Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Jan/2026
Janeiro 2026 · Opportunity
Coletada em 24 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 17
- Publicada em
- 03 de fev de 2026
- Trechos únicos
- 12
Carta sobre janeiro/26 publicada 33 dias depois em fevereiro/26.
Resumo
A Opportunity Macro descreve janeiro de 2026 como um mês marcado por intensa volatilidade geopolítica e comercial, com ações militares dos EUA, ameaças tarifárias à União Europeia e ao Canadá, e incertezas sobre a sucessão no comando do Fed, movimentos que impulsionaram a busca por proteção via commodities e moedas de países emergentes. No cenário macro, a gestora destaca a resiliência do crescimento global com inflação controlada, enquanto bancos centrais de economias emergentes, como Brasil, México e Chile, sinalizaram maior espaço para afrouxamento monetário. No posicionamento, os fundos mantiveram exposição comprada em NTN-Bs e ações domésticas seletivas no Brasil, estratégia de risk parity nos EUA e posições aplicadas em juros reais em mercados emergentes como México e República Tcheca.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
Trecho compartilhado · 2 conceitos
“No Brasil, mantivemos posição comprada em NTN-Bs, além de uma exposição seletiva em ações domésticas, com foco em companhias que combinam potencial de valorização com o fechamento da curva de juros e um carrego atrativo.”
NTN-B ·Mantém posição comprada em NTN-Bs no Brasil, apostando no fechamento da curva de juros e em carrego atrativo.
Bolsa Brasileira ·Mantém exposição seletiva em ações domésticas brasileiras, com foco em companhias que combinam potencial de valorização com fechamento da curva de juros e carrego atrativo.
“Introduzimos posição aplicada na parte curta da curva de Chile, acompanhada de posição comprada no CLP (VS dólar).”
Mantém posição comprada no peso chileno contra o dólar, combinada à posição aplicada na parte curta da curva de juros do Chile.
“Na Austrália, seguimos com posição tomada de forma a captar a iminência de altas de juros.”
Mantém posição tomada em juros na Austrália para capturar a iminência de altas de juros no país.
Trecho compartilhado · 2 conceitos
“Mantivemos as posições aplicadas em Brasil (NTN-B longa), África do Sul (parte longa da curva nominal) e México (parte curta), assim como a posição tomada na Zona do Euro.”
Renda Fixa Africa do Sul ·Mantém posição aplicada na parte longa da curva nominal da África do Sul, apostando em queda dos juros locais.
Juros Zona do Euro ·Mantém posição tomada em juros da Zona do Euro, apostando em alta das taxas na região.
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“Nos Estados Unidos, seguimos com a implementação da estratégia de risk parity, mantendo posição comprada no S&P500 e exposição aplicada na curva de juros, tendo a maior parte em juros reais.”
Bolsa americana ·Mantém posição comprada no S&P500 nos Estados Unidos, dentro de estratégia de risk parity combinada com exposição aplicada na curva de juros, predominantemente em juros reais.
Renda Fixa EUA ·Nos EUA, mantém exposição aplicada na curva de juros dentro da estratégia de risk parity, com maior parte alocada em juros reais.
“no México, o programa monetário anual do Banxico sinalizou a continuidade dos cortes de juros, condicionada à estabilidade das expectativas de inflação e à melhora da inflação de serviços”
Mantém posição aplicada na parte curta da curva do México, apoiada pela sinalização do Banxico de continuidade dos cortes de juros condicionada à inflação.
“no Chile, a decisão unânime de manter os juros foi acompanhada do reconhecimento de melhora nas projeções de inflação, levando a expectativas de antecipação do movimento residual em direção à taxa neutra.”
No Chile, vê manutenção unânime dos juros com melhora nas projeções de inflação, antecipando o movimento residual rumo à taxa neutra.
“no Brasil, o Copom abriu espaço para o início de cortes de juros em março, provavelmente a um ritmo de 50bps, caso o conjunto de novas informações implique uma inflação projetada na meta e a ausência de pressões incipientes de demanda”
Vê o Copom abrindo espaço para iniciar cortes de juros em março, provavelmente a 50bps, condicionado à inflação na meta e ausência de pressões de demanda.
“Por fim, introduzimos pequena posição relativa aplicada em juros no Canadá e tomada em juros nos EUA.”
Iniciou pequena posição relativa aplicada em juros no Canadá contra posição tomada em juros nos EUA.
“Entre os mercados emergentes, duas posições aplicadas: permanecemos em México e iniciamos uma pequena posição na República Tcheca.”
Iniciou pequena posição aplicada em juros da República Tcheca, somando-se à posição mantida no México entre os emergentes.
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“A repercussão nos mercados, de forma geral, ocorreu por meio do fortalecimento das commodities (com destaque para ouro, petróleo, cobre e gás natural) e do enfraquecimento adicional do dólar, sobretudo em relação às moedas de países emergentes e/ou ligados a commodities.”
Cobre ·Observa fortalecimento do cobre no mês, em meio à busca por proteção contra inflação e diversificação frente a ativos denominados em dólar.
Petróleo ·Observa fortalecimento do petróleo junto a outras commodities, em movimento associado à busca por proteção contra inflação e diversificação frente ao dólar.
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“A repercussão nos mercados, de forma geral, ocorreu por meio do fortalecimento das commodities (com destaque para ouro, petróleo, cobre e gás natural) e do enfraquecimento adicional do dólar, sobretudo em relação às moedas de países emergentes e/ou ligadas a commodities.”
Ouro ·Observa fortalecimento do ouro junto a outras commodities, impulsionado pela busca por proteção contra inflação e diversificação frente ao dólar.
Gás Natural ·Observa fortalecimento do gás natural junto a outras commodities, em meio à busca por proteção contra inflação e diversificação frente ao dólar.
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