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AZ Quest Carta Mensal - Outubro 2025

Outubro 2025 · AZ Quest

Carta de Outubro 2025· publicada em 10 de nov de 2025

Coletada em 17 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
19
Publicada em
10 de nov de 2025
Trechos únicos
13

Carta sobre outubro/25 publicada 40 dias depois em novembro/25.

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Resumo

A carta mensal de outubro/2025 da AZ Quest tem como tema central a dinâmica desinflacionária no Brasil, com o economista-chefe revisando a projeção do IPCA para 4,5% em 2025 e 4,0% em 2026, sustentada pela desinflação de serviços, apreciação cambial e postura contracionista do Banco Central, que elevou a Selic a 15% ao longo do ano. No campo das estratégias, os fundos macro se beneficiaram de posições aplicadas nos vértices curtos da curva de juros doméstica, enquanto a estratégia de crédito registrou abertura de spreads — interpretada pela gestora como correção técnica após meses de fechamento excessivo, sem deterioração dos fundamentos das empresas. No exterior, o ambiente foi marcado pelo corte de 0,25 p.p. do Fed, por resultados corporativos sólidos em tecnologia e pela distensão parcial nas tensões comerciais entre EUA e China.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

19
  1. mantivemos posições compradas em S&P-500 e na Bolsa brasileira via EWZ e opções sobre o Ibovespa.

    Bolsa americana ·Mantém posição comprada em S&P 500, refletindo visão construtiva sobre a bolsa americana no posicionamento atual da carteira.

    Ibovespa ·Mantém posição comprada na Bolsa brasileira via EWZ e opções sobre o Ibovespa, refletindo visão construtiva sobre o mercado acionário local.

    EWZ ·Mantém posição comprada na Bolsa brasileira via EWZ, combinada com opções sobre o Ibovespa, como parte da exposição em ações.

  2. Trecho compartilhado · 3 ativos

    • -2.5Dólar/EuroMACROcl82
    • +2.5Dólar/Dólar CanadenseMACROcl62
    • +2.5Dólar/LibraMACROcl62
    No mercado de moedas, o desempenho decorreu, principalmente, de posições compradas em Dólar americano (USD) contra Libra Esterlina (GBP), Dólar canadense (CAD) e Euro (EUR).

    Dólar/Euro ·Mantém posição comprada em dólar americano contra euro, além de libra e dólar canadense, refletindo preferência pelo USD no mercado de moedas.

    Dólar/Dólar Canadense ·Manteve posição comprada em dólar americano contra dólar canadense, contribuindo positivamente para o desempenho da estratégia de moedas no mês.

    Dólar/Libra ·Manteve posições compradas em dólar americano contra libra esterlina, dólar canadense e euro, que contribuíram positivamente para o resultado em moedas.

  3. A carteira mantém maior exposição líquida comprada nos setores de Bancos, Elétricas e Utilidade Pública, enquanto a ponta vendida está concentrada em papéis de Bens de Consumo e Serviços Financeiros, alinhando de maneira disciplinada risco e oportunidades dentro da estratégia do fundo.

    Mantém maior exposição líquida comprada em Bancos, setor visto como uma das principais apostas da carteira ao lado de Elétricas e Utilidade Pública.

  4. Mantemos alocação relevante em Bancos, Elétricas e Varejo, refletindo nossa convicção em empresas com fundamentos sólidos, boa previsibilidade de resultados e potencial de valorização no médio e longo prazo, em linha com a estratégia fundamentalista do fundo.

    Mantém alocação relevante em Varejo, com convicção em empresas de fundamentos sólidos, previsibilidade de resultados e potencial de valorização no médio e longo prazo.

  5. Trecho compartilhado · 2 ativos

    No exterior, seguimos aplicados em taxas de cinco anos nos Estados Unidos, com posições menores na Europa (Alemanha e França).

    Treasuries 5 anos ·Mantém posição aplicada em taxas de cinco anos nos Estados Unidos, com exposições menores aplicadas na Europa, em Alemanha e França.

    Renda Fixa Alemanha ·Mantém posições aplicadas em juros europeus, com exposição menor em Bunds alemães e títulos franceses, complementando aposta principal nas taxas de cinco anos nos EUA.

  6. Mantemos alocação relevante em segmentos bem-posicionados para gerar valor no cenário atual, com destaque para Elétricas, Construção Civil e Utilidade Pública.

    Setor Elétrico ·Mantém alocação relevante em Elétricas, vendo o setor como bem-posicionado para gerar valor no cenário atual.

    Construcao Civil ·Mantém alocação relevante em Construção Civil, vista como segmento bem-posicionado para gerar valor no cenário atual.

  7. em moedas, mantivemos posições compradas em Dólar australiano (AUD) e Peso mexicano (MXN), vendidas em Euro (EUR) e neutras em Real (BRL).

    Mantém posição comprada em Dólar australiano dentro do book de moedas, ao lado de Peso mexicano, contrabalançada por venda em Euro.

  8. Reabrimos posições em juros reais e, em moedas, mantivemos posições compradas em Dólar australiano (AUD) e Peso mexicano (MXN), vendidas em Euro (EUR) e neutras em Real (BRL).

    Mantém posição comprada em Peso mexicano (MXN) no book de moedas, ao lado de AUD, contra Euro vendido e Real neutro.

  9. Diante desse conjunto de fatores, o cenário base segue apontando para o início de um ciclo de cortes na taxa Selic a partir de janeiro. O Banco Central deve calibrar o grau de restrição monetária com cautela, mantendo a política em campo contracionista até que o processo de desinflação e a reancoragem das expectativas estejam consolidados.

    Espera início de ciclo de cortes da Selic em janeiro, com Banco Central mantendo postura contracionista cautelosa até consolidar desinflação e reancoragem de expectativas.

    • +2.0Renda Fixa Reino UnidoMACROcl72
    Em juros internacionais, mantivemos posições aplicadas nos Estados Unidos e no Reino Unido, que apresentaram pequena contribuição positiva.

    Mantém posição aplicada em Gilts do Reino Unido, apostando em queda das taxas, com pequena contribuição positiva no mês.

  10. As posições seguiram concentradas em juros nominais curtos, como o DI jul/26, e em NTN-Bs de vencimentos intermediários, com exposição inferior a do benchmark. Com os principais indicadores de inflação, como IPCA e IGP-M, mostrando comportamento mais benigno, mantemos convicção na estratégia adotada e nas posições atuais para os próximos meses.

    Mantém posições em NTN-Bs de vencimentos intermediários, com exposição inferior ao benchmark, sustentadas pela convicção em inflação mais benigna nos próximos meses.

  11. No Brasil, o Ibovespa acompanhou o movimento global e encerrou em alta de 2,2%, impulsionado pela valorização de Vale, que divulgou resultados acima do esperado.

    Atribui a alta do Ibovespa em outubro à valorização de Vale, que divulgou resultados acima do esperado.

  12. o Dólar americano (USD) registrou valorização de 1,03% frente ao Real (BRL).

    Registra valorização de 1,03% do dólar frente ao real em outubro e mantém posição neutra na moeda brasileira na carteira.

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