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Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Mar/2026

Março 2026 · Opportunity

Carta de Março 2026· publicada em 02 de abr de 2026

Coletada em 24 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
16
Publicada em
02 de abr de 2026
Trechos únicos
10

Carta sobre março/26 publicada 32 dias depois em abril/26.

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Resumo

A carta da Opportunity Macro de março de 2026 tem como tema central o avanço do conflito militar em torno do Irã e o fechamento do estreito de Hormuz, que provocaram movimentos extremos nos mercados globais, com destaque para a alta de cerca de 60% nos preços de petróleo e gás natural e forte pressão sobre as curvas de juros nominais e inflação implícita, especialmente na Zona do Euro e no Reino Unido. No posicionamento dos fundos, a gestora manteve posições compradas em NTN-Bs e exposição seletiva em ações domésticas no Brasil, iniciou posição aplicada na parte curta da curva do DI e seguiu com estratégia de risk parity nos EUA, enquanto as carteiras registraram resultados negativos no mês, com o principal detrator sendo o livro de juros.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

16
  1. No Brasil, mantivemos posição comprada em NTN-Bs, assim como uma exposição seletiva em ações domésticas, priorizando companhias que combinam potencial de valorização em um cenário de fechamento da curva de juros com níveis atrativos de carrego.

    Mantém posição comprada em NTN-Bs no Brasil, apostando em fechamento da curva de juros e aproveitando níveis atrativos de carrego.

  2. iniciamos posição aplicada na parte curta da curva do DI, diante de níveis que consideramos atrativos, mesmo em meio ao ambiente de incerteza decorrente do conflito geopolítico.

    Iniciou posição aplicada na parte curta da curva de DI, vendo níveis atrativos apesar da incerteza do conflito geopolítico.

  3. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Nos Estados Unidos, seguimos implementando a estratégia de risk parity, composição comprada no S&P500 e exposição aplicada na curva de juros reais.

    Bolsa americana ·Mantém posição comprada no S&P 500 nos Estados Unidos, dentro de estratégia de risk parity combinada com exposição aplicada na curva de juros reais.

    Juro real EUA ·Mantém exposição aplicada na curva de juros reais dos EUA, como parte de estratégia de risk parity combinada com posição comprada no S&P500.

  4. Dentre as principais posições aplicadas, mantivemos Brasil (NTN-B longa) e México, reduzimos significativamente África do Sul e encerramos Chile.

    Renda Fixa México ·Mantém posição aplicada em juros do México entre as principais alocações, apostando em queda das taxas locais.

    Rand sul-africano ·Reduziu significativamente a posição aplicada em juros da África do Sul e utilizou venda de ZAR contra USD como hedge, sinalizando cautela com o rand.

  5. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Algumas posições compradas em USD foram utilizadas ao longo do mês como hedge para condições de mercado, incluindo, na parte vendida, MXN, ZAR e CZK.

    Peso mexicano ·Manteve posição vendida em peso mexicano contra o dólar, utilizada como hedge tático para condições de mercado ao longo do mês.

    Coroa tcheca ·Manteve posição vendida em coroa tcheca contra USD, utilizada como hedge para condições de mercado ao longo do mês.

  6. ao longo do mês encerramos Austrália e reduzimos Zona do Euro, enquanto introduzimos posição em EUA.

    Renda Fixa Zona do Euro ·Reduziu ao longo do mês a posição tomada em juros da Zona do Euro.

    Renda Fixa Austrália ·Encerrou a posição tomada em juros da Austrália ao longo do mês, em meio à preocupação do RBA com o cenário externo.

  7. No encerramento do mês, diante de um cenário de maior persistência nos preços de petróleo e desaceleração relevante na atividade global, começamos a explorar posições aplicadas em juros que buscam captar o ambiente pós-choque inflacionário: casos como Suécia, Chile e um reengajamento em África do Sul, além de outros potenciais.

    Renda Fixa Suécia ·Começou a explorar posição aplicada em juros da Suécia para captar o ambiente pós-choque inflacionário, diante de petróleo persistente e desaceleração global.

    Renda Fixa África do Sul ·Após reduzir significativamente a posição, o gestor inicia reengajamento aplicado em juros da África do Sul, buscando capturar o ambiente pós-choque inflacionário.

    Renda Fixa Chile ·Após encerrar a posição anterior, passou a explorar aplicação em juros do Chile para captar o ambiente pós-choque inflacionário e desaceleração global.

  8. Com relação às posições tomadas, ao longo do mês encerramos Austrália e reduzimos Zona do Euro, enquanto introduzimos posição em EUA.

    Introduziu posição tomada em juros nos EUA, apostando em alta das taxas, enquanto encerrou Austrália e reduziu Zona do Euro.

  9. mantivemos posição comprada em NTN-Bs, assim como uma exposição seletiva em ações domésticas, priorizando companhias que combinam potencial de valorização em um cenário de fechamento da curva de juros com níveis atrativos de carrego.

    Mantém exposição seletiva em ações domésticas, priorizando companhias com potencial de valorização em cenário de fechamento da curva de juros e carrego atrativo.

  10. O choque inicial nos preços do petróleo e do gás natural já se refletiu em leituras de inflação, impacto que ainda não se esgotou.

    Vê o choque inicial nos preços de petróleo e gás natural já refletido na inflação, com impacto ainda não esgotado nas leituras futuras.

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