Bancos americanos
+1.8Visões de 3 gestoras em 6 cartas, entre fevereiro de 2025 e agosto de 2026.
Também aparece como bancos-global
Série de consenso
Escala −3 a +3O que dizem as cartas
6 cartasKinea Investimentos +2.0clareza 0.62“mantemos exposição ao setor financeiro após uma boa temporada de resultados dos bancos: crescimento forte de carteira, inadimplência baixa e margens inflexionando.”
Mantém exposição a bancos americanos após temporada de resultados positiva, com crescimento forte de carteira, inadimplência baixa e margens inflexionando.
Genoa Capital +1.0clareza 0.12“As principais contribuições positivas do mês vieram das posições compradas em empresas americanas dos setores de semicondutores e financeiro.”
Mantém posições compradas em bancos americanos, que contribuíram positivamente para o resultado do mês, alinhadas à preferência por empresas dos EUA.
Genoa Capital 0.0“impactaram negativamente as posições compradas em empresas americanas do setor de tecnologia, financeiro e consumo.”
Mantém posição comprada em bancos americanos, que contribuiu negativamente para a performance do mês junto com tecnologia e consumo.
Kinea Investimentos 0.0“Além de estarmos comprados em ações locais, também permanecemos comprados em outros mercados fora dos Estados Unidos, tais como bancos na Europa e o mercado de tecnologia na China.”
Prefere exposição comprada fora dos Estados Unidos, privilegiando bancos europeus e tecnologia chinesa em detrimento de bancos americanos.
Kapitalo -3.0clareza 0.82“Adequamos o livro de bolsa, zerando os componentes mais cíclicos, como bancos americanos.”
Zerou exposição a bancos americanos por considerá-los componentes cíclicos vulneráveis ao cenário de desaceleração global decorrente das tarifas.
Kapitalo +3.0clareza 0.93“Os bancos americanos estão em uma posição muito favorável no atual cenário econômico, pois é um dos setores que se beneficia mais claramente da agenda de desregulamentação. Além disso, a tendência de afrouxamento nas condições de empréstimos favorece um ciclo positivo de crédito.”
Mantém posição comprada em bancos americanos, vendo o setor como beneficiário direto da desregulamentação, do afrouxamento das condições de crédito e insulado da guerra comercial.