Resumo
A carta da AZ Quest referente a julho de 2025 tem como tema central o impacto das tarifas de 50% impostas pelos EUA sobre exportações brasileiras, analisado pelo CEO Walter Maciel como resultado de um acúmulo de escolhas diplomáticas que posicionaram o Brasil como antagonista em vez de parceiro estratégico. No campo dos fundos, o mês foi desafiador para as estratégias de renda variável e macro — com o Ibovespa recuando 4,17% e perdas concentradas em juros locais e small caps —, enquanto a estratégia de crédito privado manteve desempenho positivo, sustentada pelo fechamento de spreads e demanda robusta no mercado primário.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“Ganhamos convicção na desaceleração da atividade doméstica à frente e na convergência da inflação, o que deve abrir espaço para o início do ciclo de cortes de juros pelo Banco Central a partir de janeiro de 2026. Projetamos uma Selic terminal de 10,50% no final do ciclo.”
Projeta início do ciclo de cortes da Selic em janeiro de 2026, com taxa terminal de 10,50%, apoiado em desaceleração da atividade e convergência da inflação.
Trecho compartilhado · 3 ativos
“Mantemos uma alocação relevante nos setores de Bancos, Elétricas e Varejo, refletindo nossa convicção nos fundamentos de longo prazo dessas companhias.”
Bancos ·Mantém alocação relevante em Bancos, refletindo convicção nos fundamentos de longo prazo das companhias do setor.
Varejo ·Mantém alocação relevante em Varejo, refletindo convicção nos fundamentos de longo prazo das companhias do setor, apesar das perdas recentes.
Setor Elétrico ·Mantém alocação relevante em Elétricas, refletindo convicção nos fundamentos de longo prazo das companhias do setor.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“as posições vendidas em Euro e Peso mexicano se beneficiaram do cenário externo mais adverso para essas moedas, contribuindo para mitigar parte das perdas nas demais estratégias.”
Euro ·Mantém posição vendida em Euro, beneficiada pelo cenário externo mais adverso à moeda, contribuindo positivamente para o livro de moedas.
Peso mexicano ·Mantém posição vendida em peso mexicano, que se beneficiou do cenário externo adverso à moeda e ajudou a mitigar perdas das demais estratégias.
“Seguimos enxergando valor nesses ativos a partir de uma perspectiva de médio e longo prazo, especialmente naqueles que combinam qualidade, desconto relativo e potencial de performance superior em cenários de queda de juros.”
Enxerga valor em Small Caps no médio e longo prazo, sobretudo em nomes com qualidade, desconto relativo e potencial de outperformance em ciclos de queda de juros.
“Reduzimos posições em NTN-Bs no início do mês devido à volatilidade, mas voltamos a aumentar a exposição em títulos de vencimento mais longo nos últimos dias de julho, diante da percepção de maior prêmio na curva real em relação à nominal.”
Aumentou exposição em NTN-Bs longas ao fim de julho, após redução inicial, vendo maior prêmio na curva real em relação à nominal.
- +2.0RodoviasSETORcl35
“O fundo está com 104% do patrimônio alocado, tendo maior exposição nos setores de Elétricas, Rodovias e Telecomunicações.”
Mantém Rodovias entre as maiores alocações setoriais do fundo de debêntures incentivadas, ao lado de Elétricas e Telecomunicações.
“Os setores de maior alocação incluem Bancos, Elétricas e Saneamento Básico.”
Mantém Saneamento Básico entre as maiores alocações setoriais da carteira de debêntures do fundo Luce II, ao lado de Bancos e Elétricas.
- +2.0Locadoras de VeículosSETORcl25
“A carteira do fundo possui uma alocação de 89% do Patrimônio, sendo 55% em debêntures, com maiores alocações nos setores de Elétricas, Bancos e Locadoras de Veículos.”
Mantém Locadoras de Veículos entre as maiores alocações setoriais da carteira de debêntures do fundo Supra, ao lado de Elétricas e Bancos.
- +1.5MicrosoftATIVOcl45
“Mantivemos também exposição tática em Microsoft, alinhada à nossa visão seletiva para o setor de tecnologia.”
Mantém exposição tática em Microsoft, alinhada à visão seletiva para o setor de tecnologia.
“Por outro lado, setores como Bens de Capital e Proteínas registraram contribuições positivas, ainda que marginais, ajudando a conter parcialmente as perdas do portfólio.”
Cita Bens de Capital como um dos setores que contribuiu positivamente, ainda que de forma marginal, ajudando a conter parte das perdas do portfólio em julho.
- 0.0Petróleo e PetroquímicaSETOR
“Por outro lado, as exposições em Petróleo e Petroquímicos, Telecomunicações & TI e Bens de Capital contribuíram positivamente, ajudando a mitigar parte das perdas.”
Aponta que a exposição em Petróleo e Petroquímica contribuiu positivamente no mês, ajudando a mitigar parte das perdas do portfólio.
“O segundo maior detrator foi o livro de bolsa internacional, com perdas concentradas nas estruturas de opções sobre o ETF EWZ (ETF de ações brasileiras negociadas no exterior).”
Registrou perdas em estruturas de opções sobre o ETF EWZ, dentro do livro de bolsa internacional, diante do cenário adverso para ativos brasileiros.
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