Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Nov/2025
Novembro 2025 · Opportunity
Coletada em 24 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 13
- Publicada em
- 02 de dez de 2025
- Trechos únicos
- 13
Carta sobre novembro/25 publicada 31 dias depois em dezembro/25.
Resumo
A carta da Opportunity Macro de novembro de 2025 aborda um cenário global marcado por volatilidade nos mercados — desencadeada por correção no setor de tecnologia — com posterior reversão dos movimentos em um contexto de economia global resiliente e condições monetárias próximas da neutralidade na maioria das economias. O Brasil é destacado como caso de carry atrativo após episódio inflacionário interno, com valorização relevante no mercado acionário e descompressão da curva de juros, enquanto o debate sobre o início do ciclo de cortes pelo BCB permanece em aberto entre janeiro e março. No posicionamento, a gestora manteve exposição comprada em NTN-Bs e ações domésticas no Brasil, estratégia de risk parity nos EUA e posições aplicadas em juros no México e na África do Sul, com risco reduzido em moedas.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“No Brasil, mantemos posição comprada em NTN-Bs, além de uma exposição seletiva em ações domésticas que se beneficiam tanto do fechamento da taxa de juros quanto de um carrego atrativo.”
Mantém posição comprada em NTN-Bs no Brasil, apostando no fechamento da curva de juros e em carrego atrativo.
“Nos Estados Unidos, seguimos com a estratégia de risk parity, mantendo posição comprada em S&P e aplicada em juros, tendo aproveitado a queda recente para aumentar a exposição a ações.”
Mantém posição comprada em S&P dentro de estratégia risk parity e aproveitou a queda recente para aumentar a exposição a ações americanas.
“Introduzimos duas pequenas posições na parte curta das curvas: [...] 2) tomada na Austrália tendo em vista que o debate de altas de juros ganha força no contexto de economia aquecida e inflação persistente.”
Introduziu pequena posição tomada em juros curtos da Austrália, apostando em altas diante de economia aquecida e inflação persistente.
“Introduzimos duas pequenas posições na parte curta das curvas: 1) aplicada no Reino Unido, em função de: (i) economia fraca; (ii) inflação em convergência; (iii) afastamento do risco fiscal de cauda”
Iniciou pequena posição aplicada na parte curta da curva do Reino Unido, apoiada em economia fraca, inflação convergindo e menor risco fiscal de cauda.
“Introduzimos duas pequenas posições na parte curta das curvas: 1) aplicada no Reino Unido, em função de: (i) economia fraca; (ii) inflação em convergência; (iii) afastamento do risco fiscal de cauda; 2) tomada na Austrália tendo em vista que o debate de altas de juros ganha força no contexto de economia aquecida e inflação persistente. A posição comprada em EUR (contra o GBP) foi mantida.”
Mantém posição comprada em euro contra a libra esterlina.
“A moeda apreciada, a queda das expectativas de inflação e o anúncio formal da nova meta levaram a um corte de juros unânime pelo SARB, sendo que o prêmio de risco/inflação na parte longa da curva ainda parece significativo.”
Mantém posição aplicada na parte longa da curva sul-africana, vendo prêmio de risco/inflação significativo após corte unânime do SARB e nova meta de inflação.
“A posição comprada em EUR (contra o GBP) foi mantida.”
Mantém posição comprada em euro contra a libra esterlina.
“Outros casos emblemáticos foram os dos bancos centrais da República Tcheca e da Suécia, onde a fase ascendente do ciclo econômico claramente elimina o espaço para novos cortes de juros.”
Vê esgotamento do ciclo de cortes de juros na República Tcheca, pois a fase ascendente do ciclo econômico elimina espaço para novos cortes.
“O Brasil é um dos casos mais específicos no sentido de carry atrativo após um episódio inflacionário gerado por fatores internos, e que agora se encontra próximo tanto do início dos cortes de juros quanto de um novo ciclo eleitoral.”
Vê o Brasil como caso de carry atrativo após choque inflacionário interno, próximo do início dos cortes de juros e de novo ciclo eleitoral.
“Na Zona do Euro, os sinais de atividade econômica corrente e o viés positivo para crescimento seguiram pressionando moderadamente os juros e a inflação implícita.”
Vê atividade resiliente e viés positivo de crescimento na Zona do Euro pressionando moderadamente juros e inflação implícita para cima.
“No México, apesar de o ciclo estar em estágio mais avançado, conforme exposto acima, ainda vemos uma precificação atraente na curva. Por isso, mantemos posições aplicadas, embora com menor exposição.”
Mantém posições aplicadas na curva de juros do México, com menor exposição, vendo precificação ainda atraente apesar do ciclo em estágio mais avançado.
“embora o corte de juros pelo Fed em dezembro tenha voltado a ser o cenário principal, há maior rigidez de juros ao longo da curva.”
Vê o corte de juros pelo Fed em dezembro como cenário principal, mas observa maior rigidez de juros ao longo da curva americana.
“Um exemplo foi o Brasil, onde houve significativa valorização no mercado acionário acompanhada de descompressão da curva de juros.”
Mantém exposição seletiva em ações domésticas brasileiras que se beneficiam do fechamento da curva de juros e oferecem carrego atrativo.
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