Itaú JaneiroMultimercadoNov 2025

Itau Janeiro - Carta (2025-11-01)

Novembro 2025 · Itaú Janeiro

Carta de Novembro 2025· publicada em 01 de nov de 2025

Coletada em 25 de mai. de 2026 · histórico ·

Ativos extraídos
11
Publicada em
01 de nov de 2025
Trechos únicos
6
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Resumo

A carta do Itaú Janeiro Multimercado referente a novembro de 2025 aborda o cenário macroeconômico marcado pelo encerramento do shutdown americano de 43 dias e pela decisão do Copom de manter a Selic em 15% ao ano, com tom hawkish diante da inflação ainda acima da meta. O fundo registrou rentabilidade de 1,26% no mês (119,3% do CDI), com a principal contribuição vinda do book de juros Brasil, por meio de posições aplicadas em juros nominais, reais e inflação implícita, enquanto posições em mercados emergentes como Colômbia e África do Sul impactaram negativamente a performance.

Conteúdo

Ativos extraídos

Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.

11
  1. No mercado doméstico, continuamos otimistas em relação à renda fixa, expressando essa visão por meio de posições aplicadas em juros nominais, juros reais mais longos e vendidos em inflação implícita. Acreditamos que o mercado ainda precifica de forma conservadora o potencial do ciclo de cortes a ser promovido pelo Banco Central brasileiro.

    Renda Fixa Brasil ·Mantém visão otimista para renda fixa brasileira, com posições aplicadas em juros nominais e reais longos, avaliando que mercado precifica conservadoramente o ciclo de cortes.

    Inflação Implícita Brasil ·Mantém posição vendida em inflação implícita no Brasil, acreditando que o mercado precifica de forma conservadora o ciclo de cortes do Banco Central.

  2. Nos demais países desenvolvidos, seguimos confiantes no cenário de juros do Reino Unido, por meio de posições aplicadas (vendidas em taxa).

    Mantém posições aplicadas (vendidas em taxa) nos juros do Reino Unido, demonstrando confiança no cenário de queda das taxas no país.

  3. Nos mercados emergentes, optamos por reduzir as posições em renda fixa na Colômbia e na África do Sul, enquanto mantivemos nossa convicção em posições aplicadas no México e tomadas no Chile.

    Renda Fixa México ·Mantém convicção em posições aplicadas na renda fixa do México, apostando em queda das taxas de juros locais.

    Renda Fixa Chile ·Mantém convicção em posições tomadas (compradas em taxa) nos juros do Chile, apostando em alta das taxas locais.

    Renda Fixa Colômbia ·Reduziu as posições em renda fixa na Colômbia após movimento adverso da curva de juros local prejudicar a performance no mês.

    Renda Fixa África do Sul ·Reduziu as posições em renda fixa na África do Sul após movimento adverso das curvas de juros locais.

  4. No mercado internacional, mantivemos posições tomadas (compradas em taxa) em juros nos Estados Unidos, acreditando que a economia americana pode surpreender positivamente ao longo do próximo ano. Essa perspectiva sustenta nossa expectativa de que o FED (Federal Reserve) adote uma postura conservadora, mesmo diante da transição de chairman na instituição.

    Mantém posições tomadas (compradas em taxa) nos juros americanos, esperando economia resiliente e postura conservadora do FED mesmo com transição de chairman.

  5. No book de moedas, permanecemos moderadamente comprados em algumas divisas frente ao dólar, destacando o real e o iene japonês.

    Real brasileiro ·Mantém posição moderadamente comprada no real frente ao dólar, dentro do book de moedas.

    Iene japonês ·Mantém posição moderadamente comprada em iene japonês frente ao dólar, destacando-o entre as divisas preferidas no book de moedas.

  6. Por fim, na renda variável, reforçamos algumas teses no setor de tecnologia na bolsa americana, aproveitando as correções observadas em determinados papéis ao longo de novembro.

    Reforçou teses no setor de tecnologia da bolsa americana, aproveitando correções observadas em determinados papéis ao longo de novembro.

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