Itaú Janeiro
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- Cartas processadas
- 7
- Ativos únicos
- 31
- Clareza média
- 79%
Itaú Janeiro é a família de fundos macro da Itaú Asset criada sob liderança de Bruno Serra, ex-diretor de Política Monetária do Banco Central, que ingressou na casa em outubro de 2023. A estratégia foi lançada com AUM-alvo inicial de R$ 5 a 10 bi e opera multimercado macro e renda fixa no Brasil e exterior.
Repertório
Ativos recentes
Últimos temas citados pela gestora — ordenados do mais recente para o mais antigo. O score é a nota da última extração.
Histórico
Cartas processadas
Carta
Abril 2026Carta de Abril 2026 · publicada em 30 de abr de 2026
11 ativos
Itau Janeiro - Carta (2026-04-30)Em abril de 2026, o Itaú Janeiro Multimercado registrou retorno de 1,79% (164,4% do CDI), em um mês marcado pela escalada do conflito no Oriente Médio, bloqueio naval dos EUA ao Irã e alta do petróleo próxima a US$ 110 o barril. O principal contribuidor do alpha foi o book de bolsa internacional, beneficiado pela forte performance do S&P 500 (+10,5% no mês) e pelo setor de tecnologia, com contribuições adicionais do book de moedas — favorecido pela apreciação do real — e de juros em emergentes, especialmente México. No posicionamento atual, a gestão mantém cautela na alocação global, com exposição reduzida em bolsa americana após cristalização de ganhos, posições aplicadas em juros nominais no Brasil e viés vendido em dólar contra emergentes selecionados.
“Na renda variável, reduzimos substancialmente o risco alocado na bolsa americana, cristalizando os ganhos com a boa performance da carteira no mês de abril.”
“Em contrapartida, mantivemos posições tomadas (compradas em taxa) no Chile.”
“No Brasil, mantemos posições aplicadas em juros nominais com risco moderado, refletindo a leitura de que o Banco Central seguirá um ritmo gradual de cortes, ainda condicionado à dinâmica de serviços e dos combustíveis.”
Carta
Abril 2026Carta de Abril 2026 · publicada em 07 de abr de 2026
14 ativos
Itau Janeiro - Carta (2026-03-31)A carta do Itaú Janeiro Multimercado de março de 2026 tem como tema central o choque geopolítico provocado pela guerra no Irã, que elevou os preços do petróleo em magnitude comparável à Guerra do Golfo de 1990, pressionando a inflação global e reprecificando as curvas de juros ao redor do mundo. No cenário doméstico, a gestora destaca a resiliência do real — favorecida pela posição do Brasil como exportador líquido de petróleo — e projeta um IPCA de 4% em 2026, abaixo do consenso, com expectativa de cortes da Selic mais intensos do que o precificado pelo mercado ao longo do ano. No portfólio, o fundo encerrou o trimestre com perdas relevantes em posições aplicadas em juros no Brasil, México, Reino Unido e África do Sul, tendo reduzido significativamente a exposição ao risco durante março antes de retomá-la parcialmente ao fim do período.
“O choque de preços do petróleo não é inteiramente negativo para o Brasil, exportador líquido, o que favorece o real e contribui para fluxos de entrada na bolsa local.”
“Em moedas, mantemos posição vendida em USDBRL e comprada em ouro.”
“Para a política monetária, esperamos um Banco Central cauteloso no curto prazo, mas cortes de juros maiores do que o precificado pelo mercado. O Copom deve continuar gradual, com corte de 25 bps em abril. Mantido o cenário de acomodação dos conflitos e do choque ao longo de abril, a sequência mais provável seria uma aceleração do ritmo no meio do ano, com 50 bps em junho, e continuidade do ciclo até uma Selic ao redor de 12% em dezembro.”
