Occam BrasilMultimercadoOut 2025

Occam Brasil - Carta Mensal (Out/2025)

Outubro 2025 · Occam Brasil

Carta de Outubro 2025· publicada em 06 de nov de 2025

Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
11
Publicada em
06 de nov de 2025
Trechos únicos
8

Carta sobre outubro/25 publicada 36 dias depois em novembro/25.

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Resumo

A Occam Brasil, em sua carta de outubro de 2025, destaca a resiliência do crescimento global — com recuperação asiática, melhora na zona do euro e trégua comercial EUA-China — como pano de fundo para suas decisões de portfólio. No Brasil, a gestora observa desaquecimento gradual da atividade, descompressão das expectativas de inflação e dificuldades de consolidação fiscal, mantendo posições aplicadas na curva de juros nominais doméstica. No livro de bolsa, o destaque fica para a preferência por empresas de semicondutores no exterior, em detrimento de digital ads e software, diante da confirmação de altos investimentos em Inteligência Artificial pelas grandes empresas de tecnologia.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

11
  1. Trecho compartilhado · 2 ativos

    os resultados das grandes empresas de tecnologia mostraram que os investimentos permanecerão altos em Inteligência Artificial, implicando em menor fluxo de caixa à frente para as Big Techs e maior previsibilidade dos resultados das empresas de semicondutores, traduzindo em uma outperformance destas últimas (gráfico 4), que são nossas principais posições externas.

    Semicondutores ·Mantém semicondutores como principal posição externa, vendo maior previsibilidade de resultados e outperformance impulsionada pelos elevados investimentos das Big Techs em Inteligência Artificial.

    Big Techs ·Vê menor fluxo de caixa à frente para as Big Techs devido aos altos investimentos em IA, preferindo semicondutores como principal exposição externa.

  2. Diante quadro delineado acima, seguimos perseguindo posições aplicadas na curva de juros nominais no Brasil.

    Mantém posições aplicadas na curva de juros nominais no Brasil, apostando em queda dos juros apesar da postura cautelosa do BC.

  3. No livro internacional, seguimos aplicados no México e adicionamos posições tomadas no Chile e Colômbia.

    Renda Fixa México ·Mantém posição aplicada na curva de juros do México no livro internacional, apostando em queda das taxas.

    Renda Fixa Colômbia ·Adicionou posições tomadas em juros na Colômbia, no livro internacional, esperando alta das taxas.

  4. No livro de câmbio, adotamos uma visão neutra com relação ao dólar e carregamos uma posição comprada no peso chileno contra o real ao longo do mês.

    Peso Chileno ·Mantém posição comprada em peso chileno contra o real, dentro de uma visão neutra para o dólar no livro de câmbio.

    Real brasileiro ·Mantém posição comprada em peso chileno contra o real, refletindo viés negativo relativo à moeda brasileira no livro de câmbio.

  5. adicionamos posições tomadas no Chile e Colômbia.

    Adicionou posições tomadas em juros no Chile, apostando em alta das taxas locais.

  6. seguimos gostando dos setores financeiro e utilities.

    Mantém preferência pelo setor financeiro na bolsa brasileira, ao lado de utilities.

  7. Com contribuição neutra no book local, seguimos gostando dos setores financeiro e utilities.

    Mantém preferência pelo setor de utilities na bolsa local, apesar de contribuição neutra do book no período.

  8. O Ibovespa obteve seu oitavo mês de alta (2,3%), fechando muito próximo dos 150 mil pontos, com performance similar ao S&P, principal índice americano.

    Observa que o Ibovespa acumulou oitavo mês consecutivo de alta, subindo 2,3% e aproximando-se dos 150 mil pontos, beneficiado pelo fluxo a emergentes.

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