Vinci Compass - Carta do Gestor (Fev/2026)
Fevereiro 2026 · Vinci Compass
Coletada em 30 de mai. de 2026 · histórico · ⓘ
- Ativos extraídos
- 22
- Publicada em
- 04 de mar de 2026
- Trechos únicos
- 18
Carta sobre fevereiro/26 publicada 31 dias depois em março/26.
Resumo
A carta da Vinci Compass de fevereiro de 2026 analisa um cenário de transição para o Brasil, marcado por política monetária extremamente contracionista, desaceleração da atividade e queda das expectativas de inflação, com a gestora identificando condições para o início gradual do ciclo de cortes da Selic. No plano externo, o crescimento moderado dos EUA (~2%) e a demanda chinesa por commodities são apontados como suporte relevante para ativos emergentes, enquanto o enfraquecimento do dólar e a liquidez global elevada favorecem fluxos para o Brasil. Nos portfólios, predomina postura defensiva no crédito e nas ações, com concentração em empresas resilientes e boas pagadoras de dividendos, ao passo que os fundos multimercado destacam ganhos em juro real e posições direcionais na Bolsa local, com destaque positivo para Axia Energia e negativo para Nu Holdings.
Conteúdo
Ativos extraídos
Cada ativo é criado de acordo com as prospecções ou posições da gestora reveladas na carta divulgada por ela.
“O cenário permanece bastante favorável para a companhia, que, com parcela relevante de sua energia ainda disponível, segue bem posicionada para registrar resultados recorde, com alta geração de caixa e robusto retorno de capital aos acionistas.”
Vê cenário favorável para a Axia Energia, com energia disponível, resultados recorde esperados, forte geração de caixa e robusto retorno de capital aos acionistas.
Trecho compartilhado · 3 ativos
“No book de moedas, o Fundo está comprado em dólar contra real, dólar contra libra e dólar contra euro.”
Real brasileiro ·Mantém posição comprada em dólar contra o real, refletindo visão de depreciação da moeda brasileira frente ao dólar.
Euro ·Mantém posição comprada em dólar contra euro no book de moedas, refletindo visão de fortalecimento do dólar frente à moeda europeia.
Libra esterlina ·Mantém posição comprada em dólar contra libra esterlina no book de moedas.
“Também compõe a carteira de renda variável uma posição vendida em S&P via estrutura de opções.”
Mantém posição vendida em S&P 500 via estrutura de opções como componente da carteira de renda variável.
“Durante o mês foi montada uma posição em títulos de curto vencimento, de modo a posicionar na compra de inflação implícita.”
Montou posição comprada em inflação implícita brasileira via títulos de curto vencimento, apostando em alta das expectativas inflacionárias precificadas.
“Na carteira de renda fixa, o Fundo possui posições aplicadas em juro real, concentradas em títulos longos. Durante o mês foi montada uma posição em títulos de curto vencimento, de modo a posicionar na compra de inflação implícita.”
Mantém posições aplicadas em juro real concentradas em NTN-Bs longas e adicionou títulos curtos para se posicionar na compra de inflação implícita.
“Seguimos originando novas oportunidades de investimento e alocando o caixa do Fundo em novas emissões de FIDCs com diferentes lastros e emissores, caracterizados por alto grau de subordinação e baixo risco de crédito, com taxas que variam entre CDI + 3% e 5% ao ano.”
Segue alocando em novas emissões de FIDCs com diferentes lastros e emissores, alto grau de subordinação e baixo risco, com taxas entre CDI+3% e 5% ao ano.
“Atualmente, nossas maiores exposições estão nos setores de Utilities, Bancos e Petróleo & Gás. Encerramos o mês com exposição bruta em Bolsa de aproximadamente 114% e exposição líquida próxima de 72%.”
Mantém Utilities como uma das maiores exposições da carteira, refletindo postura defensiva com foco em geração de caixa e pagadores de dividendos.
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“Atualmente, nossas maiores exposições estão nos setores de Utilities, Bancos e Petróleo & Gás.”
Bancos ·Mantém Bancos entre as maiores exposições da carteira, ao lado de Utilities e Petróleo & Gás, dentro de postura defensiva e foco em dividendos.
Petróleo e Gás ·Mantém Petróleo e Gás entre as maiores exposições da carteira, ao lado de Utilities e Bancos, dentro de um posicionamento defensivo focado em geração de caixa e dividendos.
Trecho compartilhado · 2 ativos
“O Fundo registrou retorno de 0,57% no mês, com as principais contribuições positivas provenientes da posição em lira turca, seguidas pelas posições em terras raras e juros brasileiros.”
Lira turca ·Mantém posição comprada em lira turca, que foi a principal contribuição positiva do fundo no mês.
Terras raras ·Mantém posição comprada em terras raras, que contribuiu positivamente para o retorno do fundo no mês.
“No segmento de crédito high yield, o pipeline segue atrativo, e continuamos a enxergar o cenário atual como uma oportunidade para alocações com bons retornos ajustados ao risco. Diante de um cenário macroeconômico mais desafiador, temos observado estruturas e prêmios de risco mais alinhados aos interesses dos investidores.”
Vê o crédito high yield com pipeline atrativo e prêmios de risco mais alinhados, enxergando oportunidade para alocações com bons retornos ajustados ao risco.
“Ao longo do mês, reduzimos as posições em Egito e iniciamos posição tomada em inflação americana e comprada em commodities críticas, além de uma posição aplicada em DI.”
Iniciou posição tomada em inflação americana, apostando em alta das expectativas inflacionárias nos Estados Unidos.
“Apesar do cenário de curto prazo mais desafiador, seguimos confiantes de que a Smart Fit será uma das vencedoras no setor.”
Mantém confiança na Smart Fit como uma das vencedoras do setor, apesar do curto prazo desafiador com maior competição e pressão na margem.
“Contribuíram negativamente as posições em moedas, tomadas no cupom cambial e tomadas em juros do G7.”
Mantém posições tomadas em juros de economias desenvolvidas do G7, apesar da contribuição negativa recente para a performance.
“Atualmente, as maiores exposições da carteira estão nos setores de Utilities, Bancos e Logística.”
Mantém Logística entre as maiores exposições da carteira, alinhado ao foco em setores conservadores, bons pagadores de dividendos e maior liquidez.
“O principal detrator no período foi a posição em juros americanos, que foi cortada ao longo do mês.”
Encerrou ao longo do mês a posição em juros americanos, que havia sido o principal detrator de performance no período.
“Embora os fundamentos do Nubank não tenham apresentado nenhuma deterioração no mês, a ação sofreu em função dos impactos potenciais que o desenvolvimento da inteligência artificial pode ter no negócio no que se refere tanto ao modelo de negócio quanto aos investimentos necessários para desenvolvê-la.”
Vê fundamentos do Nubank preservados, mas reconhece pressão na ação por riscos da inteligência artificial sobre modelo de negócio e investimentos necessários.
“Ao longo do mês, zeramos a posição em cupom cambial e mantivemos a posição aplicada em juros nominais, bem como a estrutura de opções com foco em uma apreciação do BRL.”
Zerou a posição em cupom cambial no Multiestratégia, mantendo aplicação em juros nominais e estrutura de opções voltada à apreciação do real.
“Fevereiro foi um mês de alta volatilidade, mas favorável aos ativos de risco no Brasil: o Ibovespa subiu 4%, o índice de Small Caps avançou 2,08%, e o real se valorizou 1,57% frente ao dólar.”
Observa que o Ibovespa subiu 4% em fevereiro, em mês de alta volatilidade, porém favorável aos ativos de risco no Brasil.
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