Vinci Compass - Carta do Gestor (Nov/2025)
Novembro 2025 · Vinci Compass
Coletada em 30 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 21
- Publicada em
- 05 de dez de 2025
- Trechos únicos
- 18
Carta sobre novembro/25 publicada 34 dias depois em dezembro/25.
Resumo
A Vinci Compass, em sua carta de novembro de 2025, analisa o ambiente macroeconômico global marcado pela combinação de afrouxamento monetário e expansão fiscal nos EUA — com o Fed Funds abaixo de 4% e déficit americano projetado em 6% do PIB —, enquanto no Brasil a desaceleração da atividade e a convergência da inflação para a meta de 3% no horizonte de 18 meses pavimentam o caminho para o início de um ciclo de cortes da Selic. Nos portfólios, a gestora mantém postura defensiva no crédito, com concentração em setores resilientes e duration curta, ao mesmo tempo em que, na renda variável, privilegia empresas exportadoras, geradoras de caixa e boas pagadoras de dividendos, com destaque positivo para Axia Energia e negativo para Hapvida no período.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Na carteira de renda fixa, o Fundo segue com posição aplicada em títulos ligados ao IPCA de maior duration, além de manter as posições tomadas na curva de juro nominal local e nos juros de 10 anos dos EUA.”
NTN-B ·Mantém posição aplicada em NTN-Bs de maior duration, apostando em ganho com juros reais longos no Brasil.
Treasury 10 anos EUA ·Mantém posição tomada nos juros de 10 anos dos EUA, apostando em alta das taxas longas americanas.
“Seguimos originando novas oportunidades de investimento e alocando o caixa do Fundo em novas emissões de FIDCs com diferentes lastros e emissores, caracterizados por alto grau de subordinação e baixo risco de crédito, com taxas que variam entre CDI + 3% e 5% ao ano.”
Segue alocando em novas emissões de FIDCs com lastros e emissores diversos, alta subordinação e baixo risco de crédito, com taxas entre CDI+3% e 5%.
“Voltou a ter posição vendida no euro e na libra, de forma tática.”
Retomou posição vendida no euro de forma tática, complementando a aposta comprada em dólar no book de moedas.
“Continuamos enxergando o cenário atual como uma oportunidade para alocação com bons retornos ajustados ao risco, já que, diante do ambiente macroeconômico desafiador, temos observado estruturas e prêmios de risco mais aderentes aos interesses dos investidores.”
Vê o cenário atual como oportunidade de alocação em high yield, com prêmios de risco e estruturas mais aderentes aos interesses dos investidores.
“O principal detrator foi o custo do hedge de nossa posição tomada no cupom cambial. Ao longo do mês, zeramos nossas posições vendidas em dólar contra o real via opções, mantivemos as tomadas em cupom cambial e zeramos nossa posição vendida em libra esterlina contra o dólar.”
Mantém posição tomada no cupom cambial, apesar do custo do hedge ter sido o principal detrator do mês.
“Atualmente, nossas maiores exposições estão nos setores de Utilities, Bancos e Consumer & Retail.”
Mantém Consumer & Retail entre as maiores exposições da carteira, ao lado de Utilities e Bancos, dentro de um posicionamento defensivo em Bolsa.
“No mês, o Fundo teve um retorno de 0,95%, impulsionado pela nossa posição vendida em libra esterlina contra o dólar. O principal detrator foi o custo do hedge de nossa posição tomada no cupom cambial.”
Após ganhar com posição vendida em libra contra o dólar, zerou a aposta, mantendo visão tática de venda da moeda britânica em outros fundos.
“Atualmente, as maiores exposições da carteira estão nos setores de Utilities, Bancos e Petróleo & Gás.”
Mantém Petróleo e Gás entre as maiores exposições da carteira, ao lado de Utilities e Bancos, dentro de estratégia focada em setores conservadores e bons pagadores de dividendos.
“O Fundo teve um retorno de 0,97% no mês, com as principais contribuições positivas vindo de nossas posições em Egito e Turquia, seguidas de nossa posição comprada em Bolsa Brasil.”
Mantém posição comprada em bolsa egípcia, que foi uma das principais contribuições positivas para o retorno do fundo no mês.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“A principal contribuição positiva do mês veio da Axia Energia, sustentada por resultados fortes no trimestre, decorrentes da alta nos preços futuros de energia, elevada geração de caixa e nova distribuição de dividendos.”
Axia Energia ·Destaca Axia Energia como principal contribuição positiva do mês, impulsionada por resultados fortes, alta nos preços futuros de energia, geração de caixa e dividendos.
Energia Elétrica ·Destaca contribuição positiva da Axia Energia, impulsionada por alta nos preços futuros de energia, forte geração de caixa e nova distribuição de dividendos.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“Os destaques positivos do mês vieram dos setores de Bancos, Energia Elétrica e Construção Civil, que contribuíram para o bom desempenho do Fundo.”
Bancos ·Mantém Bancos entre as maiores exposições das carteiras, com o setor figurando como destaque positivo de performance no mês.
Construcao Civil ·Cita Construção Civil como um dos destaques positivos de novembro, contribuindo para a performance do fundo junto com Bancos e Energia Elétrica.
“Ao longo do mês, reduzimos marginalmente nossa posição em lira turca e nossa posição vendida em dólar contra real.”
Reduziu marginalmente a posição comprada em lira turca ao longo do mês, após contribuição positiva da exposição à Turquia.
“O principal detrator no período foram nossas posições em juros americanos e em Argentina.”
Mantém posição em Argentina, que foi um dos principais detratores de performance do fundo no mês.
“A empresa demonstrou maior cautela em relação a 2026, sinalizando demanda doméstica mais fraca devido ao patamar de juros. Ainda assim, a companhia segue com elevada geração de caixa, garantindo boas perspectivas de dividendos.”
Vê Marcopolo com cautela para 2026 por demanda doméstica mais fraca, mas mantém perspectiva positiva de dividendos sustentada por elevada geração de caixa.
“O mês de novembro foi positivo para os ativos de risco: o Ibovespa subiu 6,37%, o índice de Small Caps teve alta de 5,84% (ainda assim inferior ao Ibovespa em mais de 0,50%), e o real se valorizou em quase 1% frente ao dólar.”
Registra alta de 6,37% do Ibovespa em novembro, superando o índice de Small Caps, em mês positivo para ativos de risco.
“No mês, observamos estabilização nos spreads do mercado de crédito privado high grade após o movimento de fechamento ocorrido nos últimos três meses.”
Vê estabilização nos spreads de crédito privado high grade após três meses de fechamento, mantendo duration curta e caixa elevado para mitigar eventual reabertura.
“novembro foi desafiador para a Hapvida, que apresentou custos mais altos e margens pressionadas pelas novas unidades e pelo aumento na utilização de seus serviços. A concorrência em São Paulo permanece intensa, reduzindo o crescimento de beneficiários e limitando o aumento de preços nos segmentos mais rentáveis. Além disso, despesas adicionais com contingências, multas da ANS e depósitos judiciais continuaram elevadas, o que contribuiu para a má performance do papel.”
Vê Hapvida pressionada por custos mais altos, margens comprimidas, concorrência intensa em São Paulo e despesas elevadas com contingências, multas da ANS e depósitos judiciais.
“o real se valorizou em quase 1% frente ao dólar.”
Observa que o real se valorizou cerca de 1% frente ao dólar em novembro, em ambiente positivo para ativos de risco domésticos.
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