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 27 de fev de 2026
10 ativos
Itau Janeiro - Carta (2026-02-27)A carta do Itaú Janeiro Multimercado referente a fevereiro de 2026 aborda um cenário marcado pela rotação de ativos de crescimento para setores de valor nos mercados internacionais, com destaque para a resiliência do mercado de trabalho americano e o desempenho favorável de bolsas fora dos EUA. O fundo encerrou o mês com retorno positivo de 0,45%, abaixo do CDI, tendo como principal detrator o book de renda variável internacional — especialmente posições em empresas do ecossistema de inteligência artificial —, enquanto as posições em juros locais contribuíram positivamente. No posicionamento atual, a gestora mantém otimismo em curvas de juros de Reino Unido, México, Colômbia e África do Sul, além de exposição em renda variável com viés tecnológico e, marginalmente, no setor financeiro internacional.
Trecho compartilhado · 6 ativos
“Seguimos otimistas e aplicados (vendidos em taxa) nas curvas de juros do Reino Unido, México, Colômbia e África do Sul, contrapondo com posições tomadas (compradas em taxa) nos Estados Unidos e no Chile.”
“No book de juros local, continuamos otimistas na curva de juros prefixados e nos juros reais de longo prazo, monitorando atentamente os impactos dos preços das commodities em reais nos modelos do Banco Central.”
“O principal detrator de performance foi nosso book de renda variável, por meio das posições compradas em empresas do ecossistema de IA nas bolsas internacionais. A forte rotação dos ativos de Growth para Value prejudicou algumas teses que apreciamos em nossa carteira.”
Carta
Janeiro 2026Carta de Janeiro 2026 · publicada em 08 de jan de 2026
17 ativos
Itau Janeiro - Carta (2026-01-08)A carta da Itaú Asset de janeiro de 2026 apresenta um cenário internacional benigno, com crescimento global mais equilibrado, inflação controlada nos EUA e dólar em trajetória de enfraquecimento, enquanto no Brasil a gestora antecipa o início do ciclo de cortes da Selic no primeiro trimestre de 2026, com a inflação convergindo para a meta ao longo do primeiro semestre. No portfólio, os destaques são as posições otimistas em renda fixa local, a posição vendida em USDBRL e a exposição seletiva a empresas da cadeia de inteligência artificial nos mercados internacionais.
“As eleições de 2025 confirmaram uma guinada à direita, com potencial de destravar investimentos, apoiados por termos de troca favoráveis. Assim, preservamos posições tomadas no miolo da curva e compradas em peso chileno.”
“Continuamos com alocação aplicada em juros do Reino Unido. Acreditamos na continuidade do processo desinflacionário, que tem apresentado sinais positivos, em um contexto de economia enfraquecida nos últimos anos e de um mercado de trabalho fraco. Ainda que o mercado esteja, neste momento, cauteloso em relação à velocidade dos cortes e à taxa terminal, isso não deve impedir que o ciclo se aprofunde à medida que o progresso em direção à meta se torne mais claro.”
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“No mercado internacional, continuamos comprados de forma seletiva em algumas Mag7 e em empresas da cadeia de IA nos EUA e na Ásia. Entre setembro e dezembro de 2025, a bolsa americana foi marcada por forte volatilidade, mas sustentada por resultados corporativos novamente acima do esperado. O tema de inteligência artificial permaneceu no centro das atenções, impulsionando investimentos, produtividade e expectativas de crescimento de longo prazo.”
- +2.5Cadeia de Inteligência Artificialsetor· cl 85
- +2.5Magnificent 7setor· cl 82
Carta
Novembro 2025Carta de Novembro 2025 · publicada em 01 de nov de 2025
11 ativos
Itau Janeiro - Carta (2025-11-01)A carta do Itaú Janeiro Multimercado referente a novembro de 2025 aborda o cenário macroeconômico marcado pelo encerramento do shutdown americano de 43 dias e pela decisão do Copom de manter a Selic em 15% ao ano, com tom hawkish diante da inflação ainda acima da meta. O fundo registrou rentabilidade de 1,26% no mês (119,3% do CDI), com a principal contribuição vinda do book de juros Brasil, por meio de posições aplicadas em juros nominais, reais e inflação implícita, enquanto posições em mercados emergentes como Colômbia e África do Sul impactaram negativamente a performance.
