Quantitas - Carta mensal (11/2025)
Novembro 2025 · Quantitas
Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Conceitos extraídos
- 12
- Publicada em
- 03 de dez de 2025
- Trechos únicos
- 8
Carta sobre novembro/25 publicada 32 dias depois em dezembro/25.
Resumo
A Quantitas avalia novembro de 2025 como um mês de contornos positivos no cenário global, marcado pelo fim do shutdown americano, consolidação do corte de juros pelo Fed em dezembro e avanços no acordo comercial EUA-China, enquanto no Brasil prevaleceu ruído político sem mudanças concretas e sem avanços na perspectiva de retomada do ciclo de corte de juros, com o início desse ciclo projetado para março de 2026. No campo dos fundos, os multimercados entregaram resultados acima do CDI, com destaque para o Galápagos (+1,93%) e o Arbitragem (+1,76%), impulsionados principalmente por posições em juros reais; o fundo Long-Short Maldivas registrou seu pior mês em 80 meses (-2,97%), explicado pela queda de 44% da Hapvida após resultado adverso no 3T25 e pela performance do setor elétrico nas posições vendidas.
Conteúdo
Conceitos extraídos
Cada conceito vem com a frase de evidência verbatim. Quando vários conceitos saem do mesmo trecho, agrupamos pela frase.
“continuamos vendidos em empresas elétricas que oferecem rentabilidade muito próximo aos títulos públicos federais.”
Mantém posição vendida em empresas elétricas cuja rentabilidade considera muito próxima à dos títulos públicos federais, vendo pouca atratividade relativa.
“De forma pragmática, nossa percepção é que a reação do mercado foi muito pior do que os resultados apresentados pela companhia, e que o atual valor em bolsa oferece uma oportunidade boa de investimento, com uma assimetria mais do que razoável.”
Vê Hapvida como oportunidade de investimento com assimetria favorável, avaliando que a reação do mercado foi exagerada frente aos resultados apresentados pela companhia.
“Mudamos a carteira do fundo de maneira significativa: deixamos de ter uma posição líquida comprada em empresas petróleo, aumentamos a posição comprada em empresas intensivas em bens de capital, em um cenário de juros menores e melhores perspectivas para 4T25 e continuamos vendidos em empresas elétricas que oferecem rentabilidade muito próximo aos títulos públicos federais.”
Reduziu exposição a petróleo, encerrando posição líquida comprada no setor, em rebalanceamento da carteira em favor de empresas intensivas em bens de capital.
Trecho compartilhado · 4 conceitos
“Aumentamos as posições de Itaú, Randon e Suzano, e reduzimos em Axia, Petrobras, Rumo e SBF.”
Randon ·Aumentou a posição em Randon ao longo do mês, em linha com maior exposição a empresas intensivas em bens de capital diante de juros menores.
Axia Energia ·Reduziu a posição em Axia ao longo do mês, em movimento de rebalanceamento da carteira.
Itaú Unibanco ·Aumentou a posição comprada em Itaú ao longo do mês, reforçando a exposição ao papel na carteira do fundo long-only.
Suzano ·Aumentou a posição em Suzano no fundo long-only durante o mês.
“reduzimos em Axia, Petrobras, Rumo e SBF.”
Reduziu a posição em SBF ao longo do mês, no contexto de rebalanceamento da carteira long-only.
Trecho compartilhado · 2 conceitos
“reduzimosemAxia,Petrobras,RumoeSBF.”
Rumo Logística ·Reduziu a posição em Rumo no fundo long-only ao longo de novembro.
Petrobras ·Reduziu a posição em Petrobras no fundo long-only ao longo do mês, em movimento de rebalanceamento da carteira.
“Mantivemos a exposição net comprada em bolsa local (3% do PL), com posições de valor relativo entre uma carteira de ações vs Ibovespa.”
Mantém exposição net comprada em bolsa local em 3% do PL, via posições de valor relativo entre carteira de ações e Ibovespa.
“Na política monetária, BC manteve a mesma postura desde a última reunião. Tomando como base as últimas aparições públicas do presidente da autarquia, nossa leitura da conjuntura se assemelha a do BCB, ou seja, tivemos evidentes avanços na frente inflacionária (dados correntes, expectativas e implícitas), mas muito aquém do necessário, desejável e esperado pela autoridade monetária.”
Vê avanços inflacionários ainda insuficientes para o BC e projeta início do ciclo de corte de juros apenas em março de 2026.
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