AZ QuestMultimercadoAgo 2025

AZ Quest Carta Mensal - Agosto 2025

Agosto 2025 · AZ Quest

Carta de Agosto 2025· publicada em 05 de set de 2025

Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
22
Publicada em
05 de set de 2025
Trechos únicos
13

Carta sobre agosto/25 publicada 35 dias depois em setembro/25.

PDF original

Reportar erro ou enviar feedback

Pode ser bem curto. A pagina atual ja vai junto.

Resumo

A carta da AZ Quest referente a agosto de 2025 tem como tema central a reconfiguração da ordem econômica global liderada pelos EUA, com o CEO Walter Maciel argumentando que a política tarifária de Trump representa uma ruptura necessária frente aos desequilíbrios acumulados no sistema multilateral, com impactos diretos sobre o Brasil, que resistiu a acordos e foi penalizado com tarifas de 50%. No cenário doméstico, a gestora projeta desaceleração do PIB, alívio inflacionário abaixo do consenso e início de corte da Selic a partir de janeiro de 2026, mantendo visão construtiva para a bolsa brasileira. Os fundos de renda variável se destacaram no mês, com o AZ Quest Small Mid Caps avançando 10,26% e o AZ Quest Ações subindo 9,05%, ambos superando seus respectivos benchmarks.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

22
  1. Trecho compartilhado · 2 ativos

    a ponta vendida está concentrada em papéis de Bens de Consumo e Mineração, alinhando de maneira disciplinada risco e oportunidades dentro da estratégia do fundo.

    Bens de Consumo ·Mantém posição vendida em papéis de Bens de Consumo, ao lado de Mineração, como parte do alinhamento entre risco e oportunidades da carteira.

    Mineração ·Mantém posição vendida em papéis de Mineração, compondo a ponta short da carteira junto com Bens de Consumo.

  2. As principais exposições foram compradas em Dólar australiano, Libra esterlina e Dólar neozelandês, enquanto mantivemos posições vendidas em Franco suíço, Iene japonês, Peso mexicano e Coroa sueca.

    Iene japonês ·Mantém posição vendida em Iene japonês no livro de moedas, ao lado de franco suíço, peso mexicano e coroa sueca.

    Dólar Australiano ·Mantém posição comprada em Dólar australiano como uma das principais exposições do livro de moedas.

    Dólar Neozelandês ·Mantém posição comprada em Dólar neozelandês no livro de moedas, ao lado de Dólar australiano e Libra esterlina.

    Peso mexicano ·Mantém posição vendida em peso mexicano no livro de moedas, como parte de cesta short ao lado de franco suíço, iene e coroa sueca.

    Libra esterlina ·Mantém posição comprada em Libra esterlina, entre as principais exposições do livro de moedas.

    Franco suíço ·Mantém posição vendida em Franco suíço dentro do livro de moedas, contrastando com exposições compradas em Dólar australiano, Libra esterlina e Dólar neozelandês.

    Coroa Sueca ·Mantém posição vendida em Coroa sueca dentro do livro de moedas, compondo o lado short ao lado de franco suíço, iene e peso mexicano.

  3. Apesar de ainda ser cedo para avaliar impactos das eleições presidenciais de 2026, permanecemos construtivos em relação ao mercado acionário local, aumentando gradualmente a exposição nessa classe de ativos.

    Mantém visão construtiva sobre o mercado acionário brasileiro e aumenta gradualmente a exposição, apesar das incertezas ainda presentes sobre as eleições de 2026.

  4. Mantemos uma alocação relevante nos setores de Bancos, Elétricas e Varejo, refletindo nossa convicção nos fundamentos de longo prazo dessas companhias.

    Bancos ·Mantém alocação relevante em Bancos, refletindo convicção nos fundamentos de longo prazo das companhias do setor.

    Setor Elétrico ·Mantém alocação relevante no setor de Elétricas, refletindo convicção nos fundamentos de longo prazo das companhias.

    Varejo ·Mantém alocação relevante em Varejo, com convicção nos fundamentos de longo prazo das companhias do setor.

  5. Mantemos uma carteira concentrada em empresas com fundamentos sólidos, alto potencial de crescimento e gestão eficiente, com destaque para os setores de Elétricas, Varejo e Construção Civil.

    Mantém exposição relevante em Construção Civil entre os destaques da carteira, baseado em fundamentos sólidos, alto potencial de crescimento e gestão eficiente.

  6. No livro de Juros Locais, os resultados foram impulsionados principalmente pelas posições aplicadas (aquelas que se beneficiam com a queda das taxas dos juros futuros) em contratos futuros de juros de médio prazo. Ao longo do mês, realizamos ajustes estratégicos, gerenciando as posições mantendo o viés vendido nas taxas de juros no portfólio.

    Mantém viés aplicado (vendido em taxa) nos juros futuros brasileiros, especialmente em vértices de médio prazo, esperando queda das taxas com início do ciclo de corte da Selic.

  7. O Real tem apresentado bom desempenho frente ao Dólar, reforçando nossa convicção de que há espaço para início de corte de juros a partir de janeiro de 2026, com a Selic caindo de 15,00% para 10,50% no cenário base.

    Mantém viés positivo no Real frente ao Dólar, embora com posições pequenas devido à cautela com a volatilidade potencial da moeda brasileira.

  8. Mantivemos posições compradas em índices de mercados como a bolsa chinesa e o S&P-500, além de operações táticas em opções e posições direcionais em algumas ações específicas, que permitem capturar oportunidades de curto prazo sem alterar a alocação estrutural do fundo.

    Mantém posição comprada no índice da bolsa chinesa como parte da alocação estrutural em bolsa internacional, complementada por operações táticas.

  9. Destacamos ainda a contribuição do ETF EWZ, que acompanha o desempenho da bolsa brasileira em dólares e permitiu ganho adicional de diversificação e liquidez.

    Destaca contribuição positiva do ETF EWZ na exposição à bolsa brasileira, vendo no instrumento ganho adicional de diversificação e liquidez para o portfólio.

    • -1.5TelecomunicaçõesSETOR
    os setores de Telecomunicações, TI, Varejo e, em menor intensidade, Serviços Financeiros exerceram efeito negativo sobre a performance.

    Aponta que o setor de Telecomunicações exerceu efeito negativo sobre a performance dos fundos de ações no mês.

  10. No livro de Juros Internacionais, o resultado positivo foi sustentado por posições aplicadas (aquelas que se beneficiam com a queda das taxas dos juros futuros) nas taxas curtas da curva americana, principalmente em títulos de 3 meses, e por posições tomadas em Treasuries de vencimento mais longo.

    Mantém posições tomadas em Treasuries de vencimento mais longo, apostando em alta dessas taxas como parte da estratégia de curva americana.

  11. Nesse cenário, o índice S&P 500 subiu 1,96%, o Nasdaq 0,84% e o Dow Jones 3,23%.

    Mantém posição comprada no S&P 500, que subiu 1,96% em agosto, apoiado pela expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve.

  12. O AZ Quest Small Mid Caps encerrou agosto com um retorno expressivo de 10,26%, superando significativamente a alta de 5,86% do Índice de Small Caps no mesmo período. No acumulado de 24 meses, enquanto o benchmark registra valorização modesta de 1,77%, o fundo apresenta ganho de 26,09%, superando o índice em 24,3 pontos percentuais.

    Observa que o Índice Small Caps subiu 5,86% em agosto e acumula valorização modesta de 1,77% em 24 meses, abaixo do desempenho do fundo.

Mais de AZ Quest