AZ QuestMultimercadoJul 2026

AZ Quest Carta Mensal - 2026-07

Julho 2026 · AZ Quest

Carta de Julho 2026· publicada em 12 de ago de 2026

Coletada em 13 de ago. de 2026 ·

Ativos extraídos
23
Publicada em
12 de ago de 2026
Trechos únicos
16

Carta sobre julho/26 publicada 42 dias depois em agosto/26.

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Resumo

A AZ Quest avalia julho de 2026 como um mês de transição global, marcado pela retomada das tensões geopolíticas no Oriente Médio — que pressionou os preços de energia e trouxe riscos inflacionários — e por sinais graduais de desaceleração da atividade nas principais economias, com bancos centrais mantendo postura cautelosa. No Brasil, a combinação de atividade perdendo força, mercado de trabalho em moderação e inflação de curto prazo mais benigna levou a gestora a revisar a projeção do IPCA 2026 de 5,3% para 5,0%, sustentando a expectativa de um ciclo prolongado de cortes de 0,25 p.p. na Selic, com a taxa encerrando 2026 em 13,25%. Nas estratégias, o destaque ficou com o crédito privado — que seguiu em normalização, com spreads estáveis a levemente fechados — e com a posição aplicada em juros nominais domésticos, reforçada ao longo do mês diante do cenário mais favorável para a curva de juros local.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

23
  1. Trecho compartilhado · 5 ativos

    A carteira mantém maior exposição líquida comprada nos setores de Telecomunicações & Tecnologia da Informação, Siderurgia e Mineração e Bens de Capital, enquanto a ponta vendida segue concentrada nos setores de Petróleo e Petroquímica, Utilidade Pública e Proteínas.

    Petróleo e Gás ·Mantém posição vendida no setor de Petróleo e Petroquímica, que segue entre as principais concentrações da ponta short da carteira.

    Telecomunicações e Tecnologia da Informação ·Mantém Telecomunicações e Tecnologia da Informação como uma das maiores exposições líquidas compradas da carteira.

    Utilities (Utilidades Públicas) ·Mantém Utilidade Pública entre as principais posições vendidas do fundo Total Return, compondo a ponta short da carteira long-biased.

    Siderurgia e Mineração ·Mantém exposição líquida comprada em Siderurgia e Mineração, entre os setores de maior peso positivo da carteira.

    Bens de capital ·Mantém Bens de Capital entre os setores com maior exposição líquida comprada na carteira.

  2. a ponta vendida segue concentrada em Petróleo e Petroquímica, Proteínas e Educação, buscando equilibrar as diferentes fontes de risco e retorno do portfólio.

    Mantém posição vendida em Educação no long biased, como parte do equilíbrio entre fontes de risco e retorno do portfólio.

  3. Para agosto, mantemos uma postura construtiva em relação aos juros locais. Iniciamos o mês com posições aplicadas em juros nominais e pretendemos ampliar essa exposição de forma gradual, à medida que surjam oportunidades com relação favorável entre risco e retorno.

    Mantém postura construtiva com juros locais, iniciando agosto aplicado em juros nominais e pretendendo ampliar a exposição gradualmente conforme surjam oportunidades de risco-retorno favorável.

  4. a ponta vendida segue concentrada nos setores de Petróleo e Petroquímica, Proteínas e Educação, buscando equilibrar as diferentes fontes de risco e retorno do portfólio.

    Mantém posição vendida em Proteínas (frigoríficos), integrando a ponta short do portfólio ao lado de Petróleo e Petroquímica e Educação.

  5. A carteira permanece concentrada em empresas nas quais identificamos elevado potencial de geração de valor no longo prazo, com destaque para os setores de Elétricas, Construção Civil e Utilidade Pública.

    Setor Elétrico ·Mantém sobrepeso no setor elétrico, destacando-o entre os segmentos com elevado potencial de geração de valor no longo prazo.

    Construcao Civil ·Mantém Construção Civil como destaque na carteira, entre os setores com elevado potencial de geração de valor no longo prazo.

  6. Trecho compartilhado · 2 ativos

    A carteira permanece concentrada em empresas nas quais identificamos elevado potencial de geração de valor no longo prazo, com destaque para os setores de Bancos, Elétricas e Varejo.

