Itaú JaneiroMultimercadoJul 2025

Itau Janeiro - Carta (2025-07-31)

Julho 2025 · Itaú Janeiro

Carta de Julho 2025· publicada em 31 de jul de 2025

Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
15
Publicada em
31 de jul de 2025
Trechos únicos
7

Carta sobre julho/25 publicada 30 dias depois em julho/25.

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Resumo

Em julho de 2025, o Itaú Janeiro Multimercado registrou retorno positivo, porém abaixo do CDI, em um mês marcado por nova escalada nas discussões tarifárias dos Estados Unidos, sinais de desaceleração da economia americana e manutenção da Selic em 15% pelo Banco Central do Brasil. Os principais destaques positivos vieram das posições aplicadas em juros no Brasil e em mercados emergentes, como Colômbia e África do Sul, enquanto as posições em juros de mercados desenvolvidos e o book de moedas — especialmente a venda de dólar contra euro e iene — foram as principais detratoras. No posicionamento atual, a gestora mantém convicção na fraqueza global do dólar, segue aplicada em juros reais longos no Brasil e permanece comprada em bolsa brasileira.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

15
  1. No mercado de moedas, ampliamos nossa convicção na fraqueza global do dólar, aumentando a alocação vendida na moeda americana, sobretudo contra o euro e o real.

    Dólar (DXY) ·Ampliou convicção na fraqueza global do dólar, aumentando posição vendida na moeda americana, sobretudo contra euro e real.

    Euro ·Mantém posição vendida em dólar contra o euro, ampliando convicção na fraqueza global da moeda americana.

    Real brasileiro ·Ampliou a posição vendida em dólar contra o real, refletindo maior convicção na fraqueza global da moeda americana.

  2. No Brasil, seguimos vendidos em inflação implícita e aplicados em juros reais de vencimentos longos.

    Renda Fixa Brasil ·No Brasil, mantém posição vendida em inflação implícita e aplicada em juros reais de vencimentos longos.

    Inflação Implícita Brasil ·No Brasil, mantém posição vendida em inflação implícita e aplicada em juros reais de vencimentos longos.

    NTN-B ·No Brasil, mantém posição aplicada em juros reais de vencimentos longos (NTN-Bs longas) e vendida em inflação implícita.

  3. Em termos de posicionamento, no mercado internacional, seguimos aplicados (vendidos em taxa) em juros nos Estados Unidos, devido à perspectiva de desaceleração da atividade, agravada pelo enfraquecimento mais robusto do mercado de trabalho observado na virada do mês.

    Mantém posição aplicada em juros nos Estados Unidos, apostando em queda das taxas diante da desaceleração da atividade e enfraquecimento do mercado de trabalho.

  4. Por outro lado, mantemos uma posição tomada (comprada em taxa) em juros na Europa, avaliando como baixa a probabilidade de novos cortes de juros na região.

    Mantém posição tomada (comprada em taxa) em juros na Europa, avaliando como baixa a probabilidade de novos cortes de juros na região.

  5. Em renda variável, seguimos comprados na Bolsa brasileira, enquanto reduzimos a exposição ao mercado acionário americano neste momento.

    Ibovespa ·Mantém posição comprada na Bolsa brasileira, ao mesmo tempo em que reduz a exposição ao mercado acionário americano neste momento.

    Bolsa americana ·Reduziu a exposição ao mercado acionário americano neste momento, mantendo posição comprada na Bolsa brasileira.

  6. Continuamos com book aplicado em juros no Reino Unido, Canadá, Colômbia e África do Sul.

    Renda Fixa África do Sul ·Mantém posição aplicada (vendida em taxa) em juros da África do Sul, apostando em queda das taxas locais.

    Renda Fixa Colômbia ·Mantém posição aplicada (vendida em taxa) em juros na Colômbia, apostando em queda das taxas locais.

    Renda Fixa Canadá ·Mantém posição aplicada (vendida em taxa) em juros no Canadá, apostando em queda das taxas locais.

    Renda Fixa UK ·Mantém posição aplicada (vendida em taxa) em juros no Reino Unido, apostando em queda das taxas na região.

  7. No mercado de câmbio, a venda de dólar — especialmente contra o euro e o iene japonês — foi prejudicada pela forte valorização da moeda americana.

    Relata que a posição vendida em dólar contra o iene japonês foi prejudicada em julho pela forte valorização da moeda americana.

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