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Opportunity - Carta de Gestao Opp Macro Abr/2025

Abril 2025 · Opportunity

Carta de Abril 2025· publicada em 06 de mai de 2025

Coletada em 24 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
9
Publicada em
06 de mai de 2025
Trechos únicos
8

Carta sobre abril/25 publicada 35 dias depois em maio/25.

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Resumo

A carta da Opportunity de abril de 2025 tem como tema central o impacto da política tarifária do governo Trump sobre o crescimento global, destacando a ausência de uma diretriz comercial clara e seus reflexos nos mercados internacionais. A gestora concentrou seus portfólios na tese de desaceleração da economia americana, mantendo posições aplicadas em juros dos EUA e em NTN-B longa no Brasil, além de posições compradas em euro diante dos estímulos fiscais europeus e da realocação de capital de investidores da região. Nos fundos de renda fixa ativa, foram introduzidas posições aplicadas em juros do Reino Unido e mantidas exposições no México e na Polônia, refletindo o cenário de menor crescimento global e trajetórias distintas de política monetária entre os países.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

9
  1. A posição comprada em NTN-B longa foi mantida, representando uma visão mais estrutural de queda de juros reais no Brasil, e que também contém uma proteção para um cenário de estresse onde a inflação é a variável de ajuste para desequilíbrios macroeconômicos.

    Mantém posição comprada em NTN-B longa, refletindo visão estrutural de queda dos juros reais no Brasil e proteção contra cenário de estresse inflacionário.

  2. tivemos posições vendidas em petróleo ao longo do mês, refletindo menor coordenação da OPEC e aumento de oferta global.

    Manteve posições vendidas em petróleo ao longo do mês, refletindo menor coordenação da OPEC e aumento da oferta global.

  3. Em moedas, temos tido risco mais baixo, mas gostamos da compra de euro, refletindo: i) estímulos fiscais na região; e ii) mudança de comportamento na alocação de capital de investidores europeus, que podem optar por menor exposição a ativos americanos ou por manter maiores hedges na moeda, dada a incerteza supracitada nos EUA.

    Mantém posição comprada em euro, apoiada por estímulos fiscais na região e possível realocação de investidores europeus para fora de ativos americanos.

  4. Mantivemos a posição aplicada no México, já que o aumento da probabilidade de recessão nos EUA adicionou novo ímpeto baixista ao crescimento local, o que deve levar o Banxico a buscar um nível neutro de taxa de juros de forma mais tempestiva.

    Mantém posição aplicada em juros do México, esperando que o Banxico acelere a convergência para taxa neutra diante do risco de recessão nos EUA.

  5. Introduzimos uma posição aplicada nos juros do Reino Unido, já que o processo de convergência de médio prazo da inflação parece mais consolidado e reforçado pelo ambiente de desaceleração no crescimento global.

    Iniciou posição aplicada nos juros do Reino Unido, apostando em queda diante da convergência da inflação e da desaceleração do crescimento global.

    • +2.0Renda Fixa PolôniaMACROcl72
    Na Polônia, a posição aplicada foi mantida, mesmo que o mercado já tenha migrado para um corte de juros em maio, já que a precificação de cortes contínuos e/ou mais agressivos ainda pode pressionar a curva para baixo.

    Mantém posição aplicada em juros da Polônia, avaliando que precificação de cortes contínuos ou mais agressivos ainda pode pressionar a curva para baixo.

  6. A posição aplicada em juros longos nos EUA foi diminuída, diante do aumento de incertezas relacionadas à política econômica norte-americana.

    Reduziu a posição aplicada em juros longos dos EUA diante do aumento de incertezas relacionadas à política econômica norte-americana.

  7. Trecho compartilhado · 2 ativos

    Esta resistência dos juros longos nos EUA ocorreu simultaneamente a uma fraqueza generalizada do dólar e à continuidade da alta do ouro, sugerindo risco inflacionário e alguma realocação entre "safe havens" – de fato, o euro e o yen foram destaques de alta no mês.

    Dólar (DXY) ·Vê fraqueza generalizada do dólar acompanhada de alta do ouro, euro e yen, sugerindo risco inflacionário e realocação entre safe havens.

    Ouro ·Vê a continuidade da alta do ouro como sinal de risco inflacionário e realocação entre safe havens em meio à fraqueza do dólar.

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