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“No mercado doméstico, continuamos otimistas em relação à renda fixa, expressando essa visão por meio de posições aplicadas em juros nominais, juros reais mais longos e vendidos em inflação implícita. Acreditamos que o mercado ainda precifica de forma conservadora o potencial do ciclo de cortes a ser promovido pelo Banco Central brasileiro.”
“Nos demais países desenvolvidos, seguimos confiantes no cenário de juros do Reino Unido, por meio de posições aplicadas (vendidas em taxa).”
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“Nos mercados emergentes, optamos por reduzir as posições em renda fixa na Colômbia e na África do Sul, enquanto mantivemos nossa convicção em posições aplicadas no México e tomadas no Chile.”
Carta
Agosto 2025Carta de Agosto 2025 · publicada em 31 de ago de 2025
13 ativos
Itau Janeiro - Carta (2025-08-31)A carta do Itaú Janeiro Multimercado referente a agosto de 2025 descreve um mês de performance positiva, com o fundo superando o CDI em 174,43% no período, impulsionado principalmente pelos livros de renda fixa, bolsa local e moedas. O gestor destaca o ambiente global favorável ao risco, marcado pelo discurso dovish do presidente do Fed em Jackson Hole e pela surpresa negativa do Payroll americano, que elevou as apostas em cortes de juros e beneficiou ativos cíclicos ao redor do mundo. No Brasil, o Ibovespa avançou mais de 6% e encerrou o mês em nível histórico acima dos 141 mil pontos, enquanto o posicionamento do fundo incluía venda de inflação implícita, compra direcional em bolsa e posições aplicadas em juros de países como Reino Unido, Colômbia, Canadá e México.
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“No mercado de moedas, mantemos a convicção no enfraquecimento do dólar frente às principais moedas globais, especialmente contra euro, iene e real.”
“No Brasil, seguimos com posição vendida em inflação implícita, beneficiando-se de revisões para baixo das expectativas e do comportamento favorável dos preços de alimentos e bens.”
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“Seguimos aplicados (vendidos em taxa) no Reino Unido, Colômbia, Canadá e México, além da venda de inclinação de curva na África do Sul. Acreditamos que existe assimetria favorável para uma precificação mais acomodatícia das curvas de juros, diante de preocupações com desaceleração da atividade e trajetória benigna da inflação subjacente nessas regiões.”
Carta
Julho 2025Carta de Julho 2025 · publicada em 31 de jul de 2025
15 ativos
Itau Janeiro - Carta (2025-07-31)Em julho de 2025, o Itaú Janeiro Multimercado registrou retorno positivo, porém abaixo do CDI, em um mês marcado por nova escalada nas discussões tarifárias dos Estados Unidos, sinais de desaceleração da economia americana e manutenção da Selic em 15% pelo Banco Central do Brasil. Os principais destaques positivos vieram das posições aplicadas em juros no Brasil e em mercados emergentes, como Colômbia e África do Sul, enquanto as posições em juros de mercados desenvolvidos e o book de moedas — especialmente a venda de dólar contra euro e iene — foram as principais detratoras. No posicionamento atual, a gestora mantém convicção na fraqueza global do dólar, segue aplicada em juros reais longos no Brasil e permanece comprada em bolsa brasileira.
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“No mercado de moedas, ampliamos nossa convicção na fraqueza global do dólar, aumentando a alocação vendida na moeda americana, sobretudo contra o euro e o real.”
Trecho compartilhado · 3 ativos
“No Brasil, seguimos vendidos em inflação implícita e aplicados em juros reais de vencimentos longos.”
“Em termos de posicionamento, no mercado internacional, seguimos aplicados (vendidos em taxa) em juros nos Estados Unidos, devido à perspectiva de desaceleração da atividade, agravada pelo enfraquecimento mais robusto do mercado de trabalho observado na virada do mês.”