    Bancos ·Mantém destaque para Bancos na carteira, vendo elevado potencial de geração de valor no longo prazo no setor.

    Varejo ·Mantém Varejo como um dos setores de destaque na carteira, por identificar elevado potencial de geração de valor no longo prazo.

  7. Trecho compartilhado · 2 ativos

    • +1.5TelecomunicaçõesSETORcl12
    • +1.5RodoviasSETORcl12
    O fundo está com 105% do patrimônio alocado, tendo maior exposição nos setores de Elétricas, Rodovias e Telecomunicações.

    Telecomunicações ·Mantém Telecomunicações entre as maiores exposições setoriais do fundo de debêntures incentivadas, ao lado de Elétricas e Rodovias.

    Rodovias ·Mantém Rodovias entre as maiores exposições setoriais do fundo de debêntures incentivadas, ao lado de Elétricas e Telecomunicações.

    • +1.5Locadoras de VeículosSETORcl8
    em debêntures, com maiores alocações nos setores de Elétricas, Bancos e Locadoras de Veículos.

    Mantém sobrepeso em Locadoras de Veículos entre as maiores alocações da carteira de debêntures.

  8. Os setores de maior alocação incluem Bancos, Elétricas e Saneamento Básico.

    Mantém Saneamento Básico entre os setores de maior alocação na carteira de debêntures CDI do fundo Luce.

    • 0.0Assistência MédicaSETOR
    as alocações em Bancos, Bens de Capital e Assistência Médica contribuíram positivamente, amenizando parte das perdas.

    Aponta que a alocação em Assistência Médica contribuiu positivamente para o resultado no mês, amenizando parte das perdas da carteira.

  9. No Brasil, o Ibovespa avançou 3,5%, favorecido pela melhora do fluxo para ativos locais e por um ambiente doméstico relativamente mais construtivo. A valorização foi acompanhada pela apreciação do Real frente ao Dólar e pelo desempenho positivo de setores ligados à economia doméstica. Além disso, a rotação parcial dos investidores em direção aos mercados emergentes, combinada aos valuations ainda descontados da bolsa brasileira em relação aos mercados desenvolvidos, contribuiu para sustentar o movimento de alta.

    Observa que o Ibovespa avançou 3,5% em julho, sustentado por fluxo para ativos locais, ambiente doméstico construtivo e valuations descontados ante mercados desenvolvidos.

  10. A valorização foi acompanhada pela apreciação do Real frente ao Dólar e pelo desempenho positivo de setores ligados à economia doméstica.

    Observa apreciação do Real frente ao Dólar em julho, acompanhando a valorização do Ibovespa e o desempenho positivo de setores ligados à economia doméstica.

  11. O S&P 500 encerrou o mês praticamente estável, com queda de 0,1%, enquanto o Nasdaq recuou 6,6%, refletindo uma realização de lucros nas grandes empresas de tecnologia após o forte desempenho acumulado no primeiro semestre.

    Observa dispersão entre índices americanos em julho, com S&P 500 estável e Nasdaq em queda de 6,6% por realização de lucros em tecnologia.

  12. O Nasdaq recuou 6,6%, refletindo uma realização de lucros nas grandes empresas de tecnologia após o forte desempenho acumulado no primeiro semestre. O movimento ocorreu em um ambiente de resultados corporativos ainda sólidos, mas de maior cautela por parte dos investidores diante dos níveis elevados de valuation, das incertezas geopolíticas no Oriente Médio e das dúvidas em relação à trajetória da política monetária americana.

    Vê realização de lucros nas grandes empresas de tecnologia americanas após forte semestre, em meio a valuations elevados, incertezas geopolíticas e dúvidas monetárias.

  13. Na parcela indexada à inflação, optamos por manter a carteira taticamente neutra ao longo do mês, com exposição e duration alinhadas ao índice de referência.

    Mantém carteira indexada à inflação taticamente neutra, com exposição e duration alinhadas ao índice de referência (IMA-B).

  14. A possibilidade de restrições ao fluxo de petróleo pelo Estreito de Hormuz, uma das principais rotas de transporte da commodity, voltou a pressionar os preços de energia e trouxe de volta o risco de uma inflação mais persistente.

    Vê risco de alta nos preços do petróleo devido a possíveis restrições no Estreito de Hormuz, pressionando energia e reacendendo risco inflacionário.

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