QuantitasMultimercadoJul 2026

Quantitas - Carta mensal (07/2026)

Julho 2026 · Quantitas

Carta de Julho 2026· publicada em 04 de ago de 2026

Coletada em 05 de ago. de 2026 ·

Ativos extraídos
13
Publicada em
04 de ago de 2026
Trechos únicos
12

Carta sobre julho/26 publicada 34 dias depois em agosto/26.

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Resumo

A Quantitas analisa julho de 2026 sob três eixos: o recrudescimento do conflito EUA-Irã, a comunicação ambígua do novo chairman do Fed, Kevin Warsh, que inclinando a curva americana levou os juros de 10 anos a 4,7%, e o acúmulo de dados favoráveis no Brasil — atividade fraca, inflação abaixo do esperado e mercado de trabalho errático —, que abriu espaço para o corte da Selic a 14% em agosto e aumentou a probabilidade de novos afrouxamentos. No cenário eleitoral brasileiro, a gestora discorda da precificação de mercado que atribui 70-80% de chance ao candidato do governo, sustentando que a eleição permanece disputada dado o elevado índice de rejeição ao incumbente.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

13
    • +2.5HyperaATIVOcl72
    em Hypera, que teve um sell-off aparentemente não motivado pelo operacional da empresa, que segue positivo e com geração forte de caixa

    Aumentou posição em Hypera após sell-off considerado desconectado do operacional, que segue positivo e com forte geração de caixa.

    • +2.53tentosATIVOcl62
    Nossos principais aumentos foram em Três Tentos, após queda acentuada com prévias de resultado do 2T, em um cenário que julgamos como conjuntural.

    Aumentou posição em Três Tentos após queda acentuada com prévias do 2T, interpretando o cenário adverso como conjuntural.

  1. em Motiva, após leilão de Régis Bittencourt, em que a empresa mostrou racionalidade e não quis pagar caro no ativo.

    Aumentou posição em Motiva após o leilão de Régis Bittencourt, no qual a empresa demonstrou racionalidade ao não pagar caro pelo ativo.

  2. Em julho, voltamos a ter posição em Petrobras, aproveitando um ponto de entrada que julgamos atrativo.

    Retomou posição em Petrobras em julho, aproveitando ponto de entrada considerado atrativo.

  3. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Reduzimos parcialmente as posições de Suzano e Grupo Mateus, que serviram de funding para entrada da nova posição no portfólio.

    Suzano ·Reduziu parcialmente a posição em Suzano, utilizando-a como funding para a entrada de nova posição no portfólio.

    Grupo Mateus ·Reduziu parcialmente a posição em Grupo Mateus, utilizando-a como funding para a entrada de nova posição no portfólio.

    • -1.5AnimaATIVOcl15
    marcação negativa em emissores pontuais, especialmente Anima em função da aquisição da FMU pela companhia

    Registra marcação negativa em Anima após aquisição da FMU, com abertura de spread de cerca de 1 ponto percentual no mês.

    • +1.0ArmacATIVOcl25
    realizamos aquisição de títulos curtos de Hapvida a CDI+5%, títulos de Armac na taxa de CDI+2,89%, e a venda de títulos de ANIM18 a CDI+1,47%, recomprando os mesmos a CDI+1,97% e capturando a diferença de 50bps.

    Adquiriu títulos de Armac à taxa de CDI+2,89%, incorporando o emissor à carteira de crédito corporativo do fundo.

  4. Encerramos o período com 7,7% do patrimônio em caixa, boa parte dele alocado em NTN-Bs.

    Aloca boa parte do caixa de 7,7% do patrimônio em NTN-Bs, usando-as como instrumento de gestão de liquidez.

    • 0.0Brasil TecparATIVO
    Brasil Tecpar, novamente prejudicada por uma leitura negativa do mercado sobre a aquisição de Ligga Telecom.

    Vê Brasil Tecpar prejudicada por leitura negativa do mercado sobre a aquisição da Ligga Telecom, com abertura de spread de crédito de cerca de 1 ponto percentual.

  5. Em meio a isso, o conflito Estados Unidos-Irã voltou, voltando a pressionar os preços do petróleo. A boa notícia é que o mercado parece estar dando menos peso a isso e os ativos sentiram pouco esse recrudescimento, mas naturalmente isso mantém a incerteza geopolítica global como uma parte do quebra cabeça para o BCB.

    Vê o conflito Estados Unidos-Irã pressionando os preços do petróleo, mas nota que o mercado tem reagido pouco a esse recrudescimento geopolítico.

  6. A reação do mercado após a reunião não foi das mais satisfatórias inclinando bastante a curva e levando a taxa dos títulos de 10 anos de volta para o patamar de 4,7%.

    Observa que a Treasury de 10 anos voltou ao patamar de 4,7% após reunião do Fed, com inclinação relevante da curva diante da comunicação confusa de Warsh.

  7. Em juros nominais, zeramos exposição no trecho curto. Sem modificações relevantes em valor relativo na curva de juros (posições de convexidade na curva).

    Em juros nominais, zerou exposição no trecho curto e manteve posições de convexidade em valor relativo na curva sem alterações relevantes.

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