Itaú Artax - Carta mensal (06/2026)
Junho 2026 · Itaú Artax
Coletada em 14 de jul. de 2026 · ⓘ
- Ativos extraídos
- 9
- Publicada em
- 08 de jul de 2026
- Trechos únicos
- 9
Carta sobre junho/26 publicada 37 dias depois em julho/26.
Resumo
A carta do Itaú Artax de junho de 2026 tem como tema central o impacto da reabertura do Estreito de Hormuz sobre os mercados globais, com destaque para a queda do petróleo e a divergência nas trajetórias de juros entre países. No Brasil, o Banco Central cortou a Selic em 0,25% mesmo com projeção de inflação acima da meta, em um cenário descrito como desafiador, com atividade acima do potencial, expectativas inflacionárias persistentes e incerteza eleitoral elevada. No exterior, o fundo manteve posições aplicadas em juros no México e no Chile, enquanto reduziu exposição à cadeia de semicondutores diante da volatilidade do setor.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“Com isso, acreditamos que o BCCh deve migrar do discurso de juros parados por muito tempo para uma linguagem mais aberta a cortes de juros no curto prazo.”
Espera que o Banco Central do Chile migre para cortes de juros no curto prazo, diante da queda do petróleo e da atividade fraca.
“É possível imaginar que, caso o Fed não suba juros, exista uma janela de oportunidade para algum corte adicional de juros no México.”
Vê janela de oportunidade para corte adicional de juros no México caso o Fed não suba juros, mantendo posição aplicada.
“A abertura do Estreito de Hormuz permitiu uma queda importante do preço do petróleo, sem uma depreciação relevante do Real.”
Vê queda relevante do preço do petróleo após reabertura do Estreito de Hormuz, sem depreciação correspondente do Real, abrindo espaço para melhora nas expectativas de inflação.
“Seguimos acreditando que o cenário inflacionário é bastante desafiador e o risco é de o BCB continuar sem conseguir entregar a meta de inflação de 3% é elevado. O próprio BCB reconhece esse risco ao, recentemente, mudar seu balanço de risco para altista.”
Vê cenário inflacionário desafiador no Brasil e considera elevado o risco de o BCB não entregar a meta de 3%, operando aplicado taticamente na curva.
“No exterior, o mês foi marcado por elevada volatilidade no setor de semicondutores. Aproveitamos os movimentos de preço para reduzir parcialmente nossa exposição aos segmentos relacionados à cadeia de inteligência artificial.”
Diante da elevada volatilidade em semicondutores, reduziu parcialmente a exposição aos segmentos ligados à cadeia de inteligência artificial, aproveitando os movimentos de preço.
“Aproveitamos os movimentos de preço para reduzir parcialmente nossa exposição aos segmentos relacionados à cadeia de inteligência artificial.”
Reduziu parcialmente a exposição à cadeia de inteligência artificial, aproveitando a elevada volatilidade nos preços do setor de semicondutores.
“A diferença entre os juros mexicanos e americanos foi para próximo das mínimas históricas. Ainda assim, a moeda se comportou bem.”
Vê resiliência do peso mexicano mesmo com diferencial de juros próximo das mínimas históricas, abrindo janela para cortes adicionais caso o Fed não suba juros.
“Não houve alterações na carteira de crédito do fundo. Seguimos com uma pequena carteira comprada.”
Mantém a carteira de crédito inalterada, seguindo com posição comprada de tamanho reduzido.
“O gráfico de Risco Vs. Retorno apresenta a relação entre a volatilidade anualizada e o retorno acumulado desde o início do fundo, em comparação com índices de mercado como CDI, Ibovespa, IHFA, IMA-B e IRF-M.”
Cita o Ibovespa apenas como um dos índices de mercado utilizados na comparação de risco versus retorno do fundo, sem emitir visão direcional.
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