileno ·Iniciou posição comprada em peso chileno contra peso mexicano no livro de moedas, refletindo preferência relativa pela divisa chilena.

  3. Em moedas, encerramos a posição comprada em peso chileno e introduzimos posição comprada no dólar australiano.

    Introduziu posição comprada em dólar australiano no livro de moedas, após encerrar a posição comprada em peso chileno.

    • +2.0Inflação implícita americanaMACROcl62
    Adicionalmente, ao longo do mês de fevereiro, estruturamos posições táticas tomadas em inflação implícita nos Estados Unidos.

    Estruturou em fevereiro posições táticas tomadas em inflação implícita nos Estados Unidos, apostando em alta das expectativas inflacionárias.

  4. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Nos Estados Unidos, seguimos com a implementação da estratégia de risk parity, mantendo posição comprada no S&P500 e exposição aplicada na curva de juros reais.

    Bolsa americana ·Mantém posição comprada no S&P 500 como parte da estratégia de risk parity nos Estados Unidos, combinada com exposição aplicada na curva de juros reais.

    Renda Fixa EUA Real (TIPS) ·Mantém exposição aplicada na curva de juros reais americana, dentro de estratégia de risk parity combinada com posição comprada no S&P500.

  5. Mantivemos as posições aplicadas em Brasil (NTN-B longa), África do Sul, México e Chile, e reduzimos as posições tomadas na Zona do Euro e na Austrália.

    Renda Fixa África do Sul ·Mantém posição aplicada em juros da África do Sul, ao lado de Brasil, México e Chile, dentro da estratégia de renda fixa ativa.

    Renda Fixa Chile ·Mantém posição aplicada em juros do Chile, como parte das alocações cíclicas em emergentes ao lado de Brasil, África do Sul e México.

  6. destacamos o caso do México, onde essa conjuntura externa também tem aberto a possibilidade de que a taxa terminal do atual processo de queda de juros seja mais baixa do que a atualmente precificada. Além disso, do lado doméstico, a inflação tem evoluído de forma favorável após o choque de elevação de impostos, o que se refletiu em comentários de diretores do Banxico que reforçam a iminência da retomada do ciclo de cortes.

    Mantém posição aplicada em juros no México, vendo espaço para taxa terminal abaixo da precificada e iminente retomada de cortes pelo Banxico.

  7. Passamos a proteger essa posição através de venda de índice após a alta expressiva que vimos neste início de ano.

    Passou a proteger a posição comprada em ações domésticas via venda de Ibovespa após a alta expressiva no início do ano.

  8. reduzimos as posições tomadas na Zona do Euro e na Austrália.

    Renda Fixa Austrália ·Reduziu as posições tomadas em juros da Austrália, mantendo viés de alta nas taxas, porém com menor intensidade, e iniciou compra no dólar australiano.

    Renda Fixa Zona do Euro ·Reduziu as posições tomadas em juros da Zona do Euro, diminuindo a aposta em alta das taxas na região.

  9. mantivemos pequena posição relativa aplicada em juros no Canadá e tomada em juros nos EUA.

    Renda Fixa EUA ·Mantém pequena posição relativa tomada em juros nos EUA, contraposta a posição aplicada no Canadá.

    Renda Fixa Canadá ·Mantém pequena posição relativa aplicada em juros no Canadá contra posição tomada em juros nos EUA.

  10. Iniciamos uma pequena posição aplicada na curva de Suécia, e mantivemos pequena posição relativa aplicada em juros no Canadá e tomada em juros nos EUA.

    Iniciou pequena posição aplicada na curva de juros da Suécia, apostando em queda das taxas locais.

  11. A despeito da volatilidade de curto prazo nos números de inflação, o cenário de convergência do índice no horizonte de política monetária vem sendo reforçado pelo desempenho positivo da taxa de câmbio, aumentando as apostas em um ciclo de afrouxamento monetário mais amplo.

    Vê desempenho positivo do real reforçando convergência da inflação e ampliando apostas em ciclo de afrouxamento monetário mais amplo no Brasil.

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