Verde Scena XP - Janeiro 2026
Janeiro 2026 · Verde Asset
Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 11
- Publicada em
- 09 de fev de 2026
- Trechos únicos
- 9
Carta sobre janeiro/26 publicada 39 dias depois em fevereiro/26.
Resumo
Em janeiro de 2026, o Verde AM Scena registrou ganhos em moedas, juros, ouro, crédito e bolsa global, com perdas concentradas no alpha negativo da carteira de ações brasileiras. O mês foi marcado por forte fluxo de capital estrangeiro para o Brasil — impulsionado pela alta de commodities como ouro (+13,5%), prata (+19%) e petróleo Brent (+16%) —, beneficiando Petrobras (+22,5%) e Vale (+17,2%) e apreciando o Real em 4,25% frente ao dólar. A gestora avalia que a sustentação do ciclo de alta dos ativos brasileiros depende do equacionamento fiscal do país e de uma redução estrutural nas taxas de juros reais e nominais.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
Trecho compartilhado · 2 ativos
- +2.5Inflação implícita EUAMACROcl72
- +2.0TIPSATIVOcl72
“Em juros globais mantemos posição comprada nas TIPs e na inflação implícita americana.”
Inflação implícita EUA ·Mantém posição comprada em inflação implícita americana, esperando alta dos breakevens dentro do livro de juros globais.
TIPS ·Mantém posição comprada em TIPs americanas, apostando em juros reais e inflação implícita nos EUA.
“voltamos a montar posição comprada em Lira turca”
Retomou posição comprada em Lira turca, compondo o livro de moedas ao lado de Real e ouro.
“O fundo manteve suas alocações em bolsa no mercado local e voltou a aumentar sua exposição global.”
Aumentou exposição comprada em bolsa global, reforçando alocação direcional na classe.
“A alocação aplicada em juros nominais foi mantida.”
Mantém alocação aplicada em juros nominais Brasil, condicionando ganhos estruturais ao enfrentamento dos dilemas fiscais e a juros substancialmente menores.
“O Real também teve boa performance, apreciando +4.25% frente ao Dólar.”
Destaca boa performance do Real, com apreciação de 4,25% frente ao Dólar no mês, e mantém posição comprada na moeda.
“A volatilidade política causada pelo estilo Trumpista de governar já deveria ser razoavelmente conhecida (e quiçá, precificada). Ainda assim, a velocidade dos eventos vista em janeiro causou forte pressão nos preços dos metais preciosos, que o mercado abraçou como grandes hedges geopolíticos nesse cenário. O ouro subiu +13.5% no mês, a prata +19.0% (chegando a subir mais de 60% no meio do mês).”
Vê o ouro como hedge geopolítico relevante diante da volatilidade trumpista, destacando alta de 13,5% em janeiro, e mantém posição comprada no metal.
“Ao fim e ao cabo, ou o Brasil enfrenta seus dilemas fiscais e destrava juros substancialmente menores, ou teremos dificuldade de estender e alongar sustentadamente o ciclo de alta no preço dos nossos ativos.”
Condiciona a continuidade do ciclo de alta da bolsa brasileira ao enfrentamento dos dilemas fiscais e à queda substancial dos juros.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Não por acaso as melhores performances do mercado acionário foram Petrobrás (+22.5% no mês) e Vale (+17.2%).”
Petrobras ·Destaca Petrobras como uma das melhores performances do mês na bolsa, com alta de 22,5%, impulsionada por fluxo estrangeiro e petróleo em alta.
Vale ·Destaca Vale entre as melhores performances do mês, com alta de 17,2%, impulsionada pela demanda por metais e fluxo estrangeiro para emergentes.
“Do lado do petróleo, a incerteza em relação ao Irã impulsionou o barril do Brent +16.0% em janeiro, depois de cinco meses consecutivos de queda. E junto subiram as ações das empresas petrolíferas.”
Observa que a incerteza em relação ao Irã impulsionou o Brent em 16% em janeiro, revertendo cinco meses de queda e beneficiando ações de petrolíferas.
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