Quantitas - Carta mensal (07/2025)
Julho 2025 · Quantitas
Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 11
- Publicada em
- 05 de ago de 2025
- Trechos únicos
- 7
Carta sobre julho/25 publicada 35 dias depois em agosto/25.
Resumo
A carta de julho de 2025 da Quantitas tem como tema central o impacto das tarifas comerciais de 50% anunciadas pelos EUA sobre o Brasil e a surpresa negativa nos dados do mercado de trabalho americano, que elevou a probabilidade de corte de juros pelo Fed em setembro de 40% para 90%. No cenário doméstico, o Copom manteve postura cautelosa, sem sinalizar início do ciclo de afrouxamento monetário, com o modelo de inflação ainda distante da meta e o balanço de riscos inalterado, levando a gestora a projetar o início dos cortes apenas para abril de 2026. Entre os fundos, os resultados do mês foram mistos, com destaque negativo para o book de juros reais nos multimercados e desempenho positivo no fundo long-short Maldivas (+2,08%), beneficiado pela neutralidade da carteira e por operações táticas em Embraer.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“Iniciamos o mês com uma posição vendida, que zeramos (capturando ganhos relevantes) com o anúncio de tarifas de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros. Na sequência, identificamos que produtos aeronáuticos poderiam ser excluídos da lista de itens tarifados e revertemos nossa visão, montando uma posição comprada na empresa.”
Operou taticamente Embraer: iniciou vendido, zerou com ganhos após tarifas de 50% dos EUA e reverteu para comprado ao identificar possível exclusão de aeronáuticos.
Trecho compartilhado · 5 conceitos
“Com parte do caixa e com os recursos da venda total de uma posição em varejo, aumentamos de forma contida a exposição em Eletrobras, Hapvida, Randon, SBF e Suzano, além de adicionarmos uma nova empresa na carteira.”
Eletrobras ·Aumentou de forma contida a exposição em Eletrobras, utilizando parte do caixa e recursos da venda total de uma posição em varejo.
Randon ·Aumentou de forma contida a exposição em Randon após a queda de 20,2% no mês, utilizando parte do caixa e recursos de venda em varejo.
Hapvida ·Aumentou de forma contida a exposição em Hapvida, após queda de 10,3% no mês, utilizando parte do caixa e recursos da venda de posição em varejo.
Grupo SBF ·Aumentou de forma contida a exposição em SBF, utilizando parte do caixa e recursos da venda total de uma posição em varejo.
Suzano ·Aumentou de forma contida a exposição em Suzano, utilizando parte do caixa e recursos da venda total de uma posição em varejo.
“Mantivemos a exposição net comprada em bolsa local estável (7% PL), composições de valor relativo entre uma carteira de ações vs Ibovespa.”
Mantém exposição net comprada estável em bolsa local (7% do PL), com posições de valor relativo entre carteira de ações e Ibovespa.
“Ampliamos a posição de valor relativo entre dois trechos de FRA na curva de inflação implícita intermediária.”
Mantém posição de valor relativo, não direcional, entre dois trechos de FRA na curva de inflação implícita intermediária, ampliada conforme oportunidades.
“Câmbio: Estivemos comprados taticamente em USDBRL durante julho e fomos reduzindo significativamente a posição ao final do mês.”
Manteve posição tática comprada em USDBRL ao longo de julho, reduzindo significativamente a exposição ao final do mês.
“no lado negativo as maiores perdas ocorreram em Randon (-20,2%), XP (-17,3%), Hapvida (-10,3%) e SBF (-9,9%).”
Aponta XP entre as maiores detratoras do mês no fundo long-only, com queda de 17,3% em julho.
“No lado positivo, além do caixa elevado, os destaques foram Petrobras (+4,0%) e Suzano (+1,8%), enquanto no lado negativo as maiores perdas ocorreram em Randon (-20,2%), XP (-17,3%), Hapvida (-10,3%) e SBF (-9,9%).”
Petrobras foi um dos destaques positivos do portfólio em julho, com alta de 4,0% no mês